“É importante ressaltar que a Vale está mantendo sua estimativa de produção de minério de ferro para 2025 em 325 a 335 milhões de toneladas. Continuamos a acreditar que o ambiente continua adverso para a Vale e mantemos a nossa visão cautelosa sobre o nome”, escrevem Leonardo Correa e Marcelo Arazi.
Eles destacam que a empresa decidiu antecipar a manutenção preventiva na planta de pelotização de São Luís durante o terceiro trimestre. “Entendemos que esta planta é a planta de maior custo de pelotização da Vale, com custos de transformação em torno da marca de US$ 30 por tonelada. No atual ambiente de preços, a unidade não é econômica”, diz o relatório.
Para os analistas, a decisão da Vale (VALE3) foi acertada no contexto de uma indústria siderúrgica com excesso de oferta, com baixa preços e margens estreitas ou negativas, sem perspectiva clara de demanda.