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Bancos não têm explorado todas as vantagens do Open Finance, diz Google Cloud

Estudo, divulgado nesta terça-feira (27), revela principais tendências do setor financeiro local

Por Beatriz Rocha

27/05/2025 | 5:10 Atualização: 26/05/2025 | 18:11

Bancos não têm aproveitado todas as vantagens do Open Finance, diz estudo. Foto: Adobe Stock
Bancos não têm aproveitado todas as vantagens do Open Finance, diz estudo. Foto: Adobe Stock

Poucos bancos brasileiros estão explorando todas as vantagens que o Open Finance possibilita. É o que revelou a quarta edição do estudo “FinFacts – descobertas e oportunidades que valorizam os serviços financeiros”, lançado nesta terça-feira (27) pelo Google Cloud, em parceria com a agência R/GA.

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O levantamento analisou 19 instituições financeiras, entre bancos tradicionais e fintechs, no período de 20 de fevereiro a 31 de março de 2025. Foram realizados processos de abertura de conta e contratação de produtos por usuários que não tinham histórico anterior nas instituições analisadas. Os produtos financeiros em si – incluindo suas qualidades intrínsecas, vantagens e desvantagens – não foram considerados.

De acordo com o estudo, mais da metade (11) das instituições financeiras não exibem saldos bancários de outros bancos via Open Finance, enquanto 6 ainda não oferecem a possibilidade de realizar transações com o saldo de outra conta. Mais um ponto chama atenção: apenas 4 instituições disponibilizam algum produto financeiro ou benefício especializado logo após o acesso ao Open Finance.

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“Os bancos têm recebido uma grande quantidade de informações uns dos outros, mas ainda não conseguem entender como utilizá-las para personalizar a jornada do cliente e, por exemplo, fazer uma oferta interessante para motivá-lo a migrar de instituição”, diz Marisa Kinoshita, Head de Marketing do Google Cloud no Brasil.

Marisa Kinoshita, Head de Marketing do Google Cloud no Brasil
Marisa Kinoshita, Head de Marketing do Google Cloud no Brasil. Foto: Divulgação/Google Cloud

Uso de IA

O estudo também analisou o uso da inteligência artificial (IA) em relação à experiência do cliente, apontando que 5 instituições não utilizam linguagem natural em seus chatbots e apenas 6 entregam resultados para buscas semânticas dentro de seus aplicativos. A chamada busca semântica é o que permite que o cliente escreva uma pergunta e encontre exatamente o que procura, sem precisar adivinhar palavras-chave específicas ou navegar por diferentes menus.

Erros de digitação na busca também podem dificultar a vida dos usuários: 12 instituições não entregam resultados nesse caso. Segundo a equipe do Google Cloud, oferecer uma busca potencializada com IA pode prover as respostas que o cliente procura e aumentar a eficiência de cada pesquisa, mesmo se o dedo escorregar e uma falha for cometida ao digitar.

Quando as perguntas na busca são sobre produtos oferecidos, como Certificados de Depósito Bancário (CDBs), apenas 2 chatbots se comportaram como verdadeiros assistentes financeiros digitais. O entendimento é de que, com o avanço da IA, esses chats poderão se desenvolver ainda mais, analisando perfis de investidor e sugerindo produtos sob medida para os clientes.

O levantamento também mapeou outras tecnologias dos aplicativos das instituições. Apenas 3 possuíam um resumo dos termos e condições de ofertas adequado à tela do celular. De acordo com Kinoshita, do Google Cloud, a inteligência artificial também poderia ajudar nesse processo, gerando resumos instantâneos ou destacando as cláusulas mais sensíveis.

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A especialista vê ainda uma outra oportunidade para as instituições: utilizar a tecnologia para fazer a leitura de uma chave Pix manuscrita ou impressa usando a câmera do celular. Até agora, nenhum banco disponibilizou esse serviço.

Para Ricardo Fernandes, head do Google Cloud no Brasil, a IA ajuda não só no tratamento do cliente, como também nas operações internas das instituições. “Existem casos que afetam não só a linha de frente, na abordagem com o cliente, mas também internamente, no sentido de produtividade e eficiência operacional. Em última instância, é o que o banco quer: melhorar cada vez mais o Retorno sobre o Patrimônio (ROE), que é afetado pela eficiência acima de tudo”, afirma.

Ricardo Fernandes, head do Google Cloud no Brasil
Ricardo Fernandes, head do Google Cloud no Brasil. Foto: Divulgação/Google Cloud

Quando questionado sobre a diferença na aderência à IA conforme do tamanho das instituições, Fernandes não vê distinções significativas entre fintechs e bancos tradicionais. Apesar das primeiras seguirem uma premissa de maior agilidade, tanto o Open Finance quanto a inteligência artificial são temas que os grandes bancos também estão abordando com rapidez, considerando o porte que eles têm.

“Não quer dizer que tenham a mesma agilidade, afinal, são dinâmicas diferentes. Mas todas as instituições têm uma consciência muito clara. A maioria está investindo em educação executiva e colocando esses temas nas áreas de negócio. Os bancos estão se organizando para entender como inserir a IA não apenas nos produtos, mas na estratégia da empresa como um todo”, reflete Fernandes.

Outro destaques

Outros pontos analisados pelo FinFacts envolvem processos como abertura de conta e segurança. Dentre as instituições consideradas, 9 abriram a conta em tempo real. Outras 8 levaram até um dia útil e 2 ainda demoraram mais de 3 dias. Kinoshita observa um avanço em relação à primeira edição do estudo, quando metade dos bancos analisados levava mais de 48 horas para aprovar a conta.

No quesito segurança, 16 das 19 instituições não exigiram uma nova autenticação logo após o cliente bloquear a tela do celular. Ou seja, na maioria dos casos, o app foi reaberto diretamente, deixando informações sensíveis à vista.

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Por outro lado, 6 bancos ofereceram o uso de geolocalização ou Wi-Fi como recurso extra de segurança para transações financeiras. O time do Google Cloud reflete que, para as instituições financeiras, investir em camadas adicionais de proteção pode ser decisivo e posicionar a marca como referência em segurança digital.

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