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Vale (VALE3) prevê mercado de minério equilibrado e preços acima de US$ 90, diz Itaú BBA

Relatório do banco destaca visão da mineradora sobre desafios no níquel e incertezas em contrato ferroviário até 2057

Por Marcia Furlan

17/09/2025 | 22:25 Atualização: 17/09/2025 | 22:25

Vale prevê mercado de minério equilibrado com preços acima de US$ 90, expansão em Carajás e ajustes no níquel, aponta relatório do Itaú BBA. (Imagem: Adobe Stock)
Vale prevê mercado de minério equilibrado com preços acima de US$ 90, expansão em Carajás e ajustes no níquel, aponta relatório do Itaú BBA. (Imagem: Adobe Stock)

Em relatório sobre conversas de investidores com o diretor financeiro da Vale, Marcelo Bacci, o Itaú BBA relatou que a companhia tem a convicção de que o mercado de minério de ferro permanecerá “estruturalmente” equilibrado, com preços acima de US$ 90 por tonelada.

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Segundo o CFO, uma eventual redução na produção de aço da China tende a ser compensada pela demanda da Índia, Sudeste Asiático e Oriente Médio, enquanto a expansão de Simandou deve ser parcialmente neutralizada pela própria dinâmica global de consumo. Ainda assim, a Vale reconhece a volatilidade inerente à commodity e que os preços podem ocasionalmente divergir dos fundamentos do setor.

Sobre o contrato de concessão ferroviária, a mineradora lembrou que foi renovado em 2020, com validade até 2057. No final de 2024, a empresa concordou em renegociar alguns pontos com o governo e pagar mais pela renovação em troca de obrigações mais claras e maior segurança jurídica. No entanto, surgiram divergências quanto ao arcabouço final, que não foi aprovado pelo Tribunal de Contas da União.

Como resultado, a situação retornou ao acordo original, que a Vale considera juridicamente vinculativo. Para o Itaú BBA, quaisquer tentativas governamentais de reabrir a concessão são inviáveis neste momento. “Uma disputa judicial pode levar anos para ser resolvida e provavelmente não é o cenário ideal para nenhuma das partes envolvidas”, escreveram os analistas Daniel Sasson, Edgard Pinto de Souza e Marcelo Furlan Palhares.

Outro tema abordado no encontro foi a expansão orgânica da companhia. Na visão apresentada por Bacci, novos projetos internos tendem a exigir menor desembolso por tonelada e gerar retorno superior ao de aquisições. No minério de ferro, a empresa se diz oportunista, mas não busca ativamente ativos.

Para o cobre, a meta segue em 700 mil toneladas anuais até 2035 – quase o dobro do nível atual – com ênfase em projetos brownfield em Carajás e iniciativas greenfield. Fusões e aquisições aparecem como alternativa secundária, limitadas a Brasil, Canadá e América do Sul. O Itaú BBA ressalta que a “rica dotação” de Carajás permite expansões mais vantajosas que a compra de minas de terceiros.

Por fim, o negócio de níquel continua no foco de ajustes. Bacci reiterou que o excesso de oferta global e ineficiências operacionais mantêm a divisão no vermelho, mas avaliou que a commodity pode estar no ponto mais fraco do ciclo.

A prioridade é trazer o fluxo de caixa ao equilíbrio, inclusive investimentos, para ganhar tempo e avaliar saídas estratégicas. Parte do corte recente em capex, lembra o Itaú BBA, decorre justamente da revisão na alocação de recursos ao níquel.

A Vale disse ainda que não tem adotado a recompra de ações porque ainda precisa de mais certeza quanto à geração de fluxo de caixa livre (FCF) nos próximos meses e o consequente impacto na expansão da dívida líquida. “Em nossa opinião, é improvável que a Vale se torne mais agressiva com seu programa de recompra antes de avaliar seus resultados do terceiro trimestre”, afirmaram os analistas.

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