• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Dólar hoje opera em forte alta, com alerta de recessão nos EUA

Mercado passou a ter receio sobre a robustez da economia americana nos próximos meses

Por Murilo Melo

05/08/2024 | 9:28 Atualização: 05/08/2024 | 13:11

Foto: Adobe Stock
Foto: Adobe Stock

O dólar hoje começa a apresentar leve queda, após começar a semana com uma forte valorização, desafiando a tendência global de desvalorização da moeda americana, em meio a temores crescentes de uma possível recessão nos Estados Unidos. Às 11h10 desta segunda-feira (5), o câmbio é negociado a R$ 5,78, alta de 1,4%. Com volatilidade na abertura, a moeda avançou entre R$ 5,82 a R$ 5,86. Às 13h10, o dólar diminuiu a alta e era negociado a R$ 5,7398, subindo 0,54%, na mínima do dia.

Leia mais:
  • Dólar vai subir ou cair em agosto? Veja as projeções
  • Dólar acima de R$ 5,70: Quem ganha e quem perde com disparada do câmbio?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na sexta-feira (2), novos dados de emprego revelaram sinais de desaceleração na maior economia do mundo. O payroll, relatório de emprego dos EUA que avalia o estado do mercado de trabalho e seu impacto na inflação, mostrou um número inferior ao mês anterior e abaixo das expectativas.

Os dados apresentados pelo Departamento de Trabalho apontam que a economia adicionou 114 mil novos postos no mês passado e a taxa de desemprego aumentou para 4,3%, o maior nível desde outubro de 2021. Analistas esperavam abertura de 175 mil postos de trabalho e manutenção da taxa de desemprego em 4,1%. No mês anterior, 179 mil vagas foram abertas, em dado revisado para baixo.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Ao somar com a taxa de juros elevada no país, o mercado reacendeu dúvidas sobre a robustez da economia americana nos próximos meses. Esses temores, que levam os investidores a adotar uma postura mais cautelosa, resultaram em quedas acentuadas nas bolsas de valores ao redor do mundo.

Quem ganha e quem perde com disparada do câmbio?

O superintendente da tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt, concorda que um dos principais impulsionadores dessa valorização desde a semana passada é a divulgação de dados econômicos mais fracos nos Estados Unidos. “Esse cenário aumentou a aversão ao risco, afetando também o real e outras moedas de países emergentes”, diz. Com isso, conforme ele, a valorização do dólar beneficia os exportadores locais, mas prejudica os importadores e pode gerar pressão inflacionária.

O diretor de câmbio da Ourominas, Elson Gusmão, afirma que a alta do dólar à vista foi por aqui influenciada pela incerteza fiscal do Brasil, que, diz ele, é marcada pela falta de compromisso do governo com o corte de gastos e o cumprimento da meta de déficit zero, motivo que tem preocupado o mercado. “Além disso, a manutenção da taxa Selic em 10,5% ao ano sugere cautela na política monetária devido à situação fiscal. Não foram dados sinais sobre futuros ajustes na taxa”, analisa.

Externamente, a escalada do conflito no Oriente Médio, explica Gusmão, aumentou a aversão ao risco, beneficiando o dólar. A economia chinesa também contribuiu para o cenário de incerteza, com a queda do índice de gerentes de compras (PMI) industrial para abaixo de 50, indicando contração e preocupando os mercados globais. Nos Estados Unidos, além dos fracos dados de emprego mencionados por Weigt, outras informações econômicas, como os índices de gerentes de compras e os pedidos de seguro-desemprego, têm apontado sinais de fraqueza na economia.

A recente alta do câmbio tem gerado impactos nas bolsas de valores e em diversos setores da economia brasileira. A analista de renda variável da Rico, Bruna Sene, aponta que as empresas exportadoras são as mais beneficiadas nesse cenário. Companhias como Klabin e Suzano, do setor de papel e celulose, se destacam devido à exposição ao mercado internacional e à cotação da celulose em dólar. Com a valorização da moeda norte-americana, essas empresas tendem a registrar um aumento nas receitas provenientes das exportações.

