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Confira o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje; bitcoin sobe quase 2%

Tarifas de Trump e relatório do Banco Central do país norte-americano estiveram no radar dos mercados

Por Pedro Lima e Isabella Pugliese Vellani

05/03/2025 | 18:24 Atualização: 05/03/2025 | 18:24

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

As bolsas de Nova York conseguiram se recuperar e fecharam em alta nesta quarta-feira (5), após sessão marcada por volatilidade e frequentes inversões de sinal. O movimento foi impulsionado pela confirmação da Casa Branca de que o presidente dos EUA, Donald Trump, adiaria em um mês as tarifas sobre importações de carros, além do possível “alívio” nas tensões comerciais com o México e o Canadá. Os dados econômicos divulgados pela manhã ajudaram a sustentar os índices, e o Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) deu um impulso final a Wall Street no fim da tarde. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) e o bitcoin também avançaram hoje. O dólar, por sua vez, registrou perdas.

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O índice Dow Jones subiu 1,14%, a 43.006,59 pontos, o S&P 500 avançou 1,12%, a 5.842,63 pontos, e o Nasdaq ganhou 1,46%, aos 18.552,73 pontos.

Hoje, a Casa Branca confirmou que Trump concederá um prazo de um mês antes da aplicação das tarifas sobre os veículos do mercado do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA).

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Funcionários do governo teriam se reunido ontem para discutir o tema com os executivos da Ford (+5,81%), General Motors (+7,21%) e Stellantis (cujas ações listadas nos EUA subiram 9,28%). A Tesla acompanhou o movimento, mesmo com vendas fracas na China, e subiu 2,60%.

A AeroVironment, do setor de defesa, recuou 4,38% diante de estimativas de receita e lucro abaixo do esperado, da incerteza quanto ao apoio dos EUA à Ucrânia e das articulações da União Europeia para aumentar os gastos com defesa e reduzir a dependência americana no setor no continente.

Com previsão desanimadora para o primeiro trimestre fiscal e para o ano, a Abercrombie & Fitch caiu 9,17%.

O setor aéreo se beneficiou da queda no preço do petróleo, e United Airlines (+5,87%), American Airlines (+5,54%), Delta (+3,80%) e Southwest (+1,70%) avançaram.

Juros dos EUA sobem

Os rendimentos dos Treasuries operavam com volatilidade nesta sessão e chegaram ao fim do dia em alta, após investidores ponderarem comentários do secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, que sinalizaram espaço para negociações das tarifas impostas por Donald Trump sobre Canadá e México, que entraram em vigor ontem. A Casa Branca informou que será concedido prazo de um mês para a aplicação de tarifas sobre veículos do mercado do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA).

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Os juros dos títulos americanos ganharam fôlego no início da tarde com a divulgação dos PMIs de serviços dos EUA e das encomendas à indústria americana, ambos acima do esperado. A divulgação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed) também impulsionou os juros nas últimas horas de negociação. O documento mostrou leve aumento na atividade econômica em janeiro nos EUA, mas sinalizou gastos do consumidor mais baixos no geral e aceleração no ritmo de elevação dos preços em vários distritos.

Neste fim de tarde, a taxa da T-note de 2 anos subia a 4,001%, o rendimento de 10 anos avançava a 4,279% e o do T-bond de 30 anos tinha alta a 4,569%.

Pela manhã, os rendimentos dos Treasuries foram pressionados pela criação empregos no setor privado dos EUA bem abaixo do esperado. O PMI de serviços da S&P Global recuou menos que o projetado, enquanto o calculado pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM) avançou. Já as encomendas à indústria subiram 1,7% em janeiro, acima da previsão de alta de 1,3%.

O presidente do Fed de Nova York, John Williams, afirmou ontem que a “política monetária está em bom lugar e não é necessário mudar agora mesmo”. A ferramenta do CME Group mostra que o mercado segue apostando em retomada de corte de juros pelo Fed em junho, colocando como maior probabilidade redução de 75 pontos-base até o fim do ano.

Moedas Globais: dólar cai

O dólar operou em forte queda ante outras moedas fortes, com investidores monitorando o possível “alívio” de tensões comerciais geradas pela ofensiva tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com articulações de países da União Europeia para reforçar investimentos em defesa no bloco econômico, reduzindo a dependência americana no setor. A moeda americana também recuou diante de dados aquém do esperado pelo mercado sobre criação de empregos no setor privado dos EUA, mesmo com dados positivos de PMIs do país.

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O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, recuava a 104,353 pontos às 18h15 (de Brasília), ante 105,743 pontos ontem, com a moeda americana recuando a 148,77 ienes, o euro avançando a US$ 1,0798 e a libra subindo a US$ 1,2899 neste fim de tarde. O dólar americano ainda recuava a 1,4343 dólares canadenses e a 20,3954 pesos mexicanos.

A Casa Branca confirmou que Trump concederá um prazo de um mês antes da aplicação das tarifas sobre veículos do mercado do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA). Em relação aos dados macroeconômicos dos EUA, a criação de empregos no setor privado ficou bem abaixo do esperado, segundo o relatório da ADP. O levantamento precede a divulgação do payroll na sexta-feira. O índice de gerentes de compras (PMI) de serviços da S&P Global recuou menos do que o projetado, enquanto o calculado pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM) avançou. Já as encomendas à indústria subiram acima do previsto.

O euro registrava forte alta em meio ao aumento do rendimento dos títulos alemães, diante de sinais de que o governo pode romper com décadas de orçamento equilibrado em esforço para reanimar a economia e reforçar as defesas militares. Já o presidente da França, Emmanuel Macron, destacou a necessidade de ampliar os investimentos em defesa na Europa, em meio ao conflito na Ucrânia. O anúncio de mais gastos amplia a expectativa sobre a postura do Banco Central Europeu (BCE) em relação ao ciclo de alívio monetário. Para o encontro dessa quinta-feira, a expectativa é de redução dos juros de 2,75% para 2,50%.

Bitcoin opera em alta

O bitcoin deu sequência ao movimento de alta e chegou ao fim da tarde em variação positiva, enquanto investidores mantém otimismo com as medidas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para as moedas digitais.

Por volta das 16h45, o bitcoin subia 1,98%, a US$ 89.836,01, enquanto o ethereum avançava 1,96%, a US$ 2.213,31, de acordo com a Binance.

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De acordo com a Zaye Capital Markets, o republicano deve dar suporte ao setor de criptomoedas, o que coopera para as negociações do setor. “Os planos de Trump para uma reserva estratégica de criptomoedas e a nomeação do defensor das criptomoedas Paul Atkins para chefiar a Securities and Exchange Commission reforçaram o sentimento”, escreve em análise.

Porém a instituição ressalta que, para este trimestre, a perspectiva do bitcoin depende das ações do presidente americano, já que uma falta de ação pode levar a uma retração no preço do ativo digital. “Os desenvolvimentos da política dos EUA provavelmente terão implicações significativas para o bitcoin no curto prazo”, explica.

Nas redes sociais, traders circulavam a informação de que Trump deve anunciar na sexta-feira a reserva estratégica de bitcoin e que os Estados Unidos podem comprar bilhões da moeda digital.

O bitcoin também recebeu o apoio de uma maior expectativa com cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) para 2025, o que costuma beneficiar a criptomoeda. O mercado aumentou as chances de três reduções nos juros pelo BC americano, em um acumulado de 100 pontos-base, segundo a ferramenta de monitoramento do CME Group.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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