“No ano passado, a gente disse que poderia incorporar mais ativos e estamos aí com Marlim [campo de petróleo na bacia de Campos], e continuamos com as refinarias, que são o mais forte do plano, e nos ativos de gás incluímos as rotas [dos gasodutos de escoamento do pré-sal], que não estavam no TCC do Cade, mas vamos fazer ao longo do tempo”, disse Almeida, se referindo ao Termo de Compromisso de Cessação fechado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para quebrar o monopólio da estatal nos setores de refino e gás natural.
Os gasodutos citados se referem aos gasodutos para escoamento de gás natural do pré-sal (Rotas 1, 2 e 3). Ao todo, a Petrobras vai vender 209 campos em terra ou águas rasas, ativos na Argentina, Bolívia, Colômbia e Estados Unidos, o Pólo de Marlim (50%), os campos de Albacora e Albacora Leste e Frade. Além disso, estão à venda oito refinarias, fora participações na Braskem, PBio, BSBios, BR, entre outras. No setor de gás, a empresa listou as vendas dos gasodutos Gaspetro, Ansa, térmicas e a produtora de fertilizantes UFN III.