No fim da tarde em Nova York, o juro da T-note de 2 anos cedia a 3,883%, de 4,166% perto do fechamento da sessão do mercado acionário ontem. O da T-note de 10 anos recuava a 3,801%, de 3,987% e o do T-bond de 30 anos baixava a 4,114%, de 4,284%. Segundo a Dow Jones Newswires, os juros de 2 e 10 anos tiveram a maior queda semanal desde março de 2020, no começo da pandemia de covid-19.
No fim da tarde, a ferramenta FedWatch, do CME Group, atribuía uma probabilidade de 73,5% de a taxa dos Fed Funds ser reduzida em 50 pontos-base no próximo encontro do Fed em setembro. E a hipótese de alívio de 25 pontos-base estava em 26,5%. Ontem, a aposta de corte mais agressivo era de apenas 22%. O BC americano manteve a taxa inalterada na quarta-feira desta semana, enquanto comentários do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, indicaram de maneira mais contundente a possibilidade de corte em setembro.
O Goldman Sachs revisou o seu cenário de juros após o relatório payroll, passando a projetar três cortes de 25 pontos-base consecutivos nas taxas americanas neste ano, em setembro, novembro e dezembro. A previsão anterior era de reduções a cada dois encontros.
O BofA antecipou sua previsão de alívio de dezembro para setembro após o payroll. Como um todo, o mercado de trabalho está esfriando, mas sem uma acentuada desaceleração, avaliaram os analistas do BofA. O banco também reduziu a perspectiva para a taxa terminal em 25 pontos-base para uma faixa entre 3,25%-3,5%.
Com informações da Dow Jones Newswires