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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje; bitcoin oscila

Reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, esteve no radar dos mercados

Por Pedro Lima

28/02/2025 | 18:23 Atualização: 28/02/2025 | 18:23

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira (28), após uma sessão de volatilidade e de repetidas inversões de sinal em meio a discussões entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky no Salão Oval. Inicialmente, o mercado reagiu em baixa às manchetes de tensões na Casa Branca, mas acabou engrenando uma recuperação. A expectativa reforçada de corte das taxas de juros pelo Federal Reserve após dados de inflação em linha com o esperado e queda dos gastos com consumidor nos EUA também impulsionou Wall Street. O dólar também subiu ante outras moedas, enquanto os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) caíram. O bitcoin, por sua vez, operou com volatilidade.

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O índice Dow Jones subiu 1,39%, a 43.840,91 pontos, o S&P 500 avançou 1,59%, a 5.954,50 pontos, e o Nasdaq ganhou 1,63%, aos 18.847,28 pontos. Na variação mensal, o índice Dow Jones recuou 1,31%, o S&P 500 cedeu 0,69% e o Nasdaq caiu 2,81%.

O encontro resultou em críticas ao comportamento do líder ucraniano e frustrou a expectativa de assinatura de um acordo de exploração de minerais ucranianos pelos EUA. Após a confusão, Zelensky deixou a Casa Branca e Trump afirmou que o ucraniano poderá retornar “quando estiver pronto para a paz”. Mais cedo, durante o aumento das tensões entre Trump e Zelensky nas discussões no Salão Oval, os índices de Wall Street caíram brevemente, mas se recuperaram logo em seguida.

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O Bank of America (BofA) alerta que “a confusão e a incerteza minam a confiança, afetando os investimentos”. Embora o mercado ainda esteja “em bom equilíbrio”, o banco observa que, se Trump não adotar políticas mais favoráveis aos negócios, a confiança pode continuar a cair. A Nvidia inverteu sinal ao longo do dia e fechou com alta de 3,87%, recuperando-se após ter registrado uma queda de 8,5% na sessão anterior, ainda reflexo de seu último balanço, que mostrou receita acima das expectativas, mas com margem de lucro reduzida.

A Dell despencou 4,7%, com previsão de lucro abaixo das expectativas para o primeiro trimestre. A HP (-6,8%) seguiu a mesma linha de perdas devido ao mesmo motivo. Por outro lado, a SoundHound AI deu um salto de 18%, impulsionada por bons resultados corporativos. A Acadia Healthcare caiu 26%, após divulgar um guidance desanimador para o ano. A Tesla, após seis sessões consecutivas de perdas, subiu 3,9%.

Juros dos EUA recuam

Os rendimentos dos Treasuries operam em queda. A não assinatura de um acordo de exploração de minerais na Ucrânia pelos Estados Unidos, visto como um passo importante para encerrar a guerra com a Rússia, pesou e induziu a busca por ativos seguros como os títulos do Tesouro americano. Mais cedo, a divulgação de dados econômicos dos EUA também contribuiu para a pressão baixista sobre os juros. Além disso, investidores seguem atentos às políticas tarifárias do presidente Donald Trump, com novas tarifas previstas para o início da próxima semana.

Neste fim de tarde, o retorno da T-note de 2 anos caía a 3,984%, o rendimento de 10 anos tinha queda a 4,195% e o juro do T-bond de 30 anos recuava a 4,471%.

Durante a sessão, o juro da T-note de 2 anos chegou a cair para 3,982% após Trump ter pedido para Volodymyr Zelensky deixar a Casa Branca na tarde de hoje, depois de cancelar encontro bilateral. Foi a primeira vez desde 21 de outubro de 2024 que o rendimento de 2 anos ficou abaixo de 4%, quando atingiu 3,946%, marcando seu menor nível desde então.

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Pouco antes, Trump acusou o líder ucraniano de “brincar com a terceira guerra mundial” e de ser ingrato com os EUA. “Ou você faz um acordo ou estamos fora”, afirmou. Em sua rede social, o republicano disse que o ucraniano pode voltar “quando estiver pronto para a paz”.
Há pouco, em entrevista à Bloomberg, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que, nos próximos meses, “podemos rapidamente voltar para a meta de inflação do Fed”.

Em relação aos dados divulgados nos EUA, o mercado deu atenção à queda dos gastos com consumo nos EUA, que contrariou a expectativa de alta, enquanto os índices de inflação confirmaram as expectativas. “Esse dado é crucial para o crescimento do PIB do primeiro trimestre”, aponta o ING. Já o índice de gerentes de compras subiu acima do esperado.

O ING projeta que o Federal Reserve pode cortar juros três vezes até março de 2026, diante do fraco desempenho econômico e da queda nos gastos com consumo nos EUA. Já o Stifel avalia que a leitura mais recente do PCE, métrica de inflação preferida do Federal Reserve (Fed) pode “reestabelecer a tendência desinflacionária” ou interromper sua progressão, mas alerta para a desaceleração econômica e riscos de alta na inflação.

