Para o Citi, o tom do BTG melhorou, especialmente nas áreas de vendas e trading (compra e venda de ativos financeiros em um curto período de tempo), o que, junto com oportunidades sólidas de reinvestimento, torna o banco atraente. O banco diz que o Itaú é a sua principal escolha, citando a aceleração no crescimento dos empréstimos e a base de capital mais forte em relação a seus pares, além da qualidade de ativos controlada.
Sobre o Banco do Brasil, o Citi disse esperar uma contribuição menor da Patagonia para o NII, mas seu valuation (valor do ativo) e rendimento de dividendos continuam muito baixos para serem ignorados.
Já dentre as outras empresas, o Citi afirma que as tendências de lucratividade do Nubank devem continuar no Brasil, apesar de uma maior exposição ao risco. No entanto, México e empréstimos consignados devem levar mais tempo para contribuir.
O Santander continua a melhorar em relação à inadimplência, mas melhorias adicionais no retorno sobre o patrimônio (ROE) exigiriam uma maior disposição para riscos ou ganhos de eficiência mais significativos, o que não parece ser o caso por enquanto, segundo o Citi.
No Bradesco, as recentes melhorias no ROE vieram de provisões mais baixas, enquanto melhorias adicionais a partir de margens de juros mais fortes ainda são aguardadas, em meio a ganhos de eficiência limitados no curto prazo e uma posição de capital apertada, diz o Citi.
* Com informações do Broadcast