“A Petz está sendo negociada a 25 vezes o lucro estimado para 2025 (ex-Cobasi), em um cenário desafiador”, afirmam, justificando a recomendação “neutra” para o papel.
A combinação de negócios entre Petz e Cobasi foi anunciada em agosto de 2024. Pelo acordo, a Cobasi incorporará a Petz como subsidiária. Assim, os acionistas da Petz receberão ações representando 52,6% do capital social total da nova empresa, enquanto os acionistas da Cobasi ficarão com os 47,4% restantes. Também ficou acertado um pagamento em dinheiro de R$ 400 milhões aos acionistas da Petz. Deste total, R$ 130 milhões já foram pagos.
O BTG avalia um contexto “desafiador no mercado pet”, tanto no Brasil quanto globalmente, mas não descarta que a fusão entre Petz e Cobasi possa levar à otimização das estruturas de custos (presença física de lojas) e a algum poder de barganha com fornecedores.
“No entanto, a natureza altamente competitiva do mercado brasileiro (com Mercado Livre e Amazon aumentando seus esforços na categoria) pode impedir uma precificação mais eficiente do papel”, ponderam os profissionais.
O BTG Pactual tem preço-alvo de R$ 5 para Petz, visando potencial valorização de 15,2%, em relação ao fechamento da última segunda-feira (26).