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MBRF (MBRF3), fusão entre Marfrig e BRF, estreia na B3 nesta terça (23); o que esperar da ação?

Empresa nasce com um portfólio de produtos variados para disputar com JBS (JBSS32) e Tyson (TSN)

Por Beatriz Rocha
Editado por Geovana Pagel

22/09/2025 | 14:09 Atualização: 22/09/2025 | 20:56

MBRF (MBRF3), fusão entre Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3), estreia na B3 na terça-feira (23). Foto: Adobe Stock
MBRF (MBRF3), fusão entre Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3), estreia na B3 na terça-feira (23). Foto: Adobe Stock

O mercado de proteínas ganhará uma nova gigante. Nesta segunda-feira (22), os investidores se despedem das ações da BRF (BRFS3), que deixam de ser negociadas na B3. A partir de terça-feira (23), a Marfrig (MRFG3) passa a negociar sob o novo ticker MBRF3, da MBRF, companhia resultante da fusão entre as duas líderes do setor de alimentos.

Leia mais:
  • BRF aprova cancelamento de ações e pede mudança de registro na CVM para concretizar fusão com Marfrig na Bolsa
  • Ações de Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) disparam na Bolsa a poucos dias da conclusão da fusão
  • Cade aprova fusão entre Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) e autoriza criação da MBRF
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O processo foi conturbado, enfrentando a resistência de investidores desde o anúncio do negócio, em maio deste ano. O incômodo estava na relação de troca das ações que, na avaliação dos acionistas minoritários, favorecia apenas a Marfrig, empresa controladora. Contamos essa história aqui.

No começo de setembro, porém, as companhias receberam o aval final para a operação: o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a incorporação da BRF pela Marfrig, formalizando a criação da MBRF.

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A nova empresa, presente em 117 países, nasce com um portfólio multiproteínas, com carne bovina, suína e de aves, produtos industrializados, pratos prontos e pet food (alimentos para pets). Segundo as companhias, 38% do portfólio será composto por produtos de valor agregado, reunindo marcas como Sadia, Perdigão, Qualy, Banvit e Bassi.

Marcos Molina, fundador da Marfrig, mantém-se no controle da companhia com cerca de 52% do capital da MBRF. A empresa tem receita líquida anual estimada em R$ 152 bilhões.

Logotipo da marca Sadia em tela de smartphone
Sadia é uma das marcas que compõem a MBRF. Foto: asaffsouza – stock.adobe.com

O que os grandes bancos pensam da MBRF?

Segundo os cálculos do BTG Pactual, a empresa nascerá com um valor de mercado de R$ 27 bilhões, com free float (parcela das ações de uma empresa que estão disponíveis para livre negociação no mercado) projetado em 46,9%. Já o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) está estimado em R$ 12,5 bilhões para 2025.

Antes da fusão, o BTG tinha recomendação neutra tanto para Marfrig quanto para BRF. Agora, com a operação, o banco planeja atualizar as suas estimativas.

O Santander manteve recomendação neutra para MBRF, devido à alta alavancagem esperada após a conclusão da fusão, apesar da maior diversificação. O preço-alvo corresponde a R$ 20.

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Já o Goldman Sachs tem recomendação de compra para a empresa, com preço-alvo de R$ 30,2. O banco elevou recentemente essa estimativa, que antes estava em R$ 26,50. Na visão do Goldman, embora o desempenho da Marfrig na América do Norte no segundo trimestre de 2025 tenha vindo abaixo do esperado, o forte momento de curto prazo da BRF na América do Sul e no Uruguai traz compensação.

Quem também tem uma visão positiva para a gigante de alimentos é o Citi. Em relatório recente, o banco pontuou que a escala e a diversificação darão à MBRF condições de rivalizar com concorrentes como JBS (JBSS32) e Tyson (TSN).

A casa, que tem recomendação de compra com preço-alvo de R$ 29, projeta sinergias anuais de R$ 805 milhões, sendo R$ 400 milhões a R$ 500 milhões já no primeiro ano, principalmente via integração logística, ganhos na cadeia de suprimentos e otimização de custos corporativos. “A nova companhia consolida 38% de suas vendas em produtos processados, de maior margem, o que traz resiliência contra os ciclos de commodities”, destaca ainda.

