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Colunista

A geopolítica global em 2025: uma nova era de rivalidade e adaptação, com Trump

A vitória do republicano nas eleições americanas trouxe desafios para os mercados internacionais

Por Thiago de Aragão

06/11/2024 | 13:59 Atualização: 06/11/2024 | 14:23

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As eleições presidenciais dos Estados Unidos acontecem nesta terça-feira (5). (Foto: Adobe Stock)
As eleições presidenciais dos Estados Unidos acontecem nesta terça-feira (5). (Foto: Adobe Stock)

Em 2025, o cenário geopolítico internacional está em uma encruzilhada, com dinâmicas de poder em transformação e tensões crescentes entre grandes potências. A vitória de Donald Trump nas eleições americanas trouxe consigo uma onda de isolacionismo, enquanto países como China e Índia ganham cada vez mais influência, impulsionando o mundo para uma estrutura multipolar.

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Em meio a essas mudanças, três grandes forças se destacam: a competição tecnológica, o impacto das mudanças climáticas e a redefinição das alianças globais. Essa nova realidade traz consigo uma mistura de incertezas e oportunidades, e exige uma adaptação rápida e estratégica das nações ao redor do globo.

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Com o retorno de Donald Trump ao poder, os Estados Unidos adotam uma postura mais isolacionista, reduzindo seu envolvimento em alianças tradicionais e minimizando a participação em organizações multilaterais. Essa mudança cria um vácuo de liderança que outras potências, como a China, estão prontas para ocupar.

O isolacionismo de Donald Trump não só reconfigura a diplomacia americana, mas também transforma o equilíbrio de poder global, aumentando a fragmentação e incentivando a formação de blocos regionais. Países da Europa, do Leste Asiático e até da América Latina são forçados a buscar alternativas que garantam sua segurança e crescimento econômico sem depender do apoio irrestrito dos EUA.

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Por outro lado, este movimento gera uma oportunidade para que outras nações desenvolvam suas capacidades internas e formem alianças inéditas. É um momento crucial em que as potências médias, que historicamente mantiveram neutralidade, possam finalmente assumir papéis mais estratégicos e moldar as novas regras do jogo. O mundo, assim, caminha para uma era de rivalidade multipolar, onde a política externa de cada país deve ser flexível e adaptável às novas realidades regionais.

Nova ordem geopolítica e a corrida pela supremacia tecnológica

Um dos pilares desta nova ordem geopolítica é a corrida pela supremacia tecnológica. A inteligência artificial, a biotecnologia e a energia renovável estão no centro das atenções, com cada nação buscando uma vantagem competitiva.

A China avança rapidamente com sua própria agenda de desenvolvimento tecnológico, enquanto os Estados Unidos, agora com Trump de volta ao poder, enfrentam o dilema de manter a liderança tecnológica em um mundo cada vez mais descentralizado. A questão não é apenas econômica, mas estratégica; o país que liderar em IA, por exemplo, terá a capacidade de controlar fluxos de informações e moldar as narrativas globais.

O impacto dessa corrida tecnológica vai além da competição entre nações. As grandes empresas de tecnologia, com presença e influência global, tornam-se atores políticos de peso, capazes de desafiar e até influenciar diretamente políticas nacionais. Esse cenário levanta questões éticas complexas, principalmente em relação à privacidade, aos direitos civis e ao controle de informações. A governança dessas tecnologias se tornará um dos grandes desafios da década e poderá definir as regras do poder no século 21.

Outro grande desafio que influencia a geopolítica de 2025 são o impacto das mudanças climáticas e a crise de custo de vida que afeta grande parte da população mundial. Eventos climáticos extremos intensificam-se, impondo uma nova urgência às questões de sustentabilidade e transição energética.

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Para muitos países, a mudança climática não é apenas uma ameaça futura, mas uma realidade que demanda respostas imediatas. O recente aumento nos preços de bens essenciais criou uma crise global de custo de vida, aprofundando as desigualdades e gerando instabilidade social em diversas regiões.

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A postura isolacionista dos EUA sob o novo presidente torna essa questão ainda mais complexa, uma vez que enfraquece as possibilidades de cooperação global para enfrentar os desafios climáticos. Outras nações, especialmente nações da União Europeia, assumem a liderança nesse campo, promovendo políticas energéticas e ambientais mais rigorosas.

Em resposta, alguns países da América Latina e da Ásia também adotam medidas para fortalecer suas políticas internas de sustentabilidade, promovendo inovações no campo da energia limpa e buscando alternativas para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

À medida que os EUA reduzem sua presença global, conflitos regionais se tornam mais frequentes. Sem a intervenção direta das grandes potências, nações menores encontram espaço para resolver disputas locais, mas também correm o risco de intensificar confrontos por falta de mecanismos de mediação.

A ausência de uma liderança global clara torna o ambiente mais volátil, e as organizações internacionais lutam para se manterem relevantes diante dessa nova realidade. O Oriente Médio, o Leste Asiático e partes da África são algumas das regiões onde a instabilidade pode facilmente escalar, com consequências diretas para a economia global, como interrupções nas cadeias de abastecimento e flutuações nos preços dos combustíveis.

Oportunidade para a consolidação de blocos regionais

Por outro lado, essa fragmentação cria uma oportunidade para a consolidação de blocos regionais, cada um com normas, alianças e acordos próprios. Essa rivalidade multipolar significa que as potências globais evitam confrontos diretos, mas competem em campos variados – desde comércio e investimentos até influência cultural. Essa fragmentação também leva a uma adaptação das rotas comerciais e uma reorganização das cadeias produtivas para acomodar a nova estrutura política e econômica.

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A geopolítica de 2025 é marcada por incertezas, mas também por possibilidades de inovação e adaptação. O novo isolacionismo americano e o avanço da China e de outras potências emergentes indicam uma fase de transição para um mundo mais fragmentado e imprevisível. Países que souberem navegar entre essas potências, investindo em inovação tecnológica, políticas sustentáveis e alianças estratégicas, estarão mais preparados para enfrentar os desafios futuros.

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Estamos diante de uma era em que as decisões geopolíticas serão mais rápidas e a estabilidade global, mais frágil. Neste cenário, a flexibilidade, a inovação e a diplomacia cuidadosa serão fundamentais para garantir não apenas o sucesso, mas também a sobrevivência de nações e corporações após a eleição de Donald Trump.

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