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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje com avanços nos acordos comerciais

Novas discussões comerciais entre os EUA e outros países impulsionaram a busca por riscos no mercados

Por Matheus Andrade e Laís Adriana

30/06/2025 | 17:48 Atualização: 30/06/2025 | 17:48

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira (30), com S&P 500 e Nasdaq voltando a renovar recordes. Os desdobramentos das discussões comerciais entre Estados Unidos e outros países vem impulsionando a busca por riscos no mercados, incluindo a retomada das tratativas com o Canadá, uma vez que os maiores temores pela postura tarifária do presidente Donald Trump vão ficando para trás. No semestre, os principais índices acumularam ganhos. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) e o dólar, por outro lado, recuaram.

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O Dow Jones fechou em alta de 0,63%, aos 44.094,77 pontos; o S&P 500 subiu 0,52%, aos 6.204,95 pontos; e o Nasdaq fechou em alta de 0,47%, aos 20.369,73 pontos. No semestre, houve avanço de 3,60%, 5,49% e 5,48%.

Para o Swissquote Bank, os investidores estão “otimistas e dispostos a assumir mais riscos” nesta semana. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que “veremos uma onda de acordos comerciais” antes de 9 de julho. Com o S&P 500 atingindo uma nova máxima histórica, sua queda de mais de 20% no início deste ano já parece uma lembrança distante, aponta a Capital Economics. “No entanto, não acreditamos que as ações dos EUA estejam realmente de volta à estaca zero. Para começar, os índices de ações tendem a seguir uma tendência de alta. Portanto, pode-se argumentar que o simples retorno do S&P 500 ao seu recorde anterior não é suficiente”, pondera.

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“Estamos menos otimistas do que antes. É verdade que nossa suposição de trabalho ainda é que as tensões comerciais diminuirão ainda mais e que as propostas economicamente mais prejudiciais do presidente dos EUA, Trump, não verão a luz do dia. No entanto, acreditamos que o alto nível de incerteza, que decorre notavelmente da formulação de políticas caóticas de Trump, impedirá que o S&P 500 suba tão rapidamente quanto recentemente”, avalia. Nesse sentido, a iminente expiração das “pausas” tarifárias pode desencadear outra onda de volatilidade nos mercados. O resultado é que projetamos que o S&P 500 encerrará este ano em 6.250, apenas um pouco acima de seu nível atual, conclui.

Segundo a FactSet, no total, 110 empresas do S&P 500 divulgaram projeções trimestrais de lucro por ação para o segundo trimestre. Dessas empresas, 59 divulgaram projeções negativas e 51, positivas. O número de empresas com projeções negativas está acima da média de cinco anos, mas abaixo da média de dez anos. Por outro lado, o número emitindo projeções positivas está acima da média de cinco anos de e acima da média de dez anos.

A Oracle subiu 3,99%, em dia no qual divulgou um documento regulatório informando que a CEO, Safra Catz, planeja comunicar aos funcionários que o ano fiscal atual “começou com força” e que a empresa havia assinado vários grandes contratos de operações em nuvem. Um desses contratos “deve contribuir com mais de US$ 30 bilhões em receita anual a partir do ano fiscal de 2028”.

Juros dos EUA caem

Os juros dos Treasuries operavam em queda no fim desta tarde, em semana que deverá ser marcada pelo principal relatório de empregos dos EUA (payroll), encurtada pelo feriado de 4 de julho na sexta-feira. Investidores também monitoram o andamento do projeto tributário do presidente dos EUA, Donald Trump, no Congresso e sinais de passos futuros do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA).

Por volta das 17h (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos caía a 3,722%, o da T-note de 10 anos cedia a 4,237% e o do T-bond de 30 anos tinha queda a 4,789%. Ambos os juros de 2 anos e de 10 anos caíram na variação mensal de junho e no primeiro semestre. O rendimento de 2 anos caiu 0,189 ponto porcentual somente no segundo trimestre, segundo o Wall Street Journal.

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A sessão desta segunda-feira teve como ponto mais relevante as compras de títulos no encerramento do mês, avalia o BMO, em nota. Nos próximos dias, o foco deverá mudar para acompanhar a divulgação dos dados de emprego em junho. “O mercado parece ter a impressão de que os argumentos para cortes de juros cresceram, conforme os efeitos das tarifas seguem nulos”, analisa o banco canadense, mas alerta que é necessário cautela. “O risco de aumento dos preços adiante por repasse de custos ou interrupção de oferta irá eventualmente impulsionar a inflação”.

Analistas da Apollo projetam que esse cenário deverá pressionar os rendimentos dos Treasuries em toda a curva, somados também ao provável aumento do déficit orçamentário. A emissão do Tesouro “continuará a crescer mais rápido do que a economia”, aumentando ainda mais os custos de empréstimos do governo, afirma a gestora de ativos.

Em entrevista nesta manhã, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que está confiante sobre a aprovação do projeto tributário até 4 de julho e que espera uma “onda de acordos comerciais” até 9 de julho. Contudo, o governo Trump esclareceu que países podem ter as alíquotas tarifárias automaticamente definidas, caso não negociem com os americanos.

Dirigentes do Federal Reserve (Fed) mantiveram postura cautelosa durante participações em eventos, mas Raphael Bostic (Atlanta) disse que vê alívio monetário neste ano e três cortes de juros em 2026, além de apontar que há visões diferentes no BC americano sobre perspectivas de desaceleração econômica nos EUA. Austan Goolsbee (Chicago) descartou possibilidade de estagflação no curto prazo.

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Em relatório, o Bank of America (BofA) projetou que o juro da T-note de 10 anos deverá voltar a acelerar no segundo semestre e terminará o ano em 4,5%.

Moedas globais: dólar opera em baixa

O dólar operou em baixa ante a maioria das moedas, com o índice DXY atingindo seu menor valor em três anos. O cenário de fraqueza da moeda americana levou o ativo à sua pior performance no primeiro semestre desde 1973. As ingerências do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Federal Reserve (Fed) com usa pressão pelo corte de juros vem pesando na moeda, que se encontrou pressionada ainda pelas sinalizações de avanços nas negociações sobre disputas comerciais.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, fechou em queda de 0,54%, a 96,875 pontos. No semestre, a baixa foi de 10,7%. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar caia a 144,15 ienes, o euro se apreciava a US$ 1,1780 e a libra tinha alta a US$ 1,3722. A moeda americana se desvalorizava a 1,3628 dólar canadense.

Para o Swissquote Bank, os investidores estão “otimistas e dispostos a assumir mais riscos” nesta semana. Em entrevista nesta manhã, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que “veremos uma onda de acordos comerciais” antes de 9 de julho, mas que há a possibilidade de retornar às tarifas impostas em 2 de abril. “Se as nações forem teimosas, as tarifas poderão aumentar novamente”, ressaltou.

Trump voltou a criticar o presidente do Fed, Jerome Powell, enquanto circulam informações de que o republicano pode anunciar substitutos para ocuparem o cargo de autoridade máxima do BC dos EUA. Trump chamou Powell de “muito atrasado” e disse que todo o conselho do Fed deveria “se envergonhar por permitir que isso acontecesse com os Estados Unidos”.

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“Embora o dólar possa ocasionalmente apresentar uma modesta oferta de refúgio, devido às tensões latentes no Oriente Médio, acreditamos que a tendência fundamental de baixa permanece intacta. Com dados recentes dos EUA sendo fracos, esperamos que os mercados comecem a reagir com mais firmeza contra a postura agressiva do Fed”, aponta o BBH. “De fato, algumas autoridades do Fed já estão reagindo contra Powell e outras provavelmente se juntarão a elas nos próximos dias e semanas. A reprecificação do mercado para a flexibilização do Fed, juntamente com a redução dos impulsos de risco, deve abrir espaço para uma nova queda do dólar”, avalia.

Por sua vez, o euro perdeu ímpeto após a divulgação de que a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da Alemanha teve alta de 2,0% em junho, uma desaceleração na comparação a maio, quando teve alta de 2,1%. O resultado contrariou a previsão de analistas consultados pela FactSet, que previam avanço de 2,2%.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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