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Fusão entre Hypera (HYPE3) e EMS é um bom negócio? Confira as análises do mercado

A nova companhia pode nascer com receita de quase R$ 16 bilhões. Mas vale a pena?

Por Beatriz Capirazi e Danielle Fonseca

22/10/2024 | 12:15 Atualização: 22/10/2024 | 11:52

Hypera. (Foto: Divulgação/Hypera)
Hypera. (Foto: Divulgação/Hypera)

A Hypera (HYPE3) confirmou, na segunda-feira (21), que trouxe uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) e de combinação de negócios da NC Farma Participações (EMS), conforme antecipado pelo Broadcast.

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Por meio de fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia informou que o Conselho de Administração tomará providências para avaliação diligente da proposta, incluindo a contratação de assessores externos.

Mais cedo, o Broadcast antecipou que a EMS apresentou uma proposta de combinação de negócios com a Hypera, que poderá criar da maior empresa do setor farmacêutico da América Latina, segundo fontes.

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Caso o negócio seja aprovado, a nova companhia nascerá com receita líquida anual de quase R$ 16 bilhões e geração de caixa (medida por Ebitda – lucro antes de juros, depreciação, amortização e impostos) de quase R$ 5 bilhões. A oferta precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração da Hypera, bem como pelas autoridades reguladoras.

O preço oferecido será de R$ 30 por ação, valor 17% superior ao de sexta-feira (18), segundo fontes. A adesão não é obrigatória aos acionistas. A nova empresa criaria uma líder em todas as áreas da indústria: medicamentos de prescrição, genéricos, vendidos fora do balcão e hospitalares.

Análises sobre a proposta da Hypera

Citi

Uma possível combinação de negócios entre a Hypera e a EMS pode trazer uma “série de vantagens”, resultando em um “portfólio atraente” e “redução de gastos”, com a criação de uma nova companhia que se consolidaria como líder do mercado farmacêutico com “ampla margem”, avaliam o Citi, em relatório.

Do ponto de vista de portfólio, o banco destaca que a união combinaria a força da Hypera em OTCs (medicamento isentos de prescrição médica) com um posicionamento também forte da EMS em genéricos. Além disso, traria uma série de oportunidades de criação de valor para as marcas, avaliam os analistas Leandro Bastos e Renan Prata.

Pelos seus cálculos, com a união, haveria uma redução de até 20% das despesas de vendas, gerais e administrativas da Hypera em três anos e custos únicos de integração de R$ 160 milhões. A estimativa é que a nova companhia, se confirmada, teria Valor Presente Líquido (VPL) potencial de R$ 5 bilhões em VPL potencial, representando 11% do valor de mercado implícito.

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Apesar de prever diversas vantagens, o Citi pondera, contudo, que as discussões sobre avaliação e/ou estrutura de um negócio deste porte geralmente não são simples e deve contar com desafios naturais para integração de diferentes culturas, canais e sistemas corporativos, por exemplo.

O Citi tem recomendação neutra para Hypera, com preço-alvo de R$ 31 para a ação, um upside de 18,50% em relação ao fechamento desta segunda-feira (21).

Itaú BBA

O Itaú BBA avalia que uma potencial combinação de Hypera e EMS teriam sinergias “muito prováveis”, destacando que o negócio faz sentido do ponto de vista operacional, pois poderia criar um líder no segmento farmacêutico com oportunidades de sinergia que podem aumentar a rentabilidade da empresa combinada, o poder de barganha tanto com fornecedores quanto com clientes, e o posicionamento estratégico.

“Acreditamos que não é provável que a oferta pública de aquisição seja aceita a R$ 30/ação. Devemos aguardar os próximos desenvolvimentos desta história”, avaliam os analistas, lembrando que uma discussão de uma possível fusão e aquisição entre as duas empresas já ocorreu no passado, quando a Hypera estava muito mais valorizada.

Em relatório, os analistas Vinicius Figueiredo, Lucca Generali Marquezini e Felipe Amâncio apontam que, de acordo com verificações de canais, órgãos antitruste seriam uma questão importante neste aspecto, já que as empresas não parecem ter sobreposição de portfólio, com a EMS focada principalmente em genéricos e a Hypera em medicamentos de venda livre (OTC).

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O Itaú BBA tem recomendação market perform (o equivalente a neutra) para a Hypera, com preço-alvo de R$ 29 para 2025, o que representa um potencial de valorização de 10% sobre o fechamento da véspera.

Goldman

Em uma eventual combinação de negócios de Hypera e EMS, o Goldman avalia que as companhias poderiam balancear as suas vendas entre OTC e genéricos. Na avaliação do banco, EMS possui uma forte atuação no segmento de genéricos, que corresponde a 42% de suas vendas, em contraste com os 13% da Hypera, em um mercado competitivo com barreiras de entrada reduzidas. Em contrapartida, a Hypera tem uma maior presença no mercado OTC, com 23% de suas vendas, em comparação com 3% da EMS.

Por outro lado, os analistas Gustavo Miele e Emerson Vieira avaliam como positivo o sólido crescimento do Ebitda que a EMS tem tido, além da companhia apresentar uma rentabilidade saudável e uma posição de liderança de mercado.

Na avaliação do banco, a fusão entre Hypera e EMS indicaria um aumento do Ebitda da EMS de 17% de 2020 a 2024, com uma margem Ebitda de 35% e uma participação de mercado de 9,6% em 2023, superior aos 8,5% da Hypera.

O Goldman mantém uma recomendação neutra para Hypera (HYPE3), com preço-alvo de R$ 31,50, o que representa um potencial de valorização de 20,4% sobre o fechamento da véspera.

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* Com informações do Broadcast

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