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Educação Financeira

Empréstimo consignado CLT: 5 pontos para discutir com seu gerente antes de contratar

Nova linha facilita o acesso a crédito, mas também pode gerar desequilíbrio financeiro. Confira as orientações dos especialistas

Por Camilly Rosaboni

20/05/2025 | 13:58 Atualização: 20/05/2025 | 13:58

Antes de contratar um empréstimo consignado CLT, o tomador deve ter clareza da necessidade do crédito e avaliar se o seu perfil tem compatibilidade com a modalidade. (Foto: Adobe Stock)
Antes de contratar um empréstimo consignado CLT, o tomador deve ter clareza da necessidade do crédito e avaliar se o seu perfil tem compatibilidade com a modalidade. (Foto: Adobe Stock)

O empréstimo consignado CLT é uma modalidade de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento ou do benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como aposentadorias e pensões. Por ter o pagamento garantido na fonte, esse tipo de empréstimo apresenta menor risco de inadimplência para os bancos — o que geralmente se traduz em juros mais baixos. Entretanto, é fundamental avaliar o impacto das parcelas no seu orçamento mensal para evitar o comprometimento da saúde financeira.

Leia mais:
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Algumas características da linha de crédito consignada a tornam mais atrativas, como o longo prazo de pagamento (podendo chegar até sete anos, dependendo da instituição e do convênio), taxas de juros baixos e o limite de comprometimento da renda mensal do trabalhador em até 35%. Como garantia, até 10% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser usado, além da multa rescisória de 40% em caso de demissão sem justa causa.

O crédito consignado CLT – sigla que se refere à Consolidação das Leis do Trabalho, que na prática diz respeito à “carteira de trabalho assinada” – pode ser um caminho viável para trabalhadores que precisam de crédito com taxas menores. Além disso, a modalidade dá previsibilidade financeira, pois as parcelas são fixas e descontadas automaticamente. Outra vantagem vem da possibilidade de portabilidade do crédito, que estará disponível a partir de junho, permitindo ao trabalhador migrar a dívida para uma instituição financeira que oferece melhores condições de pagamento.

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Por outro lado, especialistas consultados pelo E-Investidor ressaltam a importância de conhecer a natureza do financiamento, os riscos existentes e as alternativas disponíveis caso haja sobrecarga financeira. Veja os cinco principais pontos que você deve conversar com seu gerente antes de contratar o empréstimo consignado.

O que saber antes de contratar o empréstimo consignado

1. Avalie a natureza do empréstimo

Antes de mais nada, é preciso saber as condições impostas pelo empréstimo. Em outras palavras, avaliar com antecedência se a parcela cabe no orçamento sem comprometer gastos essenciais, o prazo total do empréstimo e o impacto do desconto no padrão de vida.

Além disso, o tomador precisa estar atento a custos como:

  • Taxas administrativas ocultas: o contrato de empréstimo consignado pode apresentar taxas de adesão, manutenção ou consulta de crédito, que muitas vezes não são explicadas com transparência;
  • Seguro embutido: alguns contratos incluem seguros que o cliente nem sempre percebe, como o seguro prestamista (tipo de seguro de vida);
  • Multa por quitação antecipada: se você quiser pagar o empréstimo antes do prazo, pode ter que arcar com alguma multa;
  • Custo Efetivo Total (CET): mostra o custo total do empréstimo, somando juros, tarifas e encargos. “O CET é o melhor indicador para comparar propostas. Sempre leia o contrato completo e exija o CET antes de assinar”, avalia Carlos Magno, especialista em educação financeira e investimentos.

Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos, recomenda avaliar se o tomador tem disciplina financeira para evitar novas dívidas, pois isso pode dificultar o pagamento de outras contas, especialmente em caso de imprevistos financeiros.

Além disso, segundo Patzlaff, o tomador deve ter clara a real finalidade do empréstimo. “Por exemplo, utilizar o consignado para quitar dívidas com juros mais altos, como cartão de crédito, pode ser vantajoso, no entanto, é importante evitar o uso desse crédito para consumo não essencial, o que pode levar a um ciclo de endividamento”, observa.

