Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para março encerrou o dia com ganho de 1,15%, a US$ 3,6055 a libra-peso. Já no pregão eletrônico da London Mercantile Exchange (LME), o cobre subia 1,42%, a US$ 7.976,00 por tonelada, às 15h30 de Brasília. “Muitos participantes do mercado aparentemente esperam que a demanda por metais aumente, principalmente graças às medidas de estímulo econômico”, diz o analista Daniel Briesemann, do Commerzbank.
O banco alemão destaca que o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, deve detalhar seu plano econômico ainda nesta semana, com uma proposta de pacote fiscal na casa dos trilhões de dólares. Depois de ter sido penalizado pela aversão a risco ontem, o cobre foi apoiado pela desvalorização do dólar ante os pares. No horário citado acima, o índice DXY, que mede a variação da moeda americana contra seis rivais, caía 0,29%, a 90,200 pontos.
No radar dos investidores, está o segundo processo de impeachment contra o presidente dos EUA, Donald Trump, e o avanço da covid-19. Entre outros metais negociados na LME, no mesmo horário citado acima, a tonelada do alumínio subia 0,80%, a US$ 2.025,50, a do chumbo avançava 2,87%, a US$ 2.023,00, a do níquel tinha alta de 3,39%, a US$ 17.665,00, a do estanho operava com ganho de 1,35%, a US$ 20.980,00, e a do zinco ganhava 0,65%, a US$ 2.785,50.