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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje com tensões renovas entre Israel e Irã

Temores de que os Estados Unidos possam se envolver diretamente no conflito movimentaram os mercados

Por Pedro Teixeira e Matheus Andrade

17/06/2025 | 17:33 Atualização: 17/06/2025 | 17:33

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta terça-feira (17), em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio e temores de que os Estados Unidos possam se envolver diretamente no conflito entre Israel e o Irã. Fontes disseram à CNN que o presidente Donald Trump está considerando ordenar um ataque contra instalações nucleares iranianas. Dados fracos da economia americana também afetaram o sentimento dos investidores, que se preparam para a decisão do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) amanhã. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) também caíram, enquanto o dólar hoje subiu.

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O Dow Jones caiu 0,70%, aos 42.215,80 pontos; o S&P 500 recuou 0,84%, aos 5.982,72 pontos; e o Nasdaq fechou em queda de 0,91%, aos 19.521,09 pontos.

As ações da Sunrun desabaram 40%, as da Enphase Energy recuaram 24% e as da First Solar caíram 18% depois que senadores republicanos apresentaram mudanças no projeto de lei fiscal e orçamentário de Trump que eliminariam gradualmente os créditos tributários para energia solar, eólica e outras fontes renováveis até 2028.

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Na direção oposta, os papéis da Exxon Mobil e da Chevron subiram 1,35% e 1,93%, respectivamente, acompanhando a alta superior a 4% nos contratos futuros de petróleo.

A Verve Therapeutics disparou 81,5% após a Eli Lilly anunciar um acordo para adquirir a startup de edição genética por até US$ 1,3 bilhão. Pelo acordo, a Eli Lilly pagará US$ 10,50 por ação da Verve, totalizando cerca de US$ 1 bilhão, mais US$ 300 milhões condicionados ao cumprimento de determinados marcos clínicos. As ações da Eli Lilly caíram 2,03%.

A T-Mobile US recuou 4,14%. Segundo a Bloomberg, o SoftBank reduziu sua participação na operadora para financiar seus planos com inteligência artificial. A gigante japonesa levantou cerca de US$ 4,8 bilhões em uma venda em bloco não registrada de ações da T-Mobile, com 21,5 milhões de papéis vendidos a US$ 224, conforme os termos do acordo.

As ações da Lennar caíram 4,50% após a construtora divulgar lucro de US$ 1,90 por ação (excluindo perdas com investimentos em tecnologia) e receita de US$ 8,4 bilhões no segundo trimestre fiscal. O mercado esperava lucro de US$ 1,94 por ação e receita de US$ 8,2 bilhões.

Juros dos EUA caem

Os rendimentos dos Treasuries caíram nesta terça-feira, revertendo as altas de segunda-feira, em meio a sinais de intensificação do conflito entre Israel e Irã e de desaceleração da economia americana, que aumentaram as expectativas de um afrouxamento monetário do Federal Reserve (Fed).

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Por volta das 17h (horário de Brasília), o juro da T-note de 2 anos caía a 3,943%. O rendimento da T-note de 10 anos cedia a 4,388%, enquanto o T-Bond de 30 anos recuava para 4,889%.

As vendas no varejo dos EUA registraram contração de 0,9% em maio ante abril, mais forte do que a previsão dos analistas consultados pela FactSet, que era de queda de 0,7%. Enquanto isso, a produção industrial americana caiu 0,2% no mesmo período, resultado que contrariou a expectativa aferida pela FactSet, de alta de 0,2%.

Os números reforçam sinais recentes de desaceleração da economia americana, estimulando apostas em cortes de juros do Fed à frente. A expectativa majoritária, entretanto, é de que o banco central dos EUA mantenha os juros inalterados em sua reunião de amanhã.

Segundo dados da LSEG, o mercado atualmente precifica dois cortes nas taxas do Fed em 2025.

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Os rendimentos dos Treasuries já vinham caindo antes dos dados americanos, enquanto os investidores acompanhavam as atualizações do conflito entre Israel e Irã. À tarde, o movimento se intensificou em meio a relatos na imprensa americana de que o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria considerando envolvimento direto no conflito.

O chefe de renda fixa da Madison Investments, Mike Sanders, destaca que os rendimentos dos títulos de longo prazo continuarão fortemente influenciados pelo déficit orçamentário dos EUA.

“Como o presidente do Fed, Jerome Powell tem dito consistentemente, precisamos controlar os gastos”, diz Sanders. “Não esperamos que o Fed intervenha para baixar os rendimentos de longo prazo, a menos que ocorra um erro grave na política fiscal”, diz Sanders.

Moedas globais: dólar opera em alta

O dólar operou em alta hoje, impulsionado pela escalada de tensões entre Irã e Israel no Oriente Médio. Além da continuação dos ataques entre ambos os lados, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma série de menções à uma possível intervenção americana na guerra. A semana conta ainda com importantes decisões de política monetária, como a do Banoc do Japão (BoJ, na sigla em inglês) na última madrugada, que manteve juros, anuncio que também é esperado após o fim da reunião do Federal Reserve (Fed) nesta quarta-feira, mas, nos dois casos, analistas observam as sinalizações para os próximos passos das autoridades.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, fechou em alta de 0,84%, a 98,820 pontos. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar subia para 145,27 ienes, enquanto o euro recuava para US$ 1,1487 e a libra era negociada em baixa, a US$ 1,3487. No mesmo horário, a moeda americana avançava a 19,0225 pesos mexicanos.

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O BoJ deixou a principal taxa de juros inalterada pela terceira vez consecutiva. O BoJ também informou que reduzirá as compras mensais diretas de Japanese Government Bonds (JGBs) para 2 trilhões de ienes de janeiro a março de 2027, com valor reduzido em cerca de 400 bilhões de ienes a cada trimestre até março de 2026; e 200 bilhões de ienes a cada trimestre a partir dos meses de abril a junho de 2026. O BoJ manterá uma postura de espera por mais tempo do que o esperado, na avaliação do ING. O banco holandês destaca que o presidente do BC japonês, Kazuo Ueda, está cauteloso em relação às tarifas dos EUA e o impacto negativo sobre investimentos e salários, mas não expressa preocupações imediatas sobre a inflação.

Apesar do aparente alívio na inflação, o Fed deverá deixar inalteradas as taxas de juros americanas na decisão monetária desta quarta-feira, pela quarta vez consecutiva. O consenso entre analistas consultados pelo Broadcast é de que dirigentes do BC americano vão adotar uma postura de “esperar para ver” os efeitos das tarifas e de tensões geopolíticas sobre as expectativas inflacionárias dos EUA. Contudo, persiste a incerteza sobre o tom a ser adotado pelo comunicado e sobre as projeções para cortes de juros.

Hoje, o dólar voltou a ficar acima dos 19 pesos mexicanos. O nível da moeda americana abaixo dos 19 pesos foi celebrado na última semana pelo governo da presidente do México, Claudia Sheinbaum, especialmente após o ativo ter se desvalorizado fortemente com as disputas tarifárias desencadeadas por Donald Trump nos últimos meses.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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