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Comportamento

Entenda como cartas de Pokémon superaram os retornos da Bolsa americana

Os colecionáveis valorizaram 3.821% entre 2004 e 2025, superando o S&P 500

Por Igor Markevich

12/09/2025 | 18:44 Atualização: 12/09/2025 | 19:03

Cartas raras de Pokémon, como as holográficas de Pikachu e Mew, se transformaram em ativos cobiçados. (Imagem: Adobe Stock)
Cartas raras de Pokémon, como as holográficas de Pikachu e Mew, se transformaram em ativos cobiçados. (Imagem: Adobe Stock)

Os monstrinhos japoneses que marcaram a infância de gerações ainda são um dos maiores fenômenos da cultura pop. Criada em 1996 pela Nintendo, Game Freak e Creatures, a franquia Pokémon é considerada a franquia de entretenimento mais rentável da história, com receita estimada em US$ 113,7 bilhões até 2019, segundo dados da própria The Pokémon Company. 

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Mas o rendimento estrondoso não se limita aos jogos, animações e itens colecionáveis, ora ou outra, até os fãs da franquia podem se surpreender com os retornos financeiros dos seus próprios colecionáveis. Para investidores atentos a “ativos alternativos”, as cartas de Pokémon se mostraram um negócio tão ou mais rentável do que ações.

Segundo levantamento da Card Ladder, empresa especializada em monitorar o mercado de cartas colecionáveis, um portfólio de cards Pokémon acumulou valorização de 3.821% entre 2004 e 2025. Esse número não se refere a uma única carta, mas a um índice médio da Card Ladder que acompanha cards raros ao longo do tempo.

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Em termos práticos, significa que um investimento de R$ 1.000 em 2004 teria se transformado em cerca de R$ 39 mil em 2025,  quase oito vezes mais que o retorno do S&P 500 no mesmo período (483%).

Entre os exemplares que puxaram essa escalada vertiginosa estão alguns dos mais icônicos da franquia: o Charizard 1ª Edição Base Set em estado perfeito (PSA 10), que em meados dos anos 2000 valia alguns milhares de dólares e chegou a ser leiloado por US$ 420 mil em 2022

Como e por que uma carta Pokémon se valoriza

A dinâmica de preços no mercado de cartas Pokémon não é muito diferente da lógica de outros ativos escassos: oferta limitada, demanda crescente e condição de conservação. Alguns fatores centrais:

  • Raridade: cartas promocionais ou de tiragem curta, como a Pikachu Illustrator, leiloada por US$ 5,3 milhões, atingem preços estratosféricos.
  • Estado de conservação: exemplares “gem mint” (nota 10 em avaliação de conservação) podem multiplicar seu valor em relação a cópias danificadas.
  • Edições lacradas: caixas ou pacotes nunca abertos de coleções antigas são altamente cobiçados.
  • Personagens icônicos: cartas de Pikachu, Charizard e outros nomes populares costumam liderar os rankings de preços.

Um exemplo é o do colecionador Karim, entrevistado pelo Wall Street Journal, que viu seu acervo de cerca de 500 cartas e 100 itens lacrados alcançar avaliação próxima de US$ 100 mil.

Pessoas jogam cartas Pokémon em uma mesa com baralhos, caixas e acessórios de coleção.
Jogadores disputam uma partida de cartas Pokémon, franquia que movimenta um mercado bilionário entre colecionadores e investidores. (Imagem Adobe Stock)

Cartas, tênis e gibis: os ativos paralelos que desafiam a lógica do mercado

O interesse por cartas Pokémon se conecta a uma tendência maior: a busca por ativos de coleção como forma de diversificação. Assim como obras de arte, vinhos raros e até tênis de edição limitada, as cartas se inserem na categoria de investimentos “paralelos” — que não seguem a mesma lógica dos mercados tradicionais e podem proteger o patrimônio de formas diferentes.

Ainda vale a pena investir em cartas Pokémon?

O mercado dos cards está ainda mais profissionalizado e competitivo do que há 20 anos. Ainda é possível encontrar oportunidades, mas os preços de entrada subiram, e muito. Caixas lacradas antigas ultrapassam facilmente a casa dos milhares de dólares, enquanto cartas raras em bom estado chegam a custar o preço de carros de luxo no Brasil.

Na prática, o investidor que cogita esse tipo de aposta precisa ter em mente:

  • É um mercado pouco líquido, então vender uma carta rara pode levar tempo.
  • O risco de flutuação de preços é alto: modismos e leilões recordes podem inflar valores temporariamente.
  • A autenticação é fundamental para evitar falsificações.

Portanto, embora as cartas de Pokémon tenham batido a bolsa americana em termos de retorno histórico, hoje elas funcionam bem melhor para o divertimento e a nostalgia já que se encaixam como um ativo de nicho para colecionadores e investidores sofisticados que buscam compor suas carteiras com o seu Pokémon favorito da infância.

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