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Tempo Real

Juros fecham em alta com nova rodada tarifária de Trump e impulso do dólar

Após o presidente dos EUA anunciar tarifas de 25% para Japão e Coreia do Sul, as taxas renovaram máximas intradia

Por Arícia Martins

07/07/2025 | 18:33 Atualização: 07/07/2025 | 18:33

Juros. (Foto: Adobe Stock)
Juros. (Foto: Adobe Stock)

A aversão ao risco que se espalhou pelos mercados nesta segunda-feira (7) em reação à escalada das tensões comerciais, com novas tarifas dos Estados Unidos, também afetou a curva de juros futuros brasileira, que percorreu a segunda etapa do pregão de hoje em firme alta. A maior inclinação seguiu de perto o fortalecimento do dólar ante o real, bem como o aumento no rendimento dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries).

Leia mais:
  • Ibovespa perde os 140 mil pontos após anúncio de tarifas de Trump; dólar começa a semana em baixa
  • Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje com novas tarifas de Trump
  • A avaliação do mercado financeiro sobre as ameaças tarifárias de Trump contra o Brics
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Encerrados os negócios, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2026 oscilou de 14,921% no ajuste de sexta-feira para 14,925%. O DI de janeiro de 2027 passou a 14,220%, vindo de 14,174% no ajuste anterior. O DI do primeiro mês de 2028 avançou de 13,393% no ajuste da véspera para 13,480%, e o DI de janeiro de 2029, de 13,226% no ajuste antecedente a 13,340%.

Por volta do mesmo horário, o retorno do título do Tesouro americano de dois anos subia a 3,898%, o da T-Note de 10 anos alcançava 4,381% e o do T-bond de 30 anos aumentava a 4,916%.

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No início da tarde, logo após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar tarifas comerciais de 25% para Japão e Coreia do Sul em sua rede Truth Social, os juros futuros intermediários e longos renovaram máximas intradia, com os contratos a partir de janeiro de 2029 abrindo mais de 10 pontos-base. A ascensão chegou a perder força, mas ganhou tração novamente, depois de Trump informar a imposição de novas tarifas a outros cinco países: África do Sul, Laos, Mianmar, Malásia e Cazaquistão.

“Quando a primeira bateria de tarifas de Trump foi anunciada em abril, todos os mercados se estressaram porque isso gera muita incerteza. Hoje vimos uma situação muito parecida; todo mundo corre para se defender com posições em juros e dólar”, diz Tiago Hansen, diretor de gestão e economista da Alphawave Capital. O dólar à vista terminou a segunda cotado a R$ 5,4778, com alta de 0,98% ante o real.

Ontem, o presidente americano ameaçou os países que integram o Brics com uma tarifa adicional de importação de 10%. Segundo declaração de Trump também em sua rede social, “qualquer país que se alinhar às políticas antiamericanas do Brics será submetido a uma tarifa adicional de 10%”. Hoje, o republicano defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro, que em sua visão seria “um líder forte” e “vítima de uma caça às bruxas”.

Em resposta ao alerta de Trump a respeito das potenciais tarifas para o Brics, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que seu par americano “não deveria ficar ameaçando presidentes de outros países através da internet”. Mais tarde, evitou tecer comentários a respeito de Bolsonaro. Já a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse em seu perfil no X que Trump “deveria cuidar de seus próprios problemas” e respeitar a soberania brasileira.

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Para Hansen, a resposta dos políticos brasileiros e as discussões sobre Bolsonaro não fizeram preço na curva a termo hoje, que foi mais impactada pelos novos anúncios tarifários dos EUA. “Mas temos que pensar no que pode acontecer por conta deste conflito. Se essa rusga com os EUA resultar em alguma tarifa para o Brasil, aí sim teríamos um ‘spike’ nos ativos de risco.”

O lado técnico justificaria algum alívio nos DIs nesta segunda, diz o diretor da Alphawave, uma vez que o Boletim Focus do Banco Central mostrou nova redução na mediana do mercado para a variação do IPCA de 2025, agora em 5,18%. Há um mês, o consenso de analistas estava em 5,44%. “Mas o noticiário internacional pesou mais”.

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