2. Mantenha os riscos de crédito em mente

Apesar das facilidades de adquirir o empréstimo, o contratante tem que observar os riscos, como endividamento em cadeia. “Muitos tomam o crédito para quitar dívidas anteriores e acabam se endividando de novo, gerando uma bola de neve”, afirma Magno.

Segundo o especialista em educação financeira, o consignado funciona como solução emergencial, não estrutural. Em outras palavras, o empréstimo pode ser mais barato, mas não resolve a raiz do problema, que geralmente vem do descontrole financeiro. “Alguém com dívidas no cartão (juros de 10% ao mês) pode trocar essa dívida por um consignado a 1,8% ao mês, reduzindo bastante o custo. Porém, se continuar gastando além da renda, estará endividado de novo em pouco tempo”, exemplifica.

3. Avalie seu perfil financeiro

Antes de contratar um empréstimo, avalie se o seu perfil tem compatibilidade com o crédito do trabalhador. Especialistas ouvidos pela reportagem alertam que, para quem não tem controle de gastos ou planejamento financeiro, tal modalidade pode se transformar em uma armadilha. Veja alguns perfis para os quais essa linha de crédito não convém:

  • Quem já comprometeu mais de 30% da renda com dívidas fixas;
  • Pessoas com comportamento consumista ou emocional, que usam crédito como extensão do salário;
  • Pessoas sem uma reserva de emergência, porque podem enfrentar dificuldades para arcar com as parcelas descontadas automaticamente.

Para Josias Bento, especialista em investimentos e sócio da GT Capital, o consignado pode trocar uma dívida mais cara por uma mais barata. “O que resolve é a educação financeira e o comportamento do endividado para que ele não precise mais de crédito de terceiros”, afirma.

4. Aprenda as “saídas de emergência” de seu empréstimo

O empréstimo consignado permite renegociar um contrato já em andamento. Isso pode ser vantajoso em determinadas situações, como quando as parcelas estão pesando no orçamento ou quando surgem ofertas com taxas menores. Entre as possibilidades estão:

  • Fazer portabilidade para outra instituição com juros menores;
  • Solicitar refinanciamento: trocar dívida atual por uma nova com prazo estendido;
  • Pedir quitação antecipada com desconto proporcional de juros.

“Mas antes, é importante avaliar se a renegociação realmente traz benefícios e se as novas parcelas cabem no orçamento”, avalia Patzlaff.

5. Fique atento a golpes

A contratação dos empréstimos consignados se tornou mais uma via disponível para criminosos aplicarem golpes financeiros. Por isso, o tomador precisa ficar atento a:

  • Ofertas agressivas por telefone ou WhatsApp, sem solicitação prévia;
  • Promessas de liberação “sem consulta” ou “com nome sujo”;
  • Solicitação de pagamento antecipado para liberar crédito;
  • Liberação de crédito sem autorização formal do contratante;
  • Empresas que não informam o CNPJ ou não estão registradas no Banco Central (BC).

Aposentados e pensionistas do INSS costumam ser os maiores alvos de fraudes e assédios financeiros no Brasil, por isso precisam de atenção redobrada. “Justamente por receberem uma renda fixa, eles são constantemente assediados por ligações, mensagens e ofertas ‘imperdíveis’ de crédito”, afirma Magno.

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Para evitar surpresas indesejadas, especialistas recomendam entrar no aplicativo Meu INSS ou ligar para o 135 antes de autorizar qualquer operação. Além disso, o contratante deve ficar atento à margem consignável: o INSS permite que até 45% da renda seja comprometida com crédito (35% em empréstimo consignado, mais 5% para cartão consignado e 5% para cartão benefício).

“Dica prática: nunca aceite crédito que você não pediu. Se cair um valor ‘do nada’ na conta, procure imediatamente o banco e registre reclamação no Procon e no Banco Central (BC)”, aconselha Magno sobre fraudes no empréstimo consignado.

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