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Tempo Real

Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje após acordo comercial

Resultado do índice de preços ao consumidor de maio do país americano também movimentou os mercados

Por Pedro Teixeira e Matheus Andrade

11/06/2025 | 17:37 Atualização: 11/06/2025 | 17:37

Wall Street (Foto: Adobe Stock)
Wall Street (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam a quarta-feira (11) sem direção única, após perderem força as últimas horas do dia, equilibrando-se entre incertezas sobre o acordo comercial preliminar entre China e EUA e sinais de tensões no Oriente Médio. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) e o dólar, por sua vez, recuaram.

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O Dow Jones fechou estável, aos 42.865,77 pontos; o S&P 500 recuou 0,27%, aos 6.022,24 pontos; e o Nasdaq fechou em baixa de 0,50%, aos 19.615,88 pontos.

As bolsas de Nova York já exibiam dificuldades para sustentar o ímpeto dos ganhos do início do dia em meio à falta de detalhes sobre o acordo comercial preliminar firmado ontem entre EUA e China. A avaliação de analistas é de que, ainda que seja ratificado pelos líderes dos dois países, o pacto não representa uma solução final para as disputas sino-americanas.

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Hoje à tarde, o Wall Street Journal revelou que Pequim decidiu manter um limite de seis meses para as licenças de exportação de terras raras, ponto sensível nas negociações. À tarde, houve uma piora no clima em Wall Street, após relatos de que os EUA estariam preparando uma evacuação de equipes não essenciais em sua embaixada no Iraque. As ações da General Motors subiram 1,92% após a empresa anunciar investimentos de US$ 4 bilhões para aumentar a produção de veículos nos EUA.

O setor siderúrgico americano teve forte queda após uma reportagem da Bloomberg indicar que os EUA e o México estão próximos de um acordo para reduzir as tarifas de 50% impostas por Donald Trump ao aço produzido pelo país vizinho. As ações da Nucor caíram 6,06%, as da Cleveland-Cliffs recuaram 8,10% e as da Steel Dynamics perderam 2,82% nesta quarta-feira. As companhias aéreas também registraram perdas, pressionadas pela forte alta do petróleo. Os papéis da American Airlines cederam 6,59%, a Delta recuou 4,86%% e a United Airlines caiu 5,49%.

Juros dos EUA recuam

Os rendimentos dos Treasuries recuaram nesta quarta-feira, especialmente na ponta mais curta da curva, após o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do país mostrar que um temido aumento da inflação impulsionado por tarifas ainda não se concretizou, reacendendo o apetite pela dívida do governo americano.

Por volta das 17h (horário de Brasília), o juro da T-note de 2 anos caía a 3,942%. O rendimento da T-note de 10 anos caía a 4,415%, enquanto o do T-Bond de 30 anos recuava para 4,911%.

A inflação ao consumidor nos EUA em maio desacelerou para 0,1% ante abril, abaixo dos 0,2% de abril e abaixo das expectativas. A leitura em 12 meses, de 2,4%, veio ligeiramente abaixo da previsão de analistas consultados pelo Projeções Broadcast (2,5%), mas acima dos 2,3% de abril. O núcleo do CPI permaneceu estável em 2,8%, contra uma previsão de 2,9%.

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Após os fortes dados de emprego divulgados na sexta-feira, o relatório brando de inflação mantém o Federal Reserve (Fed) em compasso de espera, enquanto os investidores voltam sua atenção para a demanda por títulos do Tesouro, afirma Kevin Flanagan, da WisdomTree. “Ainda estamos respondendo aos dados recentes tendo como pano de fundo o relatório de empregos de sexta-feira, que superou as expectativas”, diz ele.

Os rendimentos dos Treasuries ampliaram queda no início da tarde, após leilão primário de US$ 39 bilhões em T-notes de 10 anos, com rendimento máximo de 4,421% – abaixo da média recente de 4,229%, de acordo com a BMO Capital.

A tendência recente de inclinação da curva de rendimentos dos Treasuries – em que a diferença entre os rendimentos de curto e longo prazo se amplia – provavelmente ainda não chegou ao fim, diz François Rimeu, da Credit Mutuel Asset Management.

“Alguns compradores históricos estão se afastando da dívida americana”, afirma Rimeu. Como causas desse fenômeno, o estrategista sênior aponta a falta de “disciplina fiscal” nos EUA e os retornos mais atrativos que mercados como o do Japão oferecem aos investidores internacionais.

Moedas globais: dólar opera em baixa

O dólar operou em baixa hoje ante a maioria das moedas, seguindo o anúncio do acordo comercial entre Estados Unidos e China em Londres, seguindo dias de tratativas. Além disso, o dia contou com a leitura do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) americano de maio, que veio com um avanço ligeiro, reforçando perspectivas para um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) em setembro. Entre as moedas emergentes, o destaque foi o peso mexicano, que voltou a ficar abaixo de 19 na comparação com o dólar, tocando níveis que não alcançava desde agosto de 2024.

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O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, caiu 0,47%, a 98,631 pontos. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar caia para 144,61 ienes, enquanto o euro avançava para US$ 1,1485 e a libra era negociada em alta, a US$ 1,3541, e dólar tinha queda a 18,9430 pesos mexicanos.

O CPI dos EUA subiu 0,1% em maio ante abril e 2,4% na taxa anual, enquanto o núcleo avançou 0,1% no confronto mensal e 2,8% no anual, todos abaixo do previsto pelo Projeções Broadcast. O mercado ampliou expectativas de que o Fed começará a reduzir juros em setembro após leitura. As probabilidades de redução acumulada de 50 pontos-base (pb) ou mais ao longo desta ano também aumentaram, segundo ferramenta de monitoramento do CME Group.

O CPI é “uma boa notícia”, mas possui distorções e o impulso das tarifas será mais perceptível durante o verão (no hemisfério norte), avalia a Oxford Economics. Segundo a consultoria, o dado se beneficiou de algumas pressões desinflacionárias persistentes das tarifas, por meio da queda dos preços do petróleo. De acordo com a Oxford Economics, a partir do mapeamento de dados, o Fed “deve ser encorajado”, mas o número divulgado não aumenta significativamente as chances de o BC americano cortar as taxas de juros antes de dezembro. “O Fed quer ver como a inflação se comporta neste verão, quando as tarifas a atingirem com mais força”, acrescenta.

Na zona do euro, o economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, afirmou que a decisão de corte dos juros, realizada na semana passada, ajuda a garantir que o desvio negativo projetado da inflação nos próximos dezoito meses permaneça apenas temporário. Já o governador do Banco da França e dirigente do BCE, François Villeroy de Galhau, disse que a situação atual do BCE é favorável, mas que isso não significa que as taxas de juros sejam necessariamente fixas.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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