As ações das companhias aéreas europeias cederam sob impacto do alerta da empresa irlandesa de tarifas de baixo custo Ryanair. Em Frankfurt, o DAX registrou alta de 1,35%, aos 18.416,75 pontos, interrompendo uma sequência de cinco perdas seguidas. Em Paris, o índice CAC 40 subiu 1,16%, aos 7.622,02 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,53% e encerrou o dia em 8.198,78 pontos. As altas ocorrem após os três índices acumularem quedas semanais e na esteira de uma sexta-feira de aversão depois da pane global.
Ontem, Biden decidiu não concorrer a um segundo mandato na eleição presidencial dos EUA em novembro e anunciou apoio à vice-presidente Kamala Harris para ser sua substituta como candidata do Partido Democrata. Se confirmada, Kamala Harris enfrentará o ex-presidente Donald Trump.
Em Londres, a Glencore subiu 0,45% e a Rio Tinto, 0,53% após o corte de 10 pontos-base da taxa de juros na China. “Apesar de uma série de pacotes de estímulo promulgada desde o início do ano, a economia chinesa tem enfrentado dificuldades”, escreveram analistas da Stifel em nota. A ação da Ryanair derreteu 16,6% em Dublin, após divulgar forte queda nos lucros e reduzir sua projeção para tarifas aéreas. A Ryanair é a maior do setor na Europa em termos de números de passageiros.
A concorrente EasyJet cedeu 7,12% em Londres. Entre as maiores das Bolsas da Europa, a Lufthansa caiu 0,38% e a IAG, holding resultante da fusão da Iberia e British Airways, perdeu 3,35%. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,65%, fechando em 11.158,50,70 pontos. O PSI 20, de Lisboa, subiu 0,85%, a 6.860,26 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 1,17%, aos 34.615,05 pontos. As cotações são preliminares.
*Com informações da Dow Jones Newswires