Em relatório, os analistas Vinicius Figueiredo, Lucca Generali Marquezini e Felipe Amâncio explicam que o rebaixamento tem como base o impacto do anúncio da última sexta-feira (18) sobre a descontinuação o guidance (projeções) para 2024, bem como a intenção de realizar otimizações no seu capital de giro, com redução do tempo de recebimento de clientes.
“O movimento inesperado no mercado colocou pressão significativa nas previsões da empresa para 2024 e 2025. A sensibilidade do mercado às dinâmicas de curto prazo fez com que os investidores ficassem menos dispostos a pagar antecipadamente por potenciais ganhos de longo prazo”, afirmam os analistas.
Apesar de o Itaú BBA apontar que as características de longo prazo permanecem atraentes, é preciso adotar uma abordagem mais cautelosa no curto prazo até que a companhia apresente um sinal mais claro de um ponto de inflexão nos resultados, diz o banco.