• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar fecha julho com alta mensal de 3,07%; o que esperar da moeda em agosto?

Alta mensal da moeda, maior do ano, foi influenciada por juros nos EUA, incertezas no Brasil e tarifas anunciadas por Washington contra produtos brasileiros

Por Murilo Melo

31/07/2025 | 18:10 Atualização: 31/07/2025 | 18:16

Entenda se vale a pena "correr" para comprar dólar com possibilidade de aumento do IOF. Foto: Adobe Stock
Entenda se vale a pena "correr" para comprar dólar com possibilidade de aumento do IOF. Foto: Adobe Stock

O dólar conseguiu se valorizar frente ao real em julho deste ano, encerrando o mês com alta acumulada de 3,07 %, o maior desempenho mensal deste ano. A moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,40, registrada no início do mês, e a máxima de R$ 5,60, alcançada no fechamento desta quinta-feira (31). No ano, porém, a moeda norte-americana acumula queda de 9,36%.

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No mercado internacional, o índice do dólar (DXY, que mede o desempenho da moeda dos Estados Unidos frente a uma cesta de moedas fortes) subiu 2,7 % em julho. Foi o primeiro avanço mensal deste ano, beneficiado por uma leitura mais cautelosa do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) quanto ao início do ciclo de cortes na taxa básica de juros. A perspectiva de juros elevados por mais tempo tornou os ativos norte-americanos mais atraentes, o que reforçou a valorização do dólar e pressionou outras moedas, como o real.

No plano doméstico, incertezas ligadas à condução da política fiscal e à relação entre o governo federal e o Congresso Nacional contribuíram para um ambiente de maior instabilidade. Notícias sobre interferências do Supremo Tribunal Federal (STF) em pautas econômicas e os ruídos políticos aumentaram o desconforto de investidores estrangeiros. Ainda assim, houve momentos de alívio com entradas pontuais de dólares via exportações, especialmente do setor agrícola, que limitaram movimentos mais bruscos da moeda.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A preocupação com o comércio exterior também voltou ao radar após os EUA anunciarem a aplicação de tarifas de 50 % sobre produtos brasileiros. Com a confirmação do decreto pelo governo norte-americano na última quarta-feira (30), o dólar encerrou o dia em alta de 0,38 %, cotado a R$ 5,59. Durante o pregão, chegou a R$ 5,62, mas reduziu o ritmo de alta após a divulgação de uma lista com cerca de 700 exceções, que inclui itens dos setores de combustíveis, aviação, veículos e produtos agrícolas.

O dólar pode romper R$ 5,60 caso haja escalada nas tensões comerciais, diz Ourominas

A medida entra em vigor em 6 de agosto e foi justificada pela Casa Branca como resposta a ações do STF, citando diretamente o ministro Alexandre de Moraes. “Caso essas tensões avancem ou se ampliem para outros setores, o real pode continuar pressionado”, diz Elson Gusmão, diretor de câmbio da Ourominas.

A influência dos juros na moeda

No mesmo dia do tarifaço, a moeda americana também foi influenciada pelas decisões de política monetária. O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) manteve os juros entre 4,25 % e 4,50 % ao ano, assim como o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro, que também decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano.

O efeito da política monetária dos Estados Unidos sobre o câmbio brasileiro, por sinal, tem sido moderado, em parte devido ao aumento do diferencial de juros entre os dois países, segundo Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. Com a Selic em patamar elevado, ele explica que o o custo de manter posições compradas em dólar subiu, reduzindo o apetite por esse tipo de operação no mercado local.

Ao mesmo tempo, diz ele, o patamar mais alto de juros no país tem atraído investidores estrangeiros interessados em estratégias de carry trade, que buscam lucrar com o rendimento superior oferecido por moedas de países com taxas mais elevadas. “Esse diferencial elevado reduz o interesse de posições locais compradas em dólares devido ao custo de carrego e, ao mesmo tempo, estimula fluxos externos atraídos por operações de carry trade. Portanto, a divergência dos ciclos monetários tem dado sustentação ao real até o momento”, explica Shahini.

