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Negócios

Banco do Brasil (BBAS3) busca “colher de chá” com o BC após crise no agronegócio; entenda

O banco pretende dialogar com o Banco Central para reavaliar a Resolução n.º 4.966 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que exige que os bancos antecipem provisões em seus balanços

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

16/05/2025 | 16:17 Atualização: 16/05/2025 | 17:26

Banco do Brasil (BBAS3)
Imagem: Adobe Stock
Banco do Brasil (BBAS3) Imagem: Adobe Stock

O Banco do Brasil (BBSA3) pretende dialogar com o Banco Central para reavaliar a Resolução n.º 4.966 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que exige que os bancos antecipem provisões em seus balanços. O movimento seria motivado pela necessidade de reforçar o provisionamento mínimo, em meio ao aumento da inadimplência no agronegócio

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“Vamos iniciar essa conversa com o Banco Central para uma proposição de análise dessa carteira de uma forma diferente, considerando as peculiaridades dela, mas esse tema ainda não está avançado com o Bacen. Esse comportamento da carteira do agro é de entedimento e interpretação complexos”, afirmou a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, em entrevista coletiva com a imprensa nesta sexta-feira (16).

Segundo o CFO do BB, Marco Geovanne Tobias, uma mudança seria necessária por causa dos pisos mínimos de provisionamento, que custaram R$ 1 bilhão para a companhia neste última trimestre, o que acabou deteriorando o resultado. “Os outros bancos não possuem R$ 400 bilhões no agro, e uma parte importante dessa carteira é paga no final do empréstimo. O ‘prazo de cura’ é de 4,6 meses, e você traz para estágio 1. No agro, isso só vai acontecer no final do ciclo”, afirma o executivo.

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O vice-presidente de controles internos e de gestão de riscos, Felipe Prince, pontou que o BC chegou a conversar com o banco sobre o fato de ter de provisionar um piso mínimo, o que, para ele, não faz tanto sentido para a carteira do agronegócio. “O agro tem operações com vencimentos ao final do ciclo, com possibilidades de renegociar com o pagamento. Como parte vira crédito para a próxima safra, a gente entende que poderia ser dado um tratamento diferente, mas não precisa caso os pisos mínimos sejam extintos”, disse Prince.

O banco quer esse alívio também devido à disparada de 1,85 ponto porcentual na inadimplência em sua carteira de crédito do setor rural, que foi de 1,19% no primeiro trimestre de 2024 para 3,04% no primeiro trimestre de 2025. Os executivos da empresa disseram que ainda não sabem se a inadimplência do agronegócio deve melhorar no segundo trimestre de 2025, mas esperam uma evolução ao longo do segundo semestre do ano.

Em função da inadimplência do agro, o indicador geral disparou. A companhia gerida por Tarciana Medeiros viu sua inadimplência acima de 90 dias chegar a 3,9%, alta de 1 ponto porcentual na comparação com os 2,9% do mesmo período do ano anterior. Em meio a esse cenário, as Provisões para Devedores Duvidosos (PDD), dinheiro destinado para cobrir a falta de pagamento dos clientes, ficou em R$ 10,15 bilhões no primeiro trimestre de 2025, alta de 18,9% na comparação com o mesmo período de 2024.

Na última linha do balanço, o banco estatal reportou lucro líquido ajustado de R$ 7,37 bilhões no 1T25, queda de 20,7% na comparação com o ganho de R$ 9,3 bilhões no mesmo período do ano anterior. A companhia teve margem financeira bruta de R$ 23,88 bilhões no primeiro trimestre de 2024, queda de 7,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A rentabilidade, medida pelo retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês), foi de 16,7%, queda de 5 pontos porcentuais na comparação com o mesmo período do ano passado, quando estava em 21,7%.

Ainda nesse cenário conturbado, o vice-presidente financeiro (CFO) do Banco do Brasil (BBAS3), Marco Geovanne Tobias, disse em teleconferência com os analistas que o banco deve continuar pagando 40% do lucro em dividendos em 2025. Nesta reportagem, analistas do mercado financeiro fazem suas estimativas para as ações e os proventos do banco.

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