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Tempo Real

Dólar hoje quebra barreira dos R$ 5,50 com prejuízo da Petrobras e IPCA no radar dos investidores

Até agora, moeda americana exibe queda de 2,36% na semana, recuo de 1,41% no mês e alta de 14,87% no ano

Por Murilo Melo

09/08/2024 | 9:34 Atualização: 09/08/2024 | 12:10

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

O dólar registra queda firme às 12h desta sexta-feira (9), com recuo de 1,27%, cotado a R$ 5,499. Na mínima, às 11h30, chegou a custar R$ 5,503.

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O alívio no mercado financeiro global, com a dissipação dos temores de recessão nos EUA, enfraquece a renda fixa americana, promovendo o investimento em ativos de maior risco e fortalecendo outras moedas.

A sinalização de relaxamento na postura sobre os juros pelo Banco do Japão (BoJ) tranquiliza investidores de carry trade, e a desmontagem dessas operações, impulsionada pela queda do iene, beneficia o real.

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A moeda americana também é desvalorizada frente ao real, hoje, apesar do prejuízo financeiro da Petrobras registrado no segundo trimestre deste ano e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegar ao teto da meta. Na abertura do pregão, o câmbio exibia queda de 0,88%, a 5,5374.

Pela primeira vez desde setembro de 2020, a Petrobras apresentou um resultado trimestral negativo. Na primeira divulgação de resultados sob a liderança de Magda Chambriard, a empresa relatou um prejuízo de R$ 2,6 bilhões no fechamento do balanço.

Esse resultado, diz a petrolífera, foi influenciado por fatores como a valorização do dólar e uma provisão relacionada a um acordo tributário com o Ministério da Fazenda, os quais impactaram o lucro, sem alterar o fluxo de caixa ou o patrimônio da estatal. As expectativas do mercado indicavam um lucro entre R$ 11 bilhões e R$ 14 bilhões no segundo trimestre.

O IPCA, considerado a medida oficial da inflação no Brasil, registrou um aumento de 0,38% em julho, conforme os dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Com esse resultado, a inflação acumulada no país nos últimos 12 meses alcançou 4,50%, atingindo o teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). No acumulado do ano, o aumento foi de 2,87%.

O resultado de julho superou as previsões do mercado financeiro, que estimavam um avanço de 0,35% nos preços para o mês. No acumulado de 12 meses, a expectativa era de uma alta de 4,47%.

Galípolo fala sobre a possibilidade de subir os juros

O diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, comentou na quinta-feira (8) sobre as especulações de que os diretores indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não estariam dispostos a apoiar uma elevação dos juros. Galípolo considerou esses questionamentos curiosos e ressaltou que toda a diretoria está comprometida em tomar as medidas necessárias para atingir a meta de inflação.

Galípolo também destacou que as recentes comunicações do Banco Central tiveram o objetivo de esclarecer as dúvidas levantadas pelos agentes de mercado.

Durante um evento organizado pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito, o diretor afirmou fazer parte do grupo dentro do BC que percebe um balanço de risco assimétrico para a inflação, com tendência de alta.

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As declarações do diretor, que é visto como um possível sucessor de Campos Neto, surpreenderam o mercado ao refletirem uma postura mais conservadora, alinhada com a visão tradicional da autoridade monetária. Isso trouxe alívio para investidores e analistas que temiam que um eventual mandato de Galípolo fosse caracterizado por uma política de juros baixos, independentemente das condições econômicas.

Dados de pedidos de seguro-desemprego nos EUA aliviam o mercado

No cenário internacional, ontem, desde o começo do dia, os investidores esperavam com atenção os números dos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos. O relatório aponta que os dados registraram uma leve queda na semana encerrada em 3 de agosto, somando 233 mil, o que representa uma redução de 17 mil em comparação com a semana anterior, conforme divulgado pelo Departamento do Trabalho dos EUA nesta quinta. Esse número veio abaixo das expectativas de alguns analistas, que projetavam 240 mil pedidos.

Apesar da queda nos pedidos semanais, a média móvel de quatro semanas, que é um indicador mais estável para avaliar a tendência do mercado de trabalho, subiu ligeiramente para 240,750 mil, com um aumento de 2,5 mil pedidos em relação à média revisada da semana anterior.

Por outro lado, os pedidos continuados de seguro-desemprego, que refletem o número de pessoas que permanecem desempregadas e recebem benefícios, subiram em 6 mil na semana encerrada em 27 de julho, alcançando 1,875 milhão. A média móvel de quatro semanas para os pedidos continuados também apresentou um aumento, subindo 7 mil para 1,862 milhão.

Esses dados refletem um mercado de trabalho ainda potente, segundo especialistas, mas com sinais de possível desaceleração, à medida que o número de pedidos continuados e a média móvel de quatro semanas aumentam, sugerindo que mais pessoas estão demorando mais tempo para encontrar novos empregos. Isso pode ser um indicativo de que a economia dos EUA está começando a sentir os efeitos das recentes políticas monetárias mais restritivas.

O que afeta o dólar hoje? Entenda em seis pontos

  • Prejuízo da Petrobras não afetou o dólar, que abriu em queda de 0,88%.
  • Inflação em 4,50% (IPCA) atinge o teto da meta, sem impacto significativo no dólar.
  • BC sinaliza possível aumento de juros, acalmando o mercado e favorecendo o real.
  • Dados de desemprego nos EUA indicam mercado de trabalho forte, mas em desaceleração, influenciando o dólar globalmente.
  • Queda nos pedidos de seguro-desemprego nos EUA reforça a expectativa de manutenção dos juros, contribuindo para a desvalorização do dólar.
  • Até agora, o dólar exibe queda de 2,36% na semana, recuo de 1,41% no mês e alta de 14,87% no ano.

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