O que esperar do dólar em agosto

Agosto deve ser marcado por um clima de cautela nos mercados, diante de riscos que continuam no exterior e incertezas fiscais no Brasil, avaliam os especialistas. No país, as atenções estão voltadas para as negociações sobre o orçamento deste ano, a evolução da dívida pública e os sinais emitidos pelo Banco Central sobre a direção da política monetária.

No âmbito internacional, investidores acompanham indicadores-chave de inflação e emprego nos Estados Unidos, as decisões do Federal Reserve (Fed) e os desdobramentos das disputas comerciais entre os EUA e seus parceiros. Além disso, a tensão geopolítica global segue como um fator de preocupação para o mercado.

Publicidade

“O dólar pode romper R$ 5,60 caso haja escalada nas tensões comerciais ou revisão negativa do risco fiscal doméstico. Por outro lado, pode recuar abaixo de R$ 5,30 se houver melhora no cenário fiscal brasileiro, avanço nas expectativas de corte de juros nos EUA e retomada do apetite ao risco global”, projeta Gusmão

Lucélia Freitas, especialista em câmbio da Manchester Investimentos, recomenda atenção às notícias e uma avaliação criteriosa dos fatos, sobretudo em relação a governos que não tornam claras suas políticas econômicas. “Tivemos algumas declarações de Fernando Haddad [ministro da Economia] e da ministra Simone Tebet, do Planejamento, onde mencionam um pacote de medidas para subsidiar empresários caso não haja sucesso nas negociações. Isso afetaria ainda mais o teto de gastos, visto que a arrecadação versus gastos já estaria acima do orçamento”, contabiliza.

Para investidores, a recomendação dela é buscar conhecimento, diversificar a carteira e escolher parceiros confiáveis para evitar riscos desnecessários envolvendo a moeda norte-americana.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Donald Trump
  • Investimentos
  • Política monetária
  • Selic
  • tarifaço
Cotações
09/04/2026 3h09 (delay 15min)
Câmbio
09/04/2026 3h09 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

  • 2

    32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

  • 3

    Ibovespa acompanha euforia global com cessar-fogo e renova recorde histórico

  • 4

    Petróleo despenca 16% com trégua — Petrobras cai mais de 4%

  • 5

    Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Logo E-Investidor
Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Imagem principal sobre o Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Logo E-Investidor
Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Imagem principal sobre o Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Logo E-Investidor
Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Imagem principal sobre o Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Logo E-Investidor
Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Imagem principal sobre o Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Logo E-Investidor
Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Últimas: Investimentos
Petroleiras despencam com queda do petróleo após trégua no Oriente Médio; Petrobras (PETR3; PETR4) lidera perdas
Investimentos
Petroleiras despencam com queda do petróleo após trégua no Oriente Médio; Petrobras (PETR3; PETR4) lidera perdas

Cessar-fogo entre EUA e Irã derruba o Brent e provoca rotação de carteira, com investidores migrando para ativos de risco fora do setor de óleo e gás

08/04/2026 | 11h37 | Por Isabela Ortiz
Cessar-fogo no Irã acende rotação na Bolsa: é hora de vender? Analistas recomendam “colocar lucro no bolso”
Investimentos
Cessar-fogo no Irã acende rotação na Bolsa: é hora de vender? Analistas recomendam “colocar lucro no bolso”

Trégua entre EUA, Israel e Irã alivia preços do petróleo no curto prazo, mas mantém incerteza estrutural e abre espaço para migração de capital para outros setores

08/04/2026 | 10h21 | Por Isabela Ortiz
32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas
Investimentos
32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

FIIs negociados abaixo do valor patrimonial indicam oportunidade, mas investir exige cuidado

08/04/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência
Investimentos
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência

Receita consolidou entendimento de que, em caso de morte do titular, rendimentos acumulados no VGBL não são isentos de Imposto de Renda; entidade diz que essa já é a prática

07/04/2026 | 14h25 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador