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Tempo Real

Juros fecham em forte alta com tensão fiscal e decisão do Fed no radar; saiba mais

Após o comunicado do BC americano, as taxas ampliaram alta a mais de 50 pontos

Por Denise Abarca

18/12/2024 | 18:55 Atualização: 18/12/2024 | 18:55

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros voltaram a fechar com alta expressiva. A manhã já tinha sido caótica, com taxas subindo em torno de 20 pontos-base, pressionada por fatores técnicos e ainda com a tensão fiscal e monetária no pano de fundo.

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À tarde, ampliaram a alta a mais de 50 pontos depois dos recados “hawkish” (duro) do Federal Reserve (Fed, BC americano) no comunicado da decisão e na entrevista de Jerome Powell.

Na ponta curta, a precificação de Selic terminal já bateu em 17%. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 encerrou em 15,38%, de 15,08% no ajuste de terça-feira (17), e a do DI para janeiro de 2027 saltou a 15,84%, de 15,41% de terça-feira (17). A taxa do DI para janeiro de 2029 terminou em 15,54%, de 15,11%.

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A expectativa era de uma quarta-feira de menor estresse, considerando a aprovação de parte dos projetos fiscais e da reforma tributária ontem no Congresso, além da decisão do Tesouro de atuar simultaneamente com venda e recompra de títulos, dando saída a detentores dos papéis no ambiente atual de baixo apetite pelo risco.

Até meados da manhã a ponta longa até esteve bem comportada, mas depois o nervosismo voltou a tomar conta. “Achei que seria um dia bom, até porque ainda teve a notícia de que vão botar o salário mínimo para votar mais tarde, provavelmente. Mas o dia mostra que o mercado está totalmente não racional, não tem mais tanto fundamento. É um mercado de total desconfiança, que não dá mais credibilidade para o que o governo promete”, afirma a economista-chefe da B.Side Investimentos, Helena Veronese.

Ela lembra ainda que a escalada das taxas e do câmbio desafiou as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que procurou mostrar confiança na preservação do pacote durante a tramitação no Congresso e otimismo quanto às aprovações em tempo hábil.

“Me parece que o pacote já não faz mais preço. Até porque tem medo de desidratar, tem a história do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Está chegando o fim da semana e eles não aprovaram quase nada”, disse Veronese, para quem uma melhora consistente dos ativos agora está na dependência de mais medidas fiscais. Haddad já disse mais de uma vez que, se necessário, vai levar novas medidas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Já com a curva bastante pressionada, à tarde veio a decisão do Fed, que, como esperado, reduziu os juros para a faixa entre 4,25% e 4,50%, mas sinalizou que será mais cuidadoso com o processo de relaxamento no ano que vem.

Powell endossou o statement ao afirmar que os juros estão perto do nível neutro e que é preciso mais progresso na inflação para que continue cortando os juros. No fim da tarde, a chance de manutenção da taxa na reunião de janeiro subia a 88,5%, de 79,9% antes da decisão.

Os rendimentos dos Treasuries avançaram, com o da T-Note de dez anos voltando a 4,50% nas máximas à tarde. Nos aspectos técnicos da sessão, o destaque foram os leilões de compra e venda de Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F), que supostamente trariam um pouco mais de alívio ao mercado.

Na última terça-feira, o Tesouro cancelou a venda de prefixados de amanhã e informou faria três leilões, de compra e venda nesta quarta-feira, quinta (19) e sexta (20), e hoje anunciou que atuaria com NTN-F.

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Na venda, ofertou 1,2 milhão de títulos para 2029, 2031, 2033 e 2035, mas não aceitou propostas. Na compra, adquiriu apenas 400 mil da oferta de 4 milhões, com 1 milhão em cada um daqueles quatro vencimentos. A esticada das taxas se deu também na ponta curta.

A precificação de aumento de 1,5 ponto de juros da Selic no Comitê de Política Monetária (Copom) de janeiro não só é consenso como também já aparecem apostas de 1,75 ponto. A taxa terminal projetada no fim do dia era de 17,05%, com a crescente avaliação de que a política monetária terá de “consertar” os efeitos da desordem fiscal, segundo analistas.

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