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Guerra comercial: Europa está pronta para fazer seu primeiro contragolpe às tarifas de Trump

Autoridades estão cientes de que uma escalada na guerra comercial poderá causar danos nos 2 lados do Atlântico

Por Jeanna Smialek, The New York Times

07/04/2025 | 10:03 Atualização: 07/04/2025 | 10:03

Tarifas anunciadas por Trump instauraram uma guerra comercial global. (Foto: Adobe Stock)
Tarifas anunciadas por Trump instauraram uma guerra comercial global. (Foto: Adobe Stock)

O anúncio do presidente Donald Trump na semana passada de que imporia uma tarifa de 20% sobre bens provenientes da União Europeia causou um choque em todo o bloco de 27 nações — o mais recente movimento em uma guerra comercial em andamento que está abalando a relação entre parceiros historicamente próximos. Nesta semana, a Europa avançará com sua primeira manobra de retaliação às tarifas de Trump — a primeira de várias que podem estar por vir.

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Autoridades da UE passaram as últimas semanas refinando uma lista de tarifas retaliatórias que planejam implementar em 15 de abril. Elas estão apresentando suas sugestões aos ministros do Comércio Exterior dos Estados-membros em Luxemburgo nesta segunda-feira (7), e uma votação sobre a lista está prevista para quarta-feira (9).

  • Veja também: Até onde a guerra comercial de Trump pode impactar seus investimentos?

Essas tarifas viriam em resposta às tarifas dos EUA sobre aço e alumínio previamente anunciadas por Washington, e devem ser amplas; a lista preliminar cobria desde uísque e motocicletas até barcos e soja. Mas essa seria apenas a primeira etapa, uma proposta inicial da resposta europeia ao pacote tarifário de Trump. Autoridades europeias já estão trabalhando em planos adicionais para reagir às tarifas sobre automóveis anunciadas no fim de março, bem como às tarifas generalizadas de 20% anunciadas por Trump na semana passada.

Os líderes da UE estão respondendo em etapas por dois motivos. Primeiro, precisavam de tempo para absorver a enxurrada de anúncios vindos da Casa Branca, a fim de projetar uma resposta que causasse o máximo de impacto nos EUA e o mínimo de danos para consumidores e empresas europeias. Além disso, esperam que, ao escalonarem suas reações, deem tempo para que o governo Trump venha à mesa de negociações. O objetivo final ainda é alcançar um acordo e evitar uma guerra comercial total.

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“A UE está comprometida com negociações significativas, mas também preparada para defender nossos interesses”, escreveu Maros Sefcovic, comissário de comércio do bloco, nas redes sociais na noite de sexta-feira (4), após o que descreveu como uma reunião “franca” de duas horas com seus colegas americanos.

Com o aumento da tensão, os riscos são altos. A União Europeia é um dos parceiros comerciais mais importantes dos Estados Unidos — e os EUA são de longe o maior mercado de exportação para os produtos europeus. Dado esse relacionamento próximo, contra-atacar as tarifas americanas será um exercício doloroso, que também afetará empresas e consumidores europeus, ao elevar os preços dos produtos tarifados.

  • Risco de recessão nos EUA quase dobra com tarifas de Trump, segundo Goldman Sachs

As autoridades europeias estão cientes de que uma escalada na guerra comercial poderá causar danos dos dois lados do Atlântico. Por isso, revisaram as listas: quiseram levar em conta os feedbacks de toda a Europa.

A parte da lista que incluía tarifas sobre uísque estava inicialmente prevista para entrar em vigor em 31 de março, mas foi adiada para ajustes depois que Trump ameaçou responder impondo uma tarifa de 200% sobre todo o álcool europeu entrando nos EUA — uma medida devastadora para vinicultores franceses e italianos.

O adiamento veio após autoridades — incluindo da França — sugerirem que atingir o uísque e provocar uma retaliação americana sobre o álcool seria um erro. Esse episódio evidenciou o desafio de manter uma frente unida ao responder às tarifas. Os países do continente têm diferentes prioridades econômicas e graus variados de disposição para enfrentar os EUA.

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Alguns países do norte da Europa têm insistido em uma resposta firme da UE, mas a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, chamou a ideia de que a Itália deva escolher entre os EUA e o bloco de “infantil”. Ela também alertou contra retaliações muito duras.

Autoridades da UE inicialmente esperavam evitar o conflito comercial por completo.

No outono passado e no início deste ano, tentaram oferecer incentivos — como o aumento das compras de gás natural liquefeito dos EUA — para evitar o confronto.

Mas essa estratégia fracassou. Washington adotou uma postura muito mais agressiva do que analistas e autoridades esperavam. Isso deixou os formuladores de políticas europeus correndo para montar um plano. Notavelmente, líderes da UE estão contemplando retaliações contra exportações americanas de serviços — especificamente grandes empresas de tecnologia como o Google (GOGL34), que têm grande presença no mercado europeu.

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Vários diplomatas europeus afirmaram que mirar nas empresas de tecnologia é uma possibilidade real, caso a guerra comercial se intensifique, e um funcionário francês deixou claro em declarações públicas na semana passada que os serviços online podem ser os primeiros alvos.

Ainda assim, o verdadeiro objetivo é um acordo.

Elon Musk, empresário de tecnologia e conselheiro próximo de Trump, disse no sábado que esperava que Europa e EUA avançassem “em direção a uma situação de tarifa zero, criando efetivamente uma zona de livre comércio”, durante uma videoconferência com o partido de direita Liga, em Florença.

As autoridades europeias já demonstraram disposição para reduzir tarifas sobre automóveis e outros produtos, portanto, reduções em alguns setores são possíveis — se os EUA estiverem dispostos a negociar.

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Mas uma resolução da Europa sobre tarifas dos EUA pode levar tempo. No domingo, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse em entrevista à TV que as questões com parceiros comerciais não são “o tipo de coisa que se resolve em dias ou semanas”.

Esta história foi originalmente apresentada no The New York Times

c.2025 The New York Times Company

  • Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

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