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Relembre 3 ‘acidentes’ em museus que causaram prejuízos milionários

Casos recentes, como o da obra danificada na Itália, reacendem o debate sobre segurança em museus e o custo, muitas vezes incalculável, de preservar o patrimônio cultural

Por Manuela Miniguini

21/06/2025 | 8:00 Atualização: 21/06/2025 | 13:56

Acidentes em museus: de cadeira de Van Gogh destruída a pintura de Elvis de US$ 80 milhões danificada (Foto: Adobe Stock)
Acidentes em museus: de cadeira de Van Gogh destruída a pintura de Elvis de US$ 80 milhões danificada (Foto: Adobe Stock)

Nas últimas semanas, uma notícia inusitada ganhou destaque nos principais veículos de comunicação, não só no Brasil, mas em diversos países. Em 12 de junho, o museu italiano Palazzo Maffei, em Verona, publicou um vídeo no Instagram com o objetivo de conscientizar o público sobre a importância do cuidado ao visitar exposições, e o post rapidamente gerou grande repercussão.

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No registro, um casal, cuja identidade não foi revelada, tenta tirar uma foto ao lado da obra “Cadeira de Van Gogh”, do artista Nicola Bolla. No momento da captura, o homem perde o equilíbrio e acaba caindo sobre a peça, provocando danos que, inicialmente, aparentavam irreparáveis.

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Embora o episódio tenha causado comoção, ele está longe de ser um caso isolado. Ao longo dos anos, diversos incidentes envolvendo visitantes descuidados já resultaram em prejuízos significativos para museus ao redor do mundo, em muitos casos, com perdas avaliadas em milhões de dólares. Relembre alguns desses casos a seguir:

A Cadeira Van Gogh de cristais Swarovski

A “Cadeira de Van Gogh” é uma obra criada em homenagem ao pintor pós-impressionista, produzida pelo artista italiano Nicola Bolla e atualmente exposta no museu Palazzo Maffei, em Verona, na Itália. A peça chama atenção não apenas pela referência ao icônico artista Vincent Van Gogh, mas também pelo acabamento: toda a estrutura da cadeira é coberta por milhares de cristais de strass Swarovski.

Segundo Marilucia Bottallo, museóloga e coordenadora da Pós-graduação em Museologia, Colecionismo e Curadoria do Centro Universitário Belas Artes, é difícil atribuir um valor comercial preciso à obra. Por se tratar de uma peça artística única, seu valor é essencialmente patrimonial, ou seja, está relacionado ao seu significado cultural e histórico, e não apenas ao custo de materiais ou de produção.

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​”Seria possível calcular seu valor comercial pela quantidade de cristais Swarovski que tinha na cadeira, mas isso é uma especulação. Em geral, muitos museus acabam não divulgando o valor de obras de arte para, como uma estratégia, diminuir a vulnerabilidade desse acervo. Claro que muita coisa se sabe porque tem valor de mercado, mas a gente entende que uma obra num museu tem valor patrimonial”, explica a museóloga.

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Para essa peça, portanto, podemos considerar que seu valor vai além de um prejuízo milionário: seu dano é imensurável. Tão incalculável que o próprio museu que expunha a obra pensou que não haveria uma chance de reparação – o que, felizmente, não foi o caso.

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No vídeo publicado pelo Palazzo Maffei, a diretora da instituição, Vanessa Carlon, afirma que “este é o maior pesadelo de qualquer museu” e que havia sim a preocupação de que não seria possível restaurar a obra. “Felizmente, a equipe de restauração fez um trabalho excelente, e a cadeira está brilhando mais uma vez”.

Vaso Chinês centenário

Em fevereiro de 2006, um artigo publicado pelo The Guardian, do Reino Unido, trouxe à tona um caso de acidente ocorrido no Fitzwilliam Museum, em Cambridge, Inglaterra. Na ocasião, um visitante azarado tropeçou em seu próprio cadarço, caiu das escadas e atingiu três vasos chineses produzidos na dinastia Qing, por volta dos anos 1600-1700.

As obras, de acordo com o jornal britânico, valiam cerca de 100 mil libras, o que atualmente valeria por volta de R$ 700 mil. O interessante deste caso é que, diferentemente do ocorrido em Verona neste ano, foi de fato um acidente.

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Bottallo explica que, em todo caso, quem custeia a reparação das obras é o próprio museu, e nunca o visitante – já que acidentes, como o acontecido em 2006, podem ocorrer de fato, e os museus têm total ciência disso.

“Quando você tem uma obra num museu em empréstimo, obrigatoriamente o museu que recebe essa obra tem um seguro, que é calculado em cima de uma série de valores, que podem ser: o valor comercial, o valor de raridade, ou a fragilidade do objeto. Então, você tem uma série de aspectos que você vai considerar na hora de fazer o seguro. Portanto, nesse e em outros casos, a instituição que está abrigando o objeto arca com os custos do restauro”, diz a museóloga.

Pintura do Elvis avaliada em US$ 80 milhões

Em 2016, o site de vendas de obras de arte Artnet.com, divulgou um incidente envolvendo Elvis Presley, ou melhor, uma pintura inspirada no cantor.

No dia 2 de junho, poucos meses após a reabertura do Museu de Arte Moderna de São Francisco (SFMOMA), na Califórnia, devido a uma expansão de mais de US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhões na cotação atual), um visitante tropeçou e acabou atingindo com o cotovelo a pintura Triple Elvis [Ferus Type], de 1963, uma das 22 serigrafias que retratam Elvis Presley como cowboy.

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A obra, avaliada em US$ 80 milhões (por volta de R$ 480 milhões), que pertence à coleção de Doris e Donald Fisher, foi imediatamente retirada da exposição e levada ao estúdio de conservação do museu, onde passou por avaliação. Segundo a equipe de restauração, o contato com a pintura foi considerado “mínimo”, mas ainda assim o museu optou por não divulgar um comunicado oficial.

A museóloga explica que acidentes como esse são comuns, e que museus estão bem preparados para resolver essas questões. “Essas situações já são previstas. Não é o primeiro e infelizmente não será o último acidente que acontece com obras ou com objetos museológicos em instituições, e as ocorrências são várias. Essa possibilidade de que o responsável não tenha condições financeiras para arcar com os custos não existe porque nenhum museu vai pegar uma obra se não puder pagar o seguro”, explica.

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Bottallo explica também que, apesar de comuns, os episódios podem ser prevenidos com uma simples educação museal. “Os ocorridos são muito ruins, mas eles também mobilizam o sentido da população para o que é o patrimônio público. Então, é muito importante que, a partir desses episódios que são muito ruins, as pessoas sejam educadas para o patrimônio, para que entendam que aquilo que está diante deles não é deles, é de todo mundo”, diz.

“Eu acho paradoxal, mas me parece que, quando um acidente desses acontece, acaba atraindo o interesse de muita gente, que quer ver onde foi o local do acidente ou a peça. E, ao mesmo tempo, a gente acaba encontrando muita solidariedade nesse processo. Aqui no Brasil, assim como a gente sabe se comportar num teatro, num cinema, numa partida de futebol, a gente também tem que aprender como se dão as relações num museu”, finaliza a museóloga.

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Felizmente, apesar dos danos e prejuízos causados, esses casos tiveram solução graças ao bom planejamento patrimonial das instituições e museus. E para quem ficou curioso, a icônica cadeira segue em exibição e, depois de toda a repercussão, merece a sua visita.

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