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Juros fecham em forte queda apoiados pela melhora da percepção de risco fiscal

O recuo das taxas se deu na contramão da abertura da curva americana e da leitura negativa de dado da inflação

Por Denise Abarca

10/12/2024 | 18:51 Atualização: 10/12/2024 | 18:51

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a terça-feira (10) em forte queda, num movimento de correção em função da melhora na avaliação de risco fiscal de curto e de longo prazo, respectivamente, via sinalização da Câmara sobre o pacote de corte de gastos e percepção de que o cenário eleitoral estará mais aberto para 2026 caso Lula – que hoje passou por uma cirurgia craniana – esteja fora da disputa. O recuo das taxas se deu na contramão da abertura da curva americana e da leitura negativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro.

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 fechou em 14,37%, de 14,55% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2027 caiu de 14,99% para 14,64% (mínima). O DI para janeiro de 2029 terminou com taxa de 14,23% (mínima), ante 14,70% ontem.

As taxas toda estiveram em baixa, mas a ponta longa se destacou em função da melhora na percepção de risco fiscal.
A economista-chefe da Mirae Asset, Marianna Costa, explica que a curva vinha muito esticada nas últimas duas sessões diante dos temores de que a votação das medidas fiscais ficasse para 2025, reforçados pela decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de rejeitar o pedido do governo sobre emendas parlamentares. “Mas a informação de que o governo vai permitir o pagamento de R$ 6,4 bilhões em emendas aumenta as chances de que alguma coisa passe no Congresso este ano, acalmando os ânimos”, disse. Com isso, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou ontem que pode destravar a tramitação do pacote.

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No fim do dia, as taxas voltaram a renovar mínimas, diante da confirmação do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, de que o governo dará início a um “amplo processo de liberação de emendas”.

Outro foco, que afeta mais o sentimento a longo prazo, foi o noticiário em torno da cirurgia do presidente Lula, que teve de ser operado às pressas nesta madrugada após uma hemorragia intracraniana derivada do tombo que sofreu em outubro. Segundo a equipe médica, o presidente responde bem à intervenção no pós-operatório e não terá sequelas.

De todo modo, o episódio, na leitura do mercado, coloca em xeque a possibilidade de Lula concorrer à reeleição em 2026, o que é visto com certo alívio do ponto de vista das contas públicas. Nas últimas semanas, tem sido alvo de pesadas críticas a decisão do governo de implantar a ampliação da faixa de isenção de Imposto de Renda para rendimentos acima de R$ 5 mil, vista como populista num momento que exige enxugamento de gastos, embora seja uma promessa de campanha de Lula.

“A reação do mercado se dá em cima da ideia de que o cenário político para 2026 ficaria mais aberto, reduzindo a probabilidade de reeleição e aumentando a chance de candidatos com uma postura fiscal mais rigorosa”, afirma Costa.

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A despeito do recuo das taxas, o quadro das apostas para o Copom segue sem alteração. A curva continuava nesta tarde precificando quase que integralmente um aumento de 1 ponto porcentual na Selic nas reuniões de amanhã e janeiro, mas a projeção de taxa terminal voltava um pouco em relação a ontem, de 15,80% para 15,50%.

O IPCA de novembro ficou em segundo plano, mesmo com a taxa de 0,39% tendo superado a mediana das estimativas do mercado (0,36%). A taxa em 12 meses atingiu 4,87% e a leitura dos preços de abertura foi negativa.

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