O mercado acionário de Tóquio, contudo, recuou devido à ameaça de novas restrições para combater a segunda onda da pandemia no Japão. Na China continental, o índice Shanghai Composto ganhou 0,86%, a 3.502,96 pontos, e o Shenzhen avançou 2,46%, a 14.827,47 pontos.
Com isso, a desaceleração do índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da China de 54,9 em novembro para 53,0 pontos em dezembro, como informado na noite de ontem (pelo horário de Brasília) pelos institutos IHS Markit e a Caixin, acabou apenas monitorada.
O índice Kospi, da Bolsa de Seul, seguiu a tendência compradora e se fortaleceu 2,47%, aos 2.944,45, acompanhado pelo Hang Seng, de Hong Kong, que ganhou 0,89%, aos 27.472,81 pontos, e pelo S&P/ASX 200, da Bolsa de Sidney, que fechou em alta de 1,47%, aos 6.684,20 pontos. Só a bolsa de Tóquio foi na contramão. Por lá, o índice Nikkei começou o novo ano em baixa de 0,68%, a 27.258,38 pontos.
Isso porque o governo do Japão avalia declarar estado de emergência na região de Tóquio, capital do país e importante centro financeiro global, para frear a propagação da covid-19.
A medida, solicitada pela governadora Yoshihide Suga, pode ser implementada após a nação asiática registrar, na véspera de ano-novo, 1.337 casos do novo coronavírus em um único dia.