• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Mercado financeiro: quais setores são mais afetados nos cenários de guerras?

Commodities como o petróleo são extremamente sensíveis às tensões geopolíticas

Por Thiago de Aragão

14/08/2024 | 15:31 Atualização: 14/08/2024 | 15:31

Receba esta Coluna no seu e-mail
Em um cenário geopolítico de guerra, proteção é o primeiro instinto na carteira de investimentos.(Imagem: Parilov em Adobe Stock)
Em um cenário geopolítico de guerra, proteção é o primeiro instinto na carteira de investimentos.(Imagem: Parilov em Adobe Stock)

As guerras e os conflitos têm um impacto direto nas bolsas de valores, nas commodities e nos investimentos em geral. Em tempos de incerteza global, os mercados financeiros reagem de formas variadas, refletindo as mudanças no cenário internacional e os diferentes riscos envolvidos.

Leia mais:
  • OPINIÃO: Maduro e o fracasso venezuelano põem Brasil no centro das tensões
  • Eleições nos EUA: os desafios e problemas de Joe Biden
  • Com Biden X Trump, a volatilidade no cenário político dos EUA continua; e agora?
Cotações
15/03/2026 7h34 (delay 15min)
Câmbio
15/03/2026 7h34 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Um dos setores mais afetados é o de viagens e lazer. A expectativa de queda na demanda por viagens, causada pela incerteza e instabilidade, leva a quedas nas ações de companhias aéreas, hotéis e cruzeiros. Um exemplo recente disso são as perdas significativas nas ações de empresas como Marriott Vacations e Norwegian Cruise Line, que refletem o impacto das tensões globais em seus negócios. Além disso, empresas com operações em regiões de conflito, como Israel, Rússia, Ucrânia e China, enfrentam desafios adicionais, podendo até mesmo levar à liquidação de ativos, como aconteceu com os ETFs russos da VanEck após a invasão da Ucrânia.

Por outro lado, o setor de defesa frequentemente vê um aumento no valor de suas ações durante períodos de guerra. Empresas que produzem equipamentos militares ou prestam serviços relacionados à defesa tendem a se beneficiar da maior demanda por seus produtos. A AeroVironment, por exemplo, viu suas ações crescerem quase 30% recentemente, impulsionadas pela demanda por tecnologia militar em meio aos conflitos atuais.

Publicidade

As commodities também são extremamente sensíveis às tensões geopolíticas. O petróleo, em particular, reage rapidamente a qualquer instabilidade no Oriente Médio, uma região chave para a produção global de energia. Escaladas na região podem levar a aumentos significativos nos preços do petróleo, o que, por sua vez, pode elevar a inflação global e impactar negativamente o crescimento econômico. Além do petróleo, produtos como trigo, milho e metais preciosos também tendem a aumentar de preço durante conflitos, à medida que os investidores buscam segurança em ativos como o ouro, que historicamente se valoriza em tempos de incerteza.

Apesar dos impactos imediatos das guerras, nem todas as reações dos mercados são negativas. Muitas vezes, as bolsas de valores mostram uma surpreendente capacidade de recuperação após crises. O S&P 500, por exemplo, tende a se recuperar bem no ano seguinte a grandes eventos de crise, desde que não coincida com uma recessão. Isso demonstra que, embora as guerras causem turbulências, o mercado financeiro tem uma grande capacidade de ajuste e busca novos equilíbrios.

No entanto, o cenário atual é particularmente complexo. Conflitos como a guerra entre Israel e o Hamas, juntamente com a guerra na Ucrânia e a deterioração das relações entre os EUA e a China, estão provocando uma volatilidade elevada nos mercados. Isso faz com que investidores adotem uma postura defensiva, migrando para ativos considerados mais seguros, como o ouro e os títulos do Tesouro dos EUA, enquanto ações e commodities como o petróleo enfrentam alta volatilidade.

Esses exemplos sublinham a importância de entender como cada setor do mercado financeiro pode ser afetado durante um conflito e como estratégias de investimento precisam ser adaptadas para mitigar riscos e explorar oportunidades que surgem em tempos de crise.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Commodities

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Bilionários da tecnologia mantêm seus filhos longe das telas que os enriqueceram

  • 3

    Fundos do Itaú concentram 64% das debêntures da Raízen; AZ Quest tem 50% do GPA

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio à escalada do conflito no Irã e ao salto do petróleo

  • 5

    Banco do Brasil reforça consultoria e agências: 'Cliente quer contato humano'

Publicidade

Quer ler as Colunas de Thiago de Aragão em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Últimas: Colunas
O Imposto de Renda que revela seu patrimônio
Samir Choaib
O Imposto de Renda que revela seu patrimônio

Enquanto em muitos países se declara apenas a renda, o contribuinte brasileiro precisa atualizar anualmente um verdadeiro inventário perante o Estado

14/03/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O mercado financeiro ainda não conversa com metade do país — as mulheres
Eduardo Mira
O mercado financeiro ainda não conversa com metade do país — as mulheres

A principal ameaça financeira para muitas mulheres não está no risco de investir — mas em permanecer fora do mercado de capitais

13/03/2026 | 14h25 | Por Eduardo Mira
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre

“Ah, eu ganho pouco, não dá para poupar”. Se todos os brasileiros ganhassem o dobro, também dobrariam os gastos. Poupar não é sobre salário, é sobre disciplina

12/03/2026 | 13h51 | Por Fabrizio Gueratto
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões
Einar Rivero
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões

Levantamento com 79 companhias com base em formulários de referências na CVM aponta que elas investiram R$ 1,35 bilhão com remuneração dos principais executivos

11/03/2026 | 16h46 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador