O BB espera que a margem financeira bruta fique entre R$ 111 bilhões e R$ 115 bilhões, o que significaria crescimento entre 6,8% e 10,7% em um ano. Para a receita com prestação de serviços, a expectativa é de arrecadação entre R$ 34,5 bilhões e R$ 36,5 bilhões, faixa que varia de queda de 2,8% a alta de igual magnitude.
As despesas com provisões contra a inadimplência devem somar de R$ 38 bilhões e R$ 42 bilhões, enquanto no ano passado ficaram em R$ 35,7 bilhões. Já as despesas administrativas devem ficar entre R$ 38,5 bilhões e R$ 40 bilhões, alta entre 4,1% e 8,1% em um ano.
No ano passado, a carteira de crédito do Banco do Brasil cresceu 15,3%. Em 2025, a projeção do BB é de alta entre 5,5% e 9,5%, puxada pelo segmento de pessoas físicas, que deve crescer entre 7% e 11%. A carteira de empresas deve subir de 4% a 8%. Para o agronegócio, a perspectiva é de alta entre 5% e 9%.