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Petróleo fecha em queda de mais de 6% após Irã atacar base dos EUA no Oriente Médio

O barril recuou com a avaliação de que as ações foram limitadas, sem atacarem alvos ligados à commodity

Por Matheus Andrade, especial para o Broadcast

23/06/2025 | 16:26 Atualização: 23/06/2025 | 16:26

Petróleo despenca até 8% após ataque do Irã aos EUA não gerar resposta militar

(Foto: Adobe Stock)
Petróleo despenca até 8% após ataque do Irã aos EUA não gerar resposta militar (Foto: Adobe Stock)

Os contratos futuros de petróleo tombaram perto de 7% nesta segunda-feira (23), em uma sessão volátil, após autoridades relatarem que o Irã disparou mísseis contra bases militares americanas no Catar e no Iraque, em retaliação aos ataques americanos às suas instalações nucleares no fim de semana. O barril recuou com a avaliação de que as ações foram limitadas, sem atacarem alvos ligados à commodity.

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Como resultado, o WTI ficou abaixo dos US$ 70. Seguindo os ataques iniciais dos EUA, o petróleo chegou a subir mais de 5%, especialmente pelos temores de que o Irã pudesse bloquear a importante passagem pelo Estreito de Ormuz.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de petróleo WTI para agosto fechou em queda de 7,22% (US$ 5,33), a US$ 68,51 o barril. O Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 6,67% (US$ 4,96), a 70,52 o barril.

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O mercado de petróleo vê o ataque como um sinal de que a capacidade de resposta do Irã é ineficaz e que o país não está retirando petróleo do mercado, afirma Robert Yawger, do Mizuho. Ele minimiza as preocupações de que o Irã possa fechar o Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial. “Não acho que isso vá acontecer. De qualquer forma, seria um tiro no próprio pé; eles têm dois grandes clientes, Índia e China, e se fechassem o estreito, bloqueariam suas exportações para seus dois únicos clientes”, afirma Yawger.

O Bradesco lembra que, embora o Irã represente 3,1% da produção global de petróleo, sua importância estratégica é amplificada por sua posição no estreito, por onde transitam 20% do consumo global de petróleo, e por operar com capacidade de reserva limitada. “A análise de diferentes cenários indica que, sob condições atuais com danos limitados, preços próximos a US$ 70 por barril parecem sustentáveis”, aponta o banco.

Em um panorama mais amplo, a Capital Economics aponta que os grandes ganhos na produção dos EUA nos últimos anos dificilmente se repetirão. “Duvidamos que o presidente Donald Trump consiga aumentar ainda mais a produção de petróleo dos EUA. Os recentes ganhos de produtividade impulsionados pela tecnologia começaram a perder força e a queda dos preços resultou em menores taxas de perfuração”, avalia. “Portanto, a menos que as tensões no Oriente Médio prolonguem os preços mais altos, acreditamos que os níveis atuais de produção dos EUA são insustentáveis”, pontua a consultoria.

No entanto, o forte crescimento da oferta entre outros produtores não pertencentes à Organização dos Países Exportadores de Petróleo deve garantir que o crescimento da oferta supere a demanda e direcione o mercado para um grande superávit no final de 2025 e em 2026, projeta. Um superávit pesará sobre os preços, que prevemos que cairão para um patamar abaixo do consenso de US$ 60 por barril (pb) até o final de 2025 e US$ 50pb até o final de 2026 e o final de 2027.

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*Com informações Dow Jones Newswires

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