O maior investimento das instituições em ativos digitais é outro impacto citado, seguido pela adoção maior da tecnologia de blockchain pela indústria de serviços financeiros. Parte acredita ainda que haverá mudanças no tratamento tributário dos ativos digitais.
O otimismo aparece também no fato de que 83% dos investidores institucionais pretendem aumentar suas alocações em ativos digitais no próximo ano. “Esse entusiasmo se deve principalmente pela expectativa de clareza regulatória em torno desses ativos. A regulação insuficiente é apontada como um dos motivos para que o potencial dos criptoativos ainda não tenha sido totalmente explorado”, aponta a EY em relatório.
O estudo aponta que 57% dos entrevistados estão interessados em investir em ativos tokenizados – 35% do total afirma estar buscando aprender mais sobre o assunto. A transformação de ativos de investimentos em tokens permite operações mais fracionadas, e isto permite diminuir os valores e abranger mais investidores. Por conta disso, a ascensão de cripto pode impulsionar a inclusão financeira e a maior oferta de produtos financeiros, de acordo com a EY.
Os ativos digitais atrelados a moedas fiduciárias, chamados de stablecoins, já são usados por 45% dos entrevistados, com outros 39% interessados em sua utilização.