No início da tarde, o dólar ganhou força e se firmou em alta, renovando máxima tanto no segmento à vista quanto no futuro. Além da piora do sentimento ao risco no exterior, com aprofundamento das perdas do petróleo e mínimas das bolsas em Nova York após relatos de identificação de novo coronavírus na China, operadores citam desconforto com falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a abertura de crédito extraordinário em torno de R$ 4 bilhões para linhas do plano Safra.
O dólar à vista teve alta de 0,7% no acumulado da semana. É a primeira alta semanal da moeda americana frente ao real desde o início de 2025 e interrompe uma sequência de 7 semanas de queda, que vinha desde o final de dezembro de 2024, segundo dados do Investing.com.