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Juros fecham em leve alta, com tarifas de Trump e economia global no radar

Cenário de aversão ao risco e temores de recessão impactaram o movimento das taxas domésticas

Por Denise Abarca

07/04/2025 | 18:33 Atualização: 07/04/2025 | 18:33

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam de lado até os vencimentos intermediários e com alta moderada nos longos, com ganho de inclinação para a curva, nesta segunda-feira (7). Os receios sobre os impactos do tarifaço nos EUA sobre a economia global continuaram ditando o comportamento dos ativos e hoje o debate sobre a possibilidade de queda dos preços dos combustíveis ganhou fôlego, em mais um dia de recuo nas cotações do petróleo.

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 fechou em 14,700%, de 14,690% no ajuste de sexta-feira, e a o DI para janeiro de 2027 caiu de 14,23% para 14,21%. O DI para janeiro de 2029 terminou com taxa de 14,16%, de 14,07% no ajuste anterior. A curva local conseguiu se descolar parcialmente da abertura dos rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries). A taxa da T-Note de 10 anos subia para além dos 4,20% no fim da tarde.

O dia começou tenso a partir do acionamento do circuit breaker na Bolsa de Tóquio e novos capítulos da novela das tarifas. O cenário aversão ao risco que penalizava o real e o Ibovespa chegou a se reverter pontualmente com relatos de que Trump estava considerando pausar as taxas por 90 dias, que foram desmentidos posteriormente pela Casa Branca. O dólar chegou a virar para baixo, com mínima na casa de R$ 5,81, mas depois voltou a subir, fechando aos R$ 5,9106, mas distanciando-se da máxima de R$ 5,9324.

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Mais tarde, Trump ameaçou aplicar taxação adicional a 50% a produtos chineses caso Pequim não remova até amanhã as tarifas retaliatórias de 34% contra os EUA. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, por sua vez, rebateu dizendo que “pressão e ameaças não são a maneira de lidar com o país” e que a China protegerá firmemente “seus direitos e interesses legítimos”.

O aumento agressivo das tarifas levou o Goldman Sachs a aumentar a probabilidade de recessão nos EUA nos próximos 12 meses de 35% para 45%, citando ainda a “incerteza política em níveis muito acima do pico da última guerra comercial”.

Sob a ponderação de que hoje é apenas a terceira sessão pós-anúncio das tarifas, o estrategista-chefe da BGC Liquidez, Daniel Cunha, diz que o dólar deve se enfraquecer no mundo todo se o tarifaço levar a economia americana à recessão, o que teria repercussão na dinâmica global. “Por motivos ruins, essa combinação desinflacionária deve vir a calhar para o Brasil, que é um país que ainda está subindo juros (de 10,5% para 14,25%)”, afirma.

Nesse cenário, a desinflação poderia vir tanto pelo canal do câmbio quanto da desaceleração da atividade, que já vem dando sinais de arrefecimento. “Outro canal de transmissão do ambiente externo seriam os preços de combustíveis, que têm impacto na veia”, afirma. O tombo do petróleo nos últimos dias teria levado o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a apresentar à Petrobras argumento para ajuste nos preços, alegando ainda a perspectiva do aumento da produção pelos países da Opep+.

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Diante desse contexto, Cunha afirma que está sob revisão sua projeção de Selic terminal de 15,5% em junho, com aumento da probabilidade de que o Copom sancione apenas mais um aperto na taxa básica, de 50 pontos-base na reunião de maio, o que levaria a taxa para 14,75%.

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