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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje após Justiça bloquear tarifas de Trump

Dados mostrando enfraquecimento da economia do país norte-americano também estiveram em foco

Por Pedro Teixeira e Poliana Santos

29/05/2025 | 17:47 Atualização: 29/05/2025 | 17:47

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York alternaram altas e quedas no pregão desta quinta-feira (29), mas fecharam com ganhos, enquanto investidores digeriam os recentes desdobramentos judiciais sobre as tarifas “recíprocas” impostas pelo governo de Donald Trump, os resultados da Nvidia (NVDC34) e dados econômicos dos Estados Unidos. O dólar e os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries), por outro lado, recuaram.

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O Dow Jones subiu 0,28%, aos 42.215,73 pontos; o S&P 500 avançou 0,40%, aos 5.912,17 pontos; e o Nasdaq encerrou em alta de 0,39%, aos 19.175,87 pontos. Os dados são preliminares.

As ações da Nvidia avançaram 3,24%, impulsionadas por resultados que superaram as expectativas do mercado. A Boeing subiu 3,32% após o CEO Kelly Ortberg afirmar a intenção de elevar a produção do 737 MAX para 42 aeronaves por mês. Destaque também para a E.l.f. Beauty, que registrou alta histórica de 23,7%, seu maior ganho porcentual diário, após anunciar a compra da marca de maquiagem Rhode, de Hailey Bieber, por US$ 1 bilhão.

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Por outro lado, a Salesforce recuou 3,30%, apesar de ter elevado suas projeções de receita e lucro ajustado para o ano. A Best Buy caiu 7,27% após cortar suas projeções de vendas e lucro, citando preocupações com o impacto das tarifas.

No cenário político, a Corte de Apelações do Circuito Federal dos EUA suspendeu temporariamente a decisão judicial de ontem, que havia anulado ordens executivas do presidente americano. A medida cautelar vale “até nova ordem”, enquanto a Corte avalia o pedido formal do governo para suspender os efeitos da decisão de primeira instância.

Também foram acompanhadas as declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) de Chicago, Austan Goolsbee, que afirmou existir a possibilidade de cortes nas taxas de juros caso as tarifas sejam evitadas. Mais cedo, o Fed comunicou que o presidente Jerome Powell se reuniu hoje com Trump em Washington, mas não teria discutido o rumo da política monetária.

No campo econômico, o PIB dos EUA no primeiro trimestre contraiu menos do que o esperado, e o núcleo da inflação medida pelo PCE foi revisado para baixo. Os pedidos de auxílio-desemprego subiram, atingindo o maior nível desde novembro de 2021, e as vendas pendentes de imóveis caíram em ritmo maior que o esperado.

Juros dos EUA caem

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos recuaram nesta quinta-feira, após a divulgação de novos dados sobre a economia americana. Os Treasuries abriram a sessão em alta, impulsionados pela decisão judicial que bloqueou tarifas do presidente Donald Trump, mas mudaram de direção ainda pela manhã. No fim da tarde, uma corte de apelação acolheu recurso do governo americano, congelando os efeitos do bloqueio enquanto analisa os argumentos das partes.

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Por volta das 17h (horário de Brasília), o juro da T-note de 2 anos caía a 3,942%. O rendimento da T-note de 10 anos caía a 4,427%, enquanto o T-Bond de 30 anos recuava para 4,924%.

Os rendimentos dos títulos inverteram o sinal da abertura e passaram a cair com a divulgação do dado que mostrou contração do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no primeiro trimestre, revisado de -0,3% para -0,2%. Já o núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos EUA foi revisado em baixa. Em seguida, os pedidos semanais de auxílio-desemprego no país ficaram acima do esperado.

Após a rodada de dados econômicos, os juros dos Treasuries ampliaram as perdas no início da tarde, depois que o Departamento do Tesouro anunciou que o leilão de US$ 44 bilhões em T-notes de 7 anos teve juro máximo de 4,194% – ante média recente de 4,287%, de acordo com o BMO. A taxa bid-to-cover, um indicativo da demanda, ficou em 2,69 vezes, ante a média recente de 2,64 vezes.

“Os Treasuries têm apresentado desempenho inferior ao de seus pares devido a preocupações com o impacto fiscal negativo do projeto de lei do presidente Trump e com uma possível redução na demanda por parte de investidores estrangeiros, o que tem levado a um aumento nos prêmios de prazo”, afirmam em relatório Jan Nevruzi e Gennadiy Goldberg, da TD Securities. Apesar disso, escrevem, o Tesouro dos EUA pode sinalizar uma redução nos volumes de leilões de títulos de longo prazo já no refinanciamento de agosto; o Senado pode contestar o impacto fiscal do projeto orçamentário; e os sinais de desaceleração econômica podem levar investidores a antecipar uma postura mais branda do Fed.

Moedas globais: dólar recua

O dólar perdeu força frente às principais moedas globais nesta quinta-feira, pressionado por dados mostrando enfraquecimento da economia dos Estados Unidos. A divisa americana devolveu os ganhos obtidos durante a madrugada, à medida que o entusiasmo gerado pela decisão judicial de ontem contra a política tarifária do presidente Donald Trump perdeu força ao longo do dia. No fim da tarde, uma corte de apelação acolheu recurso do Executivo americano, congelando os efeitos da medida de ontem enquanto a Corte analisa os argumentos das partes.

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O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, caiu 0,60%, a 99,272 pontos. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar caía para 144,12 ienes, enquanto o euro avançava para US$ 1,1371 e a libra era negociada em alta, a US$ 1,3498.

Nesta quinta-feira, o Departamento de Comércio mostrou que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA teve queda anualizada de 0,2% no primeiro trimestre, uma melhora em relação à primeira estimativa, de queda de 0,3%. Ainda assim, a economia encolheu no período, e a revisão “não justifica uma mudança em nossa projeção para o crescimento este ano nem para a política monetária”, afirmou a Oxford Economics.

Enquanto isso, os pedidos de auxílio-desemprego no país subiram acima da expectativa de analistas. Já o núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos EUA foi revisado em baixa.

Para Derek Halpenny, analista do MUFG Bank, o dólar pode se beneficiar de um eventual acordo comercial entre os EUA e a União Europeia. Pouco importa o quão abrangente seja o acordo, diz, contanto que a UE evite a tarifa de 50% ameaçada por Trump.

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Qualquer acordo ajudaria a aliviar preocupações sobre “políticas econômicas prejudiciais” de Washington e a possível perda de confiança nos ativos dos EUA, afirma Halpenny. Embora uma recuperação significativa do dólar seja improvável, novos acordos bilaterais reduziriam parte da negatividade associada às incertezas comerciais, acrescenta.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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