• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Por que conflitos geracionais estão corroendo o lucro das empresas? Entenda

Pela primeira vez na história, quatro gerações convivem simultaneamente no mercado de trabalho

Por Ana Paula Hornos

30/11/2024 | 6:00 Atualização: 29/11/2024 | 13:48

Receba esta Coluna no seu e-mail
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)

Vivemos um momento único na história. Pela primeira vez, quatro gerações convivem simultaneamente no mercado de trabalho. De Baby Boomers a Geração Z, cada uma carrega marcas de sua época: a resiliência em tempos de escassez, a busca por equilíbrio ou a ousadia de questionar tradições. Essa diversidade, porém, tem sido mais uma fonte de atrito do que de inovação — um cenário que impacta não só a cultura organizacional, mas também o desempenho financeiro das empresas.

Leia mais:
  • A jornada 6×1 acaba, mas a felicidade chega?
  • Quem dá o tom e controla o bolso? A dança financeira das gerações
  • Por que ignorar a Geração Z pode custar caro
Cotações
10/02/2026 2h05 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 2h05 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Recentemente, uma jovem da Geração Z viralizou nas redes sociais ao relatar que foi rejeitada em um processo seletivo, apontando os estereótipos como barreira. Seu caso revela um problema maior: rótulos simplistas que afastam o indivíduo de suas potencialidades. Afinal, o que significa ser “muito jovem” ou “muito antigo”? Esses preconceitos, além de minarem a convivência, escondem custos econômicos significativos.

Um estudo das consultorias ASTD Workforce Development e VitalSmarts (hoje Aspectum) mostra que uma em cada três pessoas desperdiça pelo menos cinco horas semanais em conflitos entre colegas de diferentes gerações. Isso representa 12% de perda de produtividade — tempo que poderia ser revertido em projetos, inovação e resultados concretos.

Publicidade

No Brasil, esse problema é ainda mais crítico: temos uma das maiores taxas globais de rotatividade no trabalho. Um estudo realizado pela Robert Half mostra que o Brasil lidera o índice de rotatividade de funcionários em todo o mundo, com 56% de turnover. Cada demissão significa gastos adicionais com recrutamento, treinamento e perda de know-how, corroendo margens e impactando a competitividade.

Esses números não são abstrações: eles aparecem no balanço financeiro das empresas. Investimentos em gestão de pessoas, cultura organizacional e alinhamento intergeracional são mais baratos do que o custo de apagar incêndios gerados por conflitos internos. Mas, em vez disso, o que muitas vezes vemos são soluções superficiais: mesas de ping-pong, happy hours ou frases motivacionais estampadas nas paredes. Essas iniciativas podem ter boa intenção, mas não resolvem os verdadeiros desafios estruturais.

Para enfrentar esse problema, é preciso entender o que une as gerações. Todos, independentemente da idade, buscam pertencimento, reconhecimento e propósito. Sentir-se parte de algo maior, saber que seu trabalho importa e enxergar possibilidades de crescimento são necessidades universais. E quando essas necessidades são atendidas, o impacto aparece diretamente na performance financeira.

Programas de mentoria intergeracional são um exemplo de como alinhar gerações pode trazer resultados concretos. Ao unir jovens, que trazem frescor e inovação, com profissionais experientes, que oferecem visão estratégica e resiliência, as empresas criam um ciclo virtuoso de aprendizado e engajamento. Isso reduz atritos, melhora o clima organizacional e aumenta a produtividade.

Publicidade

Outro ponto fundamental é a Proposta de Valor ao Empregado (EVP). Empresas que investem em EVP conseguem alinhar seus valores e objetivos aos de seus colaboradores. Isso não só atrai, mas também retém talentos, evitando os custos elevados do turnover. Mais do que oferecer salários competitivos, é necessário construir um ambiente que promova conexão e crescimento.

No ambiente de trabalho, não somos Geração Z, X ou Baby Boomers. Somos colaboradores, unidos por um objetivo comum. Quando abandonamos os rótulos, abrimos espaço para que o coletivo floresça. E, nesse espaço, as diferenças não são fonte de conflitos, mas trampolins para inovação.

O custo de insistir nos estereótipos é alto demais. No entanto, o retorno financeiro e estratégico de construir pontes é inestimável. Afinal, quando diferentes gerações trabalham juntas, o impacto positivo vai além do balanço: ele transforma empresas e sociedade, gerando crescimento sustentável e resultados sólidos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • baby boomers
  • Brasil
  • Emprego
  • geração z
  • mercado de trabalho
  • trabalho

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os melhores cartões de crédito de 2026 para milhas, cashback e mais vantagens

  • 2

    O luxo do isolamento total: por que investidores estão comprando vilas inteiras na Europa

  • 3

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 4

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 5

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

Publicidade

Quer ler as Colunas de Ana Paula Hornos em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Imagem principal sobre o Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Logo E-Investidor
Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Imagem principal sobre o FGTS Digital: o que é e para que serve?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: o que é e para que serve?
Últimas: Colunas
Mercado financeiro: a dúvida sobre um possível apoio de Tarcísio a Flávio
Erich Decat
Mercado financeiro: a dúvida sobre um possível apoio de Tarcísio a Flávio

Mercado financeiro avalia cenários para 2026 e 2030 diante do avanço de Flávio Bolsonaro e da possível ausência de Tarcísio de Freitas na disputa presidencial

09/02/2026 | 14h38 | Por Erich Decat
Crise de saúde mental: todos veem, poucos encaram o custo no trabalho
Ana Paula Hornos
Crise de saúde mental: todos veem, poucos encaram o custo no trabalho

Por que o sofrimento psíquico deixou de ser assunto privado e entrou na agenda das empresas, da governança e da lei (NR-01)

07/02/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
Investir em conexões fortalece o futuro dos negócios
Carol Paiffer
Investir em conexões fortalece o futuro dos negócios

Em um mundo obcecado por performance, relações genuínas ganham peso estratégico ao impulsionar bem-estar, longevidade e inovação nos negócios

06/02/2026 | 19h29 | Por Carol Paiffer
OPINIÃO. Caso Fictor revela como o investidor brinca de cassino
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Caso Fictor revela como o investidor brinca de cassino

Episódio expõe a ilusão do retorno fácil e como a falta de diligência transforma investimento em aposta

05/02/2026 | 16h55 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador