O cobre para setembro fechou em alta de 0,50%, em US$ 4,1030 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). No acumulado semanal, o contrato cedeu 0,51%. Por volta das 14h20 (de Brasília), o cobre para três meses era negociado em alta de 0,88%, a US$ 9.081,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), acumulando variação na semana de -0,08%, considerando esse nível de cotação.
O índice DXY do dólar, que mede a variação da moeda americana ante uma cesta de divisas, apontava valorização de 0,28%, a 104,394 pontos, por volta das 14h10 (de Brasília). O dólar habitualmente tem correlação inversa aos preços das matérias-primas cotadas na moeda americana.
Os investidores assimilaram ainda o declínio das vendas de novas moradias pelas maiores incorporadoras imobiliárias da China.
Os demais metais negociados na LME tinham desempenhos distintos no horário acima. A tonelada do alumínio cedia 0,64%, a US$ 2.259,00; a do chumbo apontava queda de 0,88%, a US$ 2.032,50 e a do zinco tinha queda de 0,73%, a US$ 2.661,00 no horário acima. Na direção oposta, a tonelada do estanho tinha alta de 1,60%, a US$ 30.175,00 e a do níquel subia 0,77%, a US$ 16.315,00.
Considerando as cotações do horário acima, o alumínio tinha perda acumulada de 1,13%; o zinco recuava 0,22% e o chumbo indicava baixa de 2,09% na semana. O níquel apontava alta de 3,16% e o estanho acumulava ganho semanal de 1,75%.