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Mercado

Aumento de IOF e cortes anunciados pelo governo vão acabar com o bom momento da Bolsa?

As alterações no IOF elevaram a percepção do risco fiscal no Brasil; veja o que esperar do Ibovespa

Por Daniel Rocha

23/05/2025 | 12:27 Atualização: 23/05/2025 | 12:27

O ibovespa é o principal índice da B3 (Foto: Adobe Stock)
O ibovespa é o principal índice da B3 (Foto: Adobe Stock)

As alterações no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciadas pelo Ministério da Fazenda nesta quinta-feira (22), vieram como um banho de água fria em qualquer entusiasmo dos investidores com a guinada da Bolsa de Valores. Como mostramos nesta reportagem, o Ibovespa, principal índice da B3, renovou quatro vezes a sua máxima histórica em um intervalo de apenas uma semana.

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O último recorde aconteceu na sessão desta terça-feira (20), quando o principal índice da B3 fechou o dia com uma valorização de 0,34%, aos 140.109,63 pontos. Contudo, o aumento do IOF sobre planos de previdência privada (VGBL), sobre o crédito de empresas e também sobre operações de câmbio que atingem empresas e pessoas físicas pode afetar o desempenho da Bolsa de Valores.

Na sessão de quinta-feira (22), o Ibovespa encerrou em queda de 0,44%, aos 137.272 pontos, com os investidores já reagindo às medidas. Nem mesmo o contingenciamento do governo de R$ 31,3 bilhões, que também foi anunciado ontem, foi capaz de atenuar as perdas. O EWZ, principal fundo de índice (ETF) do País negociado nos EUA, cedeu 3,71% no pós-mercado e hoje, por volta das 8h10 (de Brasília), o fundo permanecia no campo negativo e recuava 1,53% no pré-mercado. Já na sessão de sexta (23), o Ibovespa iniciou as negociações com queda de 1,32% na abertura do pregão.

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As perdas persistiram mesmo com o recuo do governo sobre a proposta que previa o aumento do IOF nas transferências de recursos destinadas à aplicação em fundos de investimento no exterior. Após a repercussão negativa do mercado, a Fazenda decidiu, na noite de quinta (22), permanecer em vigor a alíquota zero do IOF sobre esse tipo de operação. No caso das remessas destinadas a investimentos por pessoas físicas, será mantida a alíquota atual de 1,1%.

Para Cândido Piovesan, trader da mesa de Alocação da Nippur Finance, o vai e volta das ações do governo refletem o crescente desequilíbrio nas contas públicas, acompanhado pelo enfraquecimento do arcabouço fiscal. “A ideia de controle de capitais — mesmo que não declarada — assusta, pois representa um movimento típico de países em crise. A tentativa frustrada de taxar fundos no exterior revelou um estágio preocupante da deterioração fiscal. O mercado entende isso como um alerta vermelho”, diz Piovesan.

O impacto não se resume apenas ao risco fiscal do País. Felipe Paletta, estrategista da EQI Research, entende que as mudanças devem ter um impacto significativo nos negócios de grandes players da Bolsa. “Vemos o setor financeiro como o mais impactado pelas medidas. Então, os grandes bancos, corretoras e seguradoras são as mais afetadas pelas medidas. As mudanças também aumentam a inseguraça jurídica no País”, avalia Paletta. Assim como o Ibovespa, os papéis do Bradesco (BBDC3), Itaú (ITUB3), BB Seguridade (BBSE3) e Caixa Seguridade (CXSE3) recuam 1,34%, 1,54%, 0,34% e 0,33%, respectivamente, às 11h (de Brasília).

Como se não bastassem os problemas internos, a Bolsa brasileira também segue pressionada com os novos capítulos da guerra comercial, desencadeada pelas tarifas de importação impostas por Donald Trump, presidente dos EUA. Nesta sexta-feira (23), o republicano ameaçou a Apple (AAPL) de aplicar impostos mais altos caso a empresa não fabrique iPhones nos EUA. Ele atacou ainda a União Europeia ao afirmar que recomendava uma tarifa direta de 50% sobre produtos importados da UE a partir do próximo fim de semana.

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William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, diz que o retorno dos ataques do presidente reacende as discussões sobre o risco dos efeitos da tarifa na economia dos EUA. “O mercado tinha precificado que a guerra tarifária tinha acabado, o que não aconteceu. Reacende a discussão de uma estagflação nos EUA, quando a economia cresce pouco, mas a inflação permanece elevada”, diz Castro Alves.

O desfecho das incertezas que pairam no exterior será determinante para definir os rumos do mercado doméstico. Isso porque os recentes recordes do Ibovespa foram motivados pelo alívio nas tensões comerciais sobre o pacote tarifário  Trump. No último dia 12, os EUA  e a China anunciaram acordo que estabelece, por 90 dias, tarifas de 10% para produtos americanos na China e de 30% para os chineses exportados aos EUA, em uma trégua na guerra comercial.

No entanto, as incertezas sobre a definição das alíquotas incentivam rebalanceamento nas alocações do capital estrangeiro que, agora, estão direcionados para mercados emergentes, como o Brasil. Por isso, Bruno Benassi, analista de Ativos na corretora Monte Bravo, avalia que o futuro do Ibovespa está nas mãos do investidor gringo.

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“O que precisamos acompanhar é o fluxo de capital estrangeiro. Se ele parar de investir na América Latina, teremos um impacto significativo na bolsa. Mas é muito difícil prever o fluxo dos gringos”, diz Benassi. Em 2025, segundo os dados mais recentes da B3, a Bolsa brasileira registra um saldo positivo de R$ 21 bilhões, contra a saída de R$ 34,6 bilhões durante o mesmo período do ano passado.

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