Moedas Globais: dólar opera em alta

O dólar se valorizou ante outras moedas fortes após discussões entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, durante reunião na Casa Branca para assinatura de um acordo de exploração de minerais ucranianos. A moeda americana já sustentava alta diante da ofensiva tarifária do republicano e após a divulgação de uma série de dados econômicos dos EUA divulgados pela manhã, incluindo inflação, renda, consumo e PMI.

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, fechou em alta de 0,34%, a 107,614 pontos, com a moeda americana avançando a 150,49 ienes, o euro recuando a US$ 1,0371 e a libra caindo a US$ 1,2580 neste fim de tarde.

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O euro chegou a ganhar força após a Alemanha divulgar dados de inflação dentro do previsto pelo mercado, mas o ritmo não se sustentou. Segundo a Capital Economics, os sinais de desaceleração da inflação na zona do euro podem levar o Banco Central Europeu (BCE) a considerar mais cortes nas taxas de juros neste ano.

O dólar americano ainda subiu a 1,4463 dólares canadenses, apesar do crescimento além do previsto no Produto Interno Bruto (PIB) do Canadá no quarto trimestre de 2024. Na semana, o DXY avançou 0,87%.

O yuan, por sua vez, operou perto da estabilidade, a 7,2947 depois de circular a informação de que bancos chineses estão reduzindo juros de depósitos em dólares por orientação do PBoC para frear a acumulação da moeda americana e fortalecer a moeda chinesa. Segundo a Reuters, investidores e exportadores já acumularam quase US$ 1 trilhão devido aos juros mais altos nos EUA e à desvalorização do yuan.

O LMAX Group aponta que o dólar segue em alta devido à “tensão comercial envolvendo Trump”, vista como uma tática de negociação. Já a Monex Europe acredita que a moeda americana se mantém sustentada no curto prazo após a confirmação dos planos tarifários de Trump, com espaço para precificação de riscos adicionais, o que favorece o dólar e aumenta a demanda por ativos de refúgio diante de temores sobre o crescimento global.

Bitcoin opera com volatilidade

O bitcoin opera com volatilidade nesse fim de tarde, diante da não assinatura de um acordo de exploração de minerais na Ucrânia pelos Estados Unidos, após discussão entre Trump e Volodymyr Zelensky, ter pesado sobre os mercados. Temores gerados pela ofensiva tarifária do governo de Donald Trump também têm prejudicado o apetite por risco. Pela manhã, a moeda chegou a operar abaixo dos US$ 80 mil, nos menores níveis em três meses e meio, mas conseguiu mitigar perdas ao longo do dia e chegou a ultrapassar os US$ 85 mil.

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Por volta das 16h25, o bitcoin subia 0,11%, a US$ 84.334,21, enquanto o ethereum perdia 3,88%, a US$ 2.224,19, de acordo com a Binance. O bitcoin chegou a ser cotado a US$ 78.258,52 na mínima do dia.

Hoje, traders circularam em redes sociais que Anthony Scaramucci, fundador da gestora de investimentos SkyBridge Capital e figura influente entre investidores de criptomoedas, teria afirmado que o bitcoin pode atingir US$ 180 mil até o final do ano, o que ajudou o ativo digital a recuperar parte das perdas registradas mais cedo. O próprio Scaramucci compartilhou uma das publicações de traders em seu perfil no X.

Ontem, Trump reforçou que as tarifas para México e Canadá começam em 4 de março, e que a China, que foi tarifada em 10%, passará a pagar “tarifas adicionais de 10%” na mesma data. A discussão entre Trump e Volodymyr Zelensky durante reunião para assinatura de acordo de exploração de minerais também ajudou no sentimento generalizado de aversão ao risco.

Em nota aos clientes, Naeem Aslam, analista da Zaye Capital Markets, apontou que a aversão ao risco e as fortes saídas de recursos de ETFs lastreados em bitcoin intensificaram a pressão de venda mais cedo.

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Para a Capital Economics, a queda do bitcoin reflete a dificuldade da criptomoeda em se consolidar como uma “reserva de valor”. A volatilidade do ativo, aliada às “baixas velocidades de transação”, continua a dificultar sua adoção como meio de troca. A instituição também destaca que a recente queda nos preços reflete a “decepção com a falta de progresso” em um ambiente regulatório mais favorável.

A analista técnica da Ripio, Ana de Mattos, destaca que, apesar da queda recente, o bitcoin teve uma alta de cerca de 125% desde julho de 2024, tornando as correções “necessárias”. Ela observa que, embora o preço esteja em queda, há um fluxo comprador absorvendo a baixa. Caso haja reversão, as resistências podem surgir em US$ 91.775 e US$ 94.300, enquanto uma continuidade da pressão vendedora poderia levar o Bitcoin a buscar suporte entre US$ 78.800 e US$ 75.900.

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