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Negócios

Crise na Azul (AZUL4) gera oportunidade para concorrentes? Veja quem pode sair ganhando

Pedido de recuperação judicial da Azul deve redesenhar a disputa com Gol e Latam no setor de aéreo

Por Camilly Rosaboni

28/05/2025 | 12:11 Atualização: 28/05/2025 | 12:11

Entenda o impacto da recuperação judicial da Azul no turismo brasileiro. (Foto: Adobe Stock)
Entenda o impacto da recuperação judicial da Azul no turismo brasileiro. (Foto: Adobe Stock)

A Azul (AZUL4) comunicou nesta quarta-feira (28) que entrou com um pedido de Chapter 11, mecanismo da legislação dos Estados Unidos semelhante à recuperação judicial no Brasil, com a intenção de reestruturar sua dívida e reduzir mais de US$ 2 bilhões em compromissos. A medida pode gerar efeitos significativos no mercado de turismo do País, sobretudo na disputa com concorrentes aéreas.

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A companhia disse que obteve um financiamento Debtor-in-Possession Financing (DIP), que se refere a uma linha de financiamento para manter as operações da companhia durante o processo, de aproximadamente US$ 1,6 bilhão de parceiros financeiros, que será usado para refinanciar certas dívidas existentes e prover cerca de US$ 670 milhões em nova liquidez.

O pedido de recuperação judicial da Azul pode sacudir o setor aéreo brasileiro, sobretudo com os efeitos do câmbio, juros e inflação. “Não é um setor tão resiliente como o de saneamento e energia. É um setor muito volátil. Então, toda vez que tiver alguma companhia entrando em recuperação judicial, mostra que o setor está estruturalmente mais fraco”, explica segundo Artur Horta, analista de mercado financeiro da GTF Capital.

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O contexto americano também deve exercer influência sobre a crise na Azul. “A estabilidade dos juros nos Estados Unidos e a valorização do dólar também impactam os custos das aéreas brasileiras, que têm parte significativa de seus custos atrelados à moeda americana, como leasing (operação semelhante a um aluguel) de aeronaves e combustível”, afirma Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos.

Nesse cenário, a recuperação judicial da Azul pode abrir espaço para que concorrentes do setor aéreo avancem no mercado. A Gol (GOLL4), em especial, deve se beneficiar, já que está prestes a sair do Chapter 11. Da mesma forma, a Latam também se destaca.

Azul em reestruturação abre caminho para avanço de rivais

Segundo especialistas consultados pela reportagem, a recuperação judicial da Azul pode alterar significativamente o cenário competitivo do setor aéreo brasileiro. Com a Azul focada em sua reestruturação financeira, concorrentes como Gol e Latam podem buscar ampliar sua participação de mercado, especialmente em rotas onde a Azul pode reduzir presença.

Por outro lado, conforme explica Fernando Canutto, sócio do Godke Advogados e especialista em Direito Empresarial, a entrada de novos investidores na Azul, como as companhias americanas United Airlines e American Airlines, que se comprometeram a injetar recursos na empresa, pode fortalecer a posição da Azul no médio e longo prazo, aumentando a competitividade do setor.

Mesmo assim, o processo de recuperação da Azul pode afetar a confiança de investidores no setor de aviação como um todo. “A recuperação judicial de uma das principais companhias aéreas do país pode gerar desconfiança entre investidores, tanto no setor de aviação quanto no turismo em geral. A percepção de instabilidade financeira e operacional pode levar a uma maior cautela na alocação de recursos, impactando investimentos futuros”, ressalta Patzlaff.

Como fica a fusão entre Azul e Gol?

A fusão entre Azul e Gol pode ser deixada de lado enquanto investidores digerem a nova recuperação judicial da aérea brasileira. “A possibilidade de fusão pode ser postergada devido à situação financeira das empresas. Essa conjuntura pode abrir espaço para outras companhias aéreas expandirem suas operações e influenciarem a dinâmica competitiva do mercado”, avalia Canutto.

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Segundo o especialista Horta, se o Chapter 11 da Azul seguir os mesmos rumos das recuperações de Gol e Latam, o processo deve durar de 18 a 24 meses. “Então, a gente só vai ter uma discussão sobre fusão em meados de 2027 e até lá a concorrência no mercado não está ameaçada”, afirma.

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