Na avaliação do BTG Pactual, a entrada de US$ 1 bilhão deve ajudar a Vale a gerenciar sua meta de dívida líquida expandida. “Além disso, proporciona flexibilidade adicional de caixa para apoiar o pagamento de dividendos para o ano (dividendos de US$ 4 bilhões parecem mais prováveis), mesmo sob um cenário mais estressante cenário de preço do minério de ferro“, avalia.
Em relatório, os analistas Leonardo Correa e Marcelo Arazi destacam que desde que adquiriu o ativo, em 2024, a Vale já havia indicado que uma venda seria provável. “A transação garante volume estratégico de geração de energia para manter a capacidade da Vale na matriz elétrica, que é 100% baseada em fontes renováveis no Brasil”, afirmam. Além disso, a Vale garante custos competitivos de energia, com preços definidos em dólares americanos sem ajuste por inflação.
O banco mantém recomendação neutra para as ações da Vale (VALE3).