As vendas líquidas consolidadas devem crescer 9% na comparação anual, sustentadas por um SSS ainda sólido de 10,4% (em comparação com 16% no terceiro trimestre), acima da Lojas Renner (LREN3) (que crescerá 8,6%). Segundo a corretora, a C&A continua se beneficiando de coleções assertivas, iniciativas internas e do C&A Pay, as quais compensam a otimização de Fashiontronics (-10% ano a ano).
A XP também afirma que a rentabilidade da companhia deve permanecer sólida, com a margem bruta consolidada crescendo 1,9 p.p. ante o quarto trimestre de 2023, principalmente pela maior participação de produtos de beleza em fashiontronics (+8,6p.p.).
“Além disso, estimamos que a margem Ebitda ajustada (ex-IFRS) suba 0,3p.p., impactada pelo aumento dos investimentos da C&A na Energia C&A e em marketing”, afirmam Danniela Eiger, Gustavo Senday, e Laryssa Sumer, em relatório.
O lucro líquido da C&A, assim, deve atingir R$ 209 milhões, apoiado por melhores resultados operacionais, segundo a XP.