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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje após o rebaixamento da Moody’s

Mudança da classificação de crédito do país de 'Aaa' para 'Aa1' pela agência esteve no foco dos mercados

Por Poliana Santos e Pedro Teixeira

19/05/2025 | 17:36 Atualização: 19/05/2025 | 17:36

Bolsas de NY (Foto: Adobe Stock)
Bolsas de NY (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York se recuperaram ao longo do dia e fecharam a segunda-feira (19) em alta, depois de reagirem de forma negativa ao rebaixamento da classificação de crédito dos Estados Unidos pela Moody’s, de ‘Aaa’ para ‘Aa1’, na última sexta-feira. Ao longo da tarde, os investidores também acompanharam os comentários de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) Raphael Bostic e Neel Kashkari, e sinais de avanço nas negociações sobre um cessar-fogo na Ucrânia. O dólar, por sua vez, caiu, enquanto os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) ficaram em direções distintas.

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O Dow Jones subiu 0,32%, aos 42.792,07 pontos; o S&P 500 avançou 0,09%, aos 5.963,60 pontos; e o Nasdaq fechou em alta de 0,02%, aos 19.215,46 pontos. Os dados são preliminares.

As ações da Nvidia recuaram 0,13%. O CEO Jensen Huang anunciou nesta segunda-feira, durante uma feira em Taiwan, que a empresa abrirá sua plataforma de servidores de inteligência artificial (IA) para outros fabricantes de chips, como Qualcomm e Marvell Technology. A Nvidia também informou que está colaborando com a Foxconn, fabricante do iPhone, para construir um supercomputador de IA em Taiwan. A Tesla caiu 2,25%.

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Investidores estão atentos a uma atualização semanal de vendas da empresa na China. Os dados recentes da montadora de veículos elétricos têm sido decepcionantes. As vendas nos EUA caíram cerca de 13% em abril, após queda de 9% no primeiro trimestre. No mês passado, as vendas em mercados-chave da Europa, como França, Alemanha e Reino Unido, recuaram cerca de 49% em relação ao ano anterior.

O Walmart perdeu 0,12%. No sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou a maior varejista do mundo, dizendo que a empresa deveria “parar de tentar culpar as tarifas como razão para o aumento de preços em toda a cadeia”. Na semana passada, o Walmart havia dito que as tarifas do governo Trump levariam a aumentos de preços.

A UnitedHealth subiu 8,21%, após as ações da gigante do setor de seguros de saúde caírem 23,3% na semana passada, depois que o CEO da empresa renunciou. A companhia também suspendeu sua perspectiva para 2025, enquanto uma reportagem do Wall Street Journal revelou que o Departamento de Justiça dos EUA está investigando a empresa por possível fraude criminal no Medicare.

Juros longos dos EUA desaceleram alta

Os juros dos Treasuries de longo prazo subiram nesta segunda-feira, enquanto os de curto prazo recuaram, em meio ao rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Moody’s e ao avanço de um pacote tributário no Congresso, que elevou a preocupação com a sustentabilidade fiscal do país. Com o desenrolar da sessão, as taxas longas saíam das máximas vistas mais cedo, quando o T-Bond de 30 anos tocou 5%.

Por volta das 17h (horário de Brasília), o juro da T-note de 2 anos recuava a 3,970%. Já o rendimento da T-Note de 10 anos subia para 4,455%. Na máxima, a taxa tocou 4,562%. O rendimento do T-Bond de 30 anos avançava a 4,914%, após bater 5,036% na máxima mais cedo.

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A Moodys rebaixou a nota dos EUA e ajustou a perspectiva de negativa para estável. “Esse rebaixamento reflete o aumento, ao longo de mais de uma década, na dívida pública e nas taxas de pagamento de juros para níveis significativamente mais altos do que os de dívidas soberanas com classificações semelhantes”, informou a agência.

As preocupações com a dívida americana, que está em cerca de US$ 36 trilhões, aumentaram após o avanço, no Congresso, de um pacote tributário proposto por republicanos, que pode adicionar cerca de US$ 3,3 trilhões ao endividamento nos próximos dez anos.

“O rebaixamento da nota pela Moodys, somado ao avanço do projeto de reforma tributária no Congresso, mexeu com os investidores, que temem um aumento no custo de financiamento do déficit”, avalia George Lagarias, economista-chefe da Forvis Mazars.

Segundo análise do Citi, as preocupações fiscais não resolvidas devem continuar pressionando os spreads dos swaps de prazo longo. “O projeto de lei ainda tem um longo caminho a percorrer, e, embora a proposta atual esteja próxima do esperado, o balanço de riscos aponta para déficits maiores a partir do ano fiscal de 2026”, afirma o banco.

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A Casa Branca defendeu o projeto tributário do governo Trump, afirmando que ele tem potencial para provocar um “boom econômico” sem aumentar a dívida pública.

Já o secretário do Tesouro, Scott Bessent, minimizou o impacto do rebaixamento da Moodys e afirmou que tarifas máximas podem ser aplicadas a parceiros comerciais que não negociarem em “boa-fé”.

A sessão contou ainda com notícias indicando avanço nas negociações para um cessar-fogo na Ucrânia, o que contribui para redução de risco geopolítico.

Moedas globais: dólar recua

O dólar perdeu força frente às principais moedas globais nesta segunda-feira, após o rebaixamento da classificação de crédito dos Estados Unidos pela Moody’s, na semana passada, de ‘Aaa’ para ‘Aa1’. Agora, os mercados acompanham a tramitação, na Câmara dos Representantes, de um projeto de corte de impostos que pode agravar as preocupações sobre a trajetória da dívida pública americana.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, caiu 0,66%, a 100,426 pontos. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar cedia a 144,93 ienes, enquanto o euro se valorizava para US$ 1,1239 e a libra era negociada em alta, a US$ 1,3356.

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Ao rebaixar a classificação de crédito dos EUA, pela Moody’s, na última sexta-feira, a Moody’s citou o aumento da dívida pública e dos gastos com o pagamento de juros pelo governo americano, observados ao longo de uma década de déficits orçamentários.

A notícia foi seguida do avanço do plano tributário do Partido Republicano no Comitê de Orçamento da Câmara dos Representantes, no domingo.

As preocupações fiscais, juntamente com os temores de recessão decorrentes da guerra comercial deflagrada pela administração Trump, reavivam a chamada operação “Sell America”, com os ativos perdendo valor em todos os setores.

O rebaixamento da classificação de crédito dos EUA talvez não tenha sido uma surpresa, mas serve como um lembrete dos riscos fiscais que os ativos americanos enfrentam neste verão (no Hemisfério Norte), afirma em nota Chris Turner, analista do ING. Segundo ele, estimativas sugerem que o projeto de corte de impostos poderia adicionar entre US$ 3 trilhões e US$ 5 trilhões à dívida dos EUA em um período de dez anos.

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“A ligação entre o risco soberano dos EUA, os Treasuries e o dólar é uma questão de fuga de capital”, diz Turner.

A libra desacelerava a alta durante a tarde, após atingir máxima em quase duas semanas ante o dólar mais cedo depois de relatos de que negociadores da União Europeia e do Reino Unido chegaram a um acordo preliminar para fortalecer os laços bilaterais antes de uma importante reunião de cúpula prevista para esta segunda-feira.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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