Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal defende que não cabe a cobrança de tais valores, fundamentando-se em avaliações técnicas e jurídicas, e oferece as garantias previstas na legislação quando necessário.
A Petrobras ressalta que, no âmbito da gestão das contingências tributárias, analisa os aspectos técnicos, econômicos e jurídicos dos Programas de Regularização de Débitos Tributários publicados pela União, Estados e Municípios, em conformidade com a Política Tributária aprovada por seu Conselho de Administração.
“Até a presente data, o Estado do Rio de Janeiro não publicou lei instituindo Programa de Regularização de Débitos com as condições e créditos elegíveis para adesão e não há qualquer decisão da companhia sobre esse tema”, afirma a empresa.
Na segunda-feira (26), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que a Petrobras (PETR3; PETR4) é a maior devedora que o Estado o qual governa, com uma dívida na casa de “mais de R$ 30 bilhões” somando dívidas inscritas e não inscritas.