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BC vende US$ 3 bi em leilão à vista e alcança novo recorde de intervenções no câmbio

Na oferta desta quinta-feira, nove propostas foram aceitas

Por Eduardo Rodrigues

26/12/2024 | 9:44 Atualização: 26/12/2024 | 10:42

BC realiza leilões de dólar. (Foto: Adobe Stock)
BC realiza leilões de dólar. (Foto: Adobe Stock)

O Banco Central (BC) vendeu nesta quinta-feira (26) a oferta integral de US$ 3 bilhões em um leilão à vista de dólares referenciado à taxa Ptax (taxa de referência para as operações de câmbio no mercado financeiro). O diferencial de corte do certame foi de 0,000100. Nove propostas foram aceitas.

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Com essa intervenção de dólar, o BC já despejou, desde 12 de dezembro, US$ 19,760 bilhões em leilões à vista no mercado. É a maior injeção de recursos em um único mês da história do regime flutuante de câmbio, acima dos US$ 12,054 bilhões vendidos em março de 2020, durante a pandemia de covid-19.

Na terça-feira, o dólar subiu no exterior em meio ao otimismo com os ativos americanos, mas os mercados locais estavam fechados em véspera do Natal. Na última segunda-feira, sem a realização de leilões extraordinários no câmbio, o dólar à vista encerrou em alta de 1,86%, a R$ 6,1851 – segundo maior valor nominal de fechamento da história.

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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, atribuiu o fluxo negativo ao aumento de pagamentos de dividendos e ao movimento de pessoa física. O BC destacou ainda que o repasse da alta do dólar aos preços ao consumidor (pass through) está mais intenso devido ao crescimento acelerado da economia brasileira, acima de sua capacidade, e às incertezas fiscais e inflacionárias.

Na ata do Copom de dezembro, que elevou a Selic para 12,25% ao ano, o BC apontou que o repasse aumenta com demanda forte, expectativas desancoradas ou câmbio persistente. Segundo o economista João Fernandes, a economia enfrenta desequilíbrios, com demanda superior à oferta.

A reação negativa no Congresso à suspensão do pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas, que estava previsto até o fim do ano, pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), traz riscos à votação do Orçamento de 2025, o que preocupa o governo e pode afetar o apetite por ativos de risco.

O BC realiza hoje também a rolagem habitual de swap cambial (11h30). Lá fora, os investidores vão acompanhar a pesquisa semanal dos EUA sobre pedidos de auxílio-desemprego (10h30). Na agenda local, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 1,0 ponto na passagem de novembro para dezembro e encerrou o ano com 99,6 pontos, após recuar em setembro, outubro e novembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou queda de 0,3 ponto na média móvel trimestral, o terceiro recuo consecutivo nesta métrica.

O que são os leilões de dólar do Banco Central?

Durante os leilões, a autoridade monetária oferece dólares diretamente aos participantes do mercado, como bancos e instituições financeiras. Essas operações representam ferramentas utilizadas para regular a liquidez e dar suporte à estabilidade cambial.

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Como mostramos nesta matéria, os leilões ajudam a conter a alta do dólar ao aumentar a oferta de moeda estrangeira no mercado, reduzindo a pressão causada por movimentos especulativos ou desequilíbrios momentâneos entre oferta e demanda.

O BC conta com um cadastro de dealers de câmbio – bancos e corretoras que atuam como seus intermediários. Esses dealers não são sempre os mesmos, variando de tempos em tempos conforme os critérios estabelecidos para o seu credenciamento.

Durante um leilão, esses participantes fazem uma cotação eletrônica, em que cada dealer pode mandar as suas propostas no limite pré-estipulado pelo Banco Central. Posteriormente, essas ofertas são analisadas: algumas são descartadas e outras, validadas.

As propostas são enviadas por meio da plataforma disponível na internet neste endereço do site do BC. No leilão de dólares de quinta-feira (26), cada dealer de câmbio poderá enviar até três ofertas.

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