Em Nova York, os contratos futuros mostram estabilidade, enquanto as bolsas europeias registram ganhos moderados.
Já na Ásia, os mercados fecharam em queda, pressionados pelas ações do setor farmacêutico após o anúncio de novas tarifas comerciais por Donald Trump.
Nos demais mercados, o dólar perde força frente às principais moedas, os rendimentos dos Treasuries avançam e o petróleo recua levemente. O contrato futuro do minério de ferro em Dalian caiu 1,74%, negociado a US$ 110,70 por tonelada.
No Brasil, os ativos devem acompanhar o cenário externo, especialmente os dados de inflação nos EUA e as falas dos dirigentes do Fed, além da pressão adicional vinda da queda das commodities. Mais cedo, as ADRs brasileiras operavam em leve alta no pré-mercado.
Na agenda doméstica, o destaque fica para a participação de Diogo Guillen em um evento sobre política monetária e para as reuniões trimestrais do Banco Central com economistas, em um contexto de sinalização de manutenção dos juros em patamar elevado por um período prolongado.