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Mercado

Bolsas da Ásia fecham em baixa, com incertezas sobre relação comercial EUA-China

Mercados repercutem tensão entre Washington e Pequim, apesar de tom mais ameno de Trump nos últimos dias

Por Estadão Conteúdo

14/10/2025 | 6:49 Atualização: 14/10/2025 | 6:49

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta terça-feira, pressionadas por incertezas nas relações comerciais entre EUA e China, apesar de recentes comentários apaziguadores do presidente americano, Donald Trump.

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Liderando as perdas na Ásia e na volta de um feriado no Japão, o índice Nikkei amargou queda de 2,58% em Tóquio, a 46.847,32 pontos, enquanto o Hang Seng caiu 1,73% em Hong Kong, a 25.441,35 pontos, o sul-coreano Kospi recuou 0,63% em Seul, a 3.561,81 pontos, e o Taiex registrou baixa de 0,48% em Taiwan, a 26.793,15 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto teve perda relativamente moderada, de 0,62%, a 3.865,23 pontos, mas o menos abrangente Shenzhen Composto apresentou queda bem mais expressiva, de 1,91%, a 2.439,83 pontos.

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No fim de semana, Trump adotou tom mais ameno em relação à China e disse que “tudo ficaria bem”, dias após ameaçar tarifar os produtos chineses em 100%, em resposta ao endurecimento por Pequim de regras para exportação de terras raras.

De qualquer forma, a situação das negociações comerciais entre as duas maiores economias do mundo continua incerta, embora Trump tenha dito que poderá se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping, ainda este mês, às margens de uma cúpula regional.

Na Oceania, a bolsa australiana contrariou o tom negativo da Ásia, e o S&P/ASX 200 avançou 0,19% em Sydney, a 8.889,40 pontos.

Bolsas da Europa abrem em baixa

As bolsas europeias abriram em baixa nesta terça-feira, revertendo o tom positivo do pregão anterior, enquanto investidores seguem acompanhando desdobramentos da mais recente disputa tarifária entre EUA e China.

No início do dia, a Bolsa de Londres caía 0,41%, a de Paris recuava 0,92% e a de Frankfurt cedia 1,13%. As de Milão, Madri e Lisboa, por sua vez, tinham