O cobre para março fechou em alta de 1,88%, a US$ 4,2755 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). O cobre para três meses era negociado em alta de 1,48%, a US$ 9.227,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), por volta das 15h30 (de Brasília).
O Rabobank avalia que a notícia de que a China mudou a sua posição em relação à política monetária de prudente para “moderadamente frouxa” pela primeira vez em 14 anos pode marcar uma mudança radical no sentido do apoio político no país asiático. “Há razões para estarmos otimistas. Esta foi a primeira vez desde 2008 que a China adotou uma postura ´moderadamente frouxa, tendo mantido uma posição prudente desde 2010”, escreveram analistas.
No entanto, o banco holandês observa que as autoridades chinesas frustraram repetidamente as esperanças de estímulo do mercado. Esse histórico, combinado com a incerteza sobre o tamanho das novas tarifas, garantiu uma reação limitada às notícias de hoje. Os riscos geopolíticos e a continuidade das dúvidas sobre até que ponto o ciclo de flexibilização da Federal Reserve (Fed) progredirá também pesaram sobre o apetite pelo risco.
O TD Securities aponta que, durante semanas, notou que os traders de Xangai se posicionaram nos metais básicos, antes do sinal mais forte do Politubro da China. Em contraste, os traders ocidentais abandonaram em grande parte as suas posições por receio de que as tarifas prejudicassem o crescimento do resto do mundo.
No mesmo horário, a tonelada do alumínio caía 0,40%, a US$ 2.597,00. A do estanho subia 3,06%, a US$ 29.970,00. A do zinco tinha alta de 1,82%, a US$ 3.128,00. A tonelada do chumbo tinha queda de 0,02% a US$ 2.066,00. E o níquel tinha alta de 0,13%, a US$ 16.015,00.