As expectativas para o futuro dos papéis

Para Felipe Sant’Anna, especialista em investimentos do grupo Axia Investing, a união de forças na nova empresa deve consolidar a produção de produtos e reduzir custos. No entanto, ele acredita ainda ser cedo para avaliar os riscos da companhia. “O novo conselho, liderado pela Marfrig, pode trazer nomes ou posições novas na gestão”, diz.

Com a transição de MRFG3 para MBRF3, o especialista também avalia que a ação pode passar por um breve período de ajuste na formação de preço, refletindo a entrada de novos acionistas oriundos da BRF.

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Jeff Patzlaff, planejador financeiro CFP e especialista em investimentos, concorda. “O mercado vai precificar MBRF com base nas projeções para a nova companhia. As expectativas de lucros e sinergias vão impactar bastante esse preço”, afirma.

  • Leia mais: Itaú BBA avalia as principais empresas de proteína animal

Segundo ele, a fusão pode resultar em maior geração de caixa, o que costuma animar investidores. Por outro lado, trata-se de uma empresa grande, com grande variedade de produtos e atuação em muitos países, o que traz complexidade e riscos adicionais, tanto fiscais quanto cambiais e até regulatórios.

Para quem cogita investir em MBRF3, vale observar as variáveis externas, que afetam as empresas do segmento, como o custo de insumos, o valor do dólar, a regulação sanitária – que pode restringir ou permitir operações – e a demanda internacional.

Também é importante considerar o horizonte de tempo. Especialistas comentam que as chances de retorno são maiores a médio e longo prazo, já que sinergias e eficiências tendem a demorar para se consolidar. Já no curto prazo, o papel deve sofrer com maior volatilidade.

Na visão de João Abdouni, analista da Levante Inside Corp, os ganhos podem ser mais limitados no horizonte próximo, dado o preço da ação. “O setor é bom, assim como o papel, mas neste momento bem precificado”, afirma, ressaltando que a casa atualmente tem visão neutra para MBRF.

Como ficam os acionistas?

Inicialmente, entre 6 de agosto e 5 de setembro, os investidores da Marfrig e da BRF puderam exercer o chamado direito de retirada, Basicamente ele representa o direito de o investidor renunciar às suas ações quando a companhia toma decisões que afetam os seus interesses, como uma fusão.

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No caso da BRF, isso envolveu 9.981.683 ações, resultando em um valor de reembolso de R$ 198.535.674,87. Já na Marfrig, 5 ações foram retiradas, com reembolso total de R$ 16,60.

Para quem decidiu ficar nas empresas, agora existirá uma relação de troca. Cada ação da BRF será convertida em 0,8521 ação da Marfrig, que passará a ser negociada sob o ticker MBRF3. As frações de ações serão agrupadas e leiloadas na B3, com os recursos distribuídos proporcionalmente aos acionistas da BRF.

  • Confira: S&P eleva rating global da BRF (BRFS3) após fusão com a Marfrig (MRFG3)

As empresas também aprovaram distribuições de valores aos acionistas, que vieram acima do esperado, na visão do Santander. A BRF declarou R$ 3,32 bilhões: R$ 2,92 bilhões em dividendos e R$ 400 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), o que equivale a R$ 1,83 por ação em dividendos e R$ 0,25 em JCP. Já a Marfrig anunciou R$ 2,34 bilhões em dividendos, correspondendo a R$ 2,81 por ação.

A distribuição será feita aos investidores que tinham posição acionária nas empresas até 18 de setembro de 2025, sendo que os papéis passaram a ser negociados “ex-dividendos/JCP” (sem direito a proventos) a partir de 19 de setembro.

O pagamento dos valores será realizado em uma única parcela no dia 29 de setembro para os acionistas da BRF e no dia 30 de setembro para os acionistas da Marfrig.

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*Com informações do Broadcast

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