Publicidade

Outros setores que se beneficiam da alta do dólar incluem proteínas e mineração. Empresas como JBS, CSN Mineração, Gerdau e Vale, que têm uma parte significativa de suas receitas advindas de exportações, segundo ela, também veem vantagens. A Vale, uma das maiores exportadoras do Brasil, é especialmente favorecida, porque vende minério de ferro no mercado internacional enquanto seus custos são em reais, o que melhora sua margem de lucro com a valorização do dólar.

Por outro lado, companhias com dívidas em dólar e aquelas dependentes do consumo interno enfrentam desafios. “Isso inclui, por exemplo, companhias do setor aéreo, como a Gol (GOLL4) ou a Azul (AZUL4), cujos custos, especialmente os combustíveis, estão atrelados ao dólar. Além disso, outras empresas voltadas para o consumo doméstico, como as lojas Renner (LREN3), Magazine Luiza (MGLU3), Casas Bahia (BHIA3), as varejistas no geral, podem ser afetadas negativamente justamente devido à possível pressão inflacionária resultante da alta do dólar, o que diminuiria o poder de compra dos consumidores e também pode levar a um cenário de juros mais altos”, diz Sene.

A analista também pontua que o aumento dos custos de insumos e a possível elevação dos juros, consequência da inflação, afetam negativamente o setor de construção civil, com empresas como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3) e Eztec (EZTC3) sendo prejudicadas. Esse cenário inflacionário e de juros elevados é particularmente desfavorável para empresas cíclicas, que dependem da oscilação da economia e são mais sensíveis a mudanças nos juros e no poder de compra dos consumidores.

Na sexta-feira anterior, o dólar havia caído 0,45%, sendo cotada a R$ 5,7091. Com isso, acumulou uma alta de 0,91% na semana, um ganho de 0,97% no mês e uma alta de 17,65% no ano.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • dólar alto
  • dólar hoje
Cotações
11/02/2026 23h11 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 23h11 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 3

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 4

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 5

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Últimas: Tempo Real
Totvs (TOTS3): lucro tem alta de 14,3% e soma R$ 257,9 milhões no 4T25
Tempo Real
Totvs (TOTS3): lucro tem alta de 14,3% e soma R$ 257,9 milhões no 4T25

Segundo a Totvs, o resultado demonstra que a empresa segue combinando crescimento de receita e a expansão de margens

11/02/2026 | 20h12 | Por Aramis Merki II
Assaí (ASAI3) vê lucro despencar 83,5% no 4T25 e fecha trimestre com R$ 78 milhões
Tempo Real
Assaí (ASAI3) vê lucro despencar 83,5% no 4T25 e fecha trimestre com R$ 78 milhões

Queda foi pressionada por deflação em alimentos, enquanto Ebitda ajustado cresceu 1,2% e receita avançou no trimestre

11/02/2026 | 19h13 | Por Júlia Pestana
Banco do Brasil (BBAS3) vai distribuir R$ 1,2 bilhão em JCP; veja data de pagamento
Tempo Real
Banco do Brasil (BBAS3) vai distribuir R$ 1,2 bilhão em JCP; veja data de pagamento

Pagamento terá como base a posição acionária de 23 de fevereiro, sendo as ações negociadas “ex-diretos” a partir do dia 24

11/02/2026 | 18h52 | Por Beatriz Rocha
Banco do Brasil (BBAS3) lucra R$ 5,7 bilhões no 4T25, queda de 40,1%; veja os principais números do balanço
Tempo Real
Banco do Brasil (BBAS3) lucra R$ 5,7 bilhões no 4T25, queda de 40,1%; veja os principais números do balanço

O resultado era esperado com cautela pelo mercado, após um ano marcado por problemas na carteira de crédito do agronegócio

11/02/2026 | 18h37 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador