• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

É hora de sair do ‘quentinho’ do CDI e movimentar sua carteira de renda fixa?

Mercado avalia que juros não sobem mais este ano, colocando fim ao ciclo de alta da Selic iniciado pelo Banco Central em 2021

Por Leo Guimarães

22/05/2025 | 3:00 Atualização: 22/05/2025 | 7:46

Projeção do Itaú é de Selic estável em 14,75% anual até o fim de 2025. Foto: AdobeStock
Projeção do Itaú é de Selic estável em 14,75% anual até o fim de 2025. Foto: AdobeStock

Com a taxa de juros nas alturas, muitos investidores permanecem confortáveis no quentinho da rentabilidade dos títulos pós-fixados, ignorando os sinais de possível mudança no cenário. Muitas casas já preveem que os juros não devem subir mais neste ano, colocando fim a um ciclo de alta que teve início em março de 2021.

Leia mais:
  • Quanto rendem R$ 1 mil no CDB com a Selic a 14,75%?
  • CDB: como funciona e qual o papel do Fundo Garantidor de Créditos?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Boletim Focus do Banco Central, que mostra as projeções do mercado sobre economia brasileira, mantém a expectativa de Selic estável em 14,75% anual até o fim de 2025, com queda em 2026, quando os juro básicos fechariam o ano em 12,50%.

Apesar de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, ter dito nesta semana que os juros vão permanecer altos por mais tempo, parte do mercado viu sua fala como recado ao governo. Com a Selic já em 14,75% e o BC adotou um tom mais brando em seus comunicados, o que faz crescer a aposta em estabilização, ainda que  haja uma nova alta de 0,25 pontos na taxa básica na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em junho.

Projeções do mercado para inflação e juros (%)
Ano 2025 2026
Projeção Atual Há 4 semanas Atual Há 4 semanas
IPCA (%) 5,5 5,57 4,5 4,5
IGP-M (%) 4,95 4,92 4,6 4,52
Selic – final do ano (%) 14,75 15 12,5 12,5
Fonte: Boletim Focus 16 de maio

Mesmo que não haja cortes ainda este ano, e que eles sejam pequenos no ano que vem, novos tempos exigem alterações na estratégia de alocação. “O juro real da taxa livre de risco, do pós-fixado, ainda está acima dos títulos atrelados à inflação. Mas isso não vai perdurar, inclusive porque é extremamente insalubre para a própria economia do Brasil”, comenta Braian Largura, sócio da VNT Investimentos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em outras palavras, mesmo títulos IPCA+ pagando 7% nos papéis públicos e, até mais, nas emissões privadas, investimentos atrelados ao CDI ainda pagam mais. Para os especialistas, manter a aposta de que esses ganhos vão se manter, pode custar melhores oportunidades no médio prazo. Agora seria a hora de reavaliar a alocação e considerar a migração gradual para ativos que protegem o poder de compra e garantem retornos reais mais duradouros, defendem.

  • Como garantir bons juros na renda fixa sem abrir mão de segurança e liquidez 

Melhor momento para mexer na carteira

“Agora é o melhor momento para mexer na carteira”, afirma Gabriel Lago, planejador financeiro e sócio da The Hill Capital. Segundo ele, um dos erros mais comuns é o investidor esperar demais para reagir, deixando para fazer mudanças apenas quando a queda da Selic já estiver em curso. “É um erro deixar para fazer a mudança no final do ciclo”, alerta.

Esse potencial erro aconteceria porque, ao migrar para o prefixado ou IPCA+ após os juros já terem recuado, o investidor entra em um patamar de rentabilidade inferior — e ainda corre o risco de ver as taxas voltarem a subir enquanto está travado em uma taxa mais baixa.

Na verdade, esse movimento começou no início deste ano com os juros futuros, que refletem a expectativa do mercado para a Selic nos próximos meses ou anos. Mesmo assim, ainda há espaço para buscar outros rendimentos que não os pós-fixados. “Às vezes o investidor demora muito para tomar essa atitude e acaba fazendo-a no pior momento”, observa Lago.

A estratégia defendida pelo especialista envolve migrar gradualmente de pós-fixados para prefixados e títulos indexados à inflação (IPCA+) com vencimentos longos (10 a 15 anos), tanto em títulos públicos, como em papéis isentos de emissão privada, a exemplo de debêntures incentivadas, Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio (CRIs e CRAs).

Publicidade

O objetivo é capturar a valorização desses ativos quando os juros caírem, evitando a armadilha de uma mudança precipitada para ativos de curto prazo que não se beneficiam de uma virada de ciclo.

Migrando de CDI para IPCA +

“Essa é a ideia: sair um pouquinho da Selic, do CDI, para taxas pré e IPCA+ de longo prazo para tentar aproveitar esse movimento”, diz Lago. Na sua visão, títulos atrelados à inflação, acima de dez anos, podem dar um bom resultado na carteira, caso os juros caiam de fato, além de proteger a carteira. Ele reconhece que esse movimento aumenta o risco dos investimentos,  mas, para um investidor que está confortável com um prazo de uma década ou mais, é uma aposta que valeria a pena.

“Maior risco é pegar um papel muito curto, porque o alocador pode cair numa armadilha , caso os juros não sejam reduzidos e o CDI fique mais alto por mais tempo”, completa o especialista da The Hill Capital.  Neste caso, pondera, seria melhor ficar no pós-fixado, mantendo o mesmo retorno.

A lógica de apostar na queda da Selic é garantir, por mais tempo, a rentabilidade elevada de hoje. Com o CDI ainda pagando acima de 1% ao mês, o investidor pode travar essas taxas em prazos mais longos. Quando os juros começarem a cair, quem prefixou manterá retornos maiores por mais tempo.

Neste sentido, uma mudança gradual no portfólio envolve reduzir a participação de pós-fixados. Um  espaço que pode ser ocupado por títulos prefixados e pelos papéis atrelados à inflação (IPCA+), que poderiam ocupar até 40% da carteira, num movimento que deve acompanhar a tolerância a risco de cada investidor.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • alocação de carteira
  • Certificados de Depósitos Interbancários (CDI)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • prefixado
  • Renda fixa
  • Selic
Cotações
06/04/2026 16h12 (delay 15min)
Câmbio
06/04/2026 16h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

  • 2

    A Páscoa ficou mais cara? Chocolate e bacalhau explicam por que a conta pesa no bolso

  • 3

    O IPO da SpaceX é ótimo, mas não vai gerar um retorno de 100 vezes o investimento

  • 4

    As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

  • 5

    Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Imagem principal sobre o Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Logo E-Investidor
Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Últimas: Investimentos
Petróleo a US$ 100, inflação no radar e Bolsa mais seletiva; em março, apenas duas carteiras recomendas batem o Ibovespa
Investimentos
Petróleo a US$ 100, inflação no radar e Bolsa mais seletiva; em março, apenas duas carteiras recomendas batem o Ibovespa

Mesmo com a queda no mês, Bolsa acumula melhor início de ano em quase duas décadas e amplia diferença entre carteiras; somente XP e Itaú superam o índice

06/04/2026 | 14h06 | Por Igor Markevich
Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril
Investimentos
Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

Carteiras giram posições, reforçam aposta no setor de energia e mantêm busca por renda estável

06/04/2026 | 09h30 | Por Isabela Ortiz
As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%
Investimentos
As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

Resiliência diante do ciclo econômico e conflitos geopolíticos e antecipação de proventos para fugir de tributos impulsionaram a remuneração até agora; 3 companhias devem segurar o ritmo daqui para a frente

06/04/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas
Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?
Investimentos
Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

Alta nos preços ao consumidor reflete custos repassados, enquanto commodity recua; especialistas opiniam sobre oportunidades em ETFs de cacau

05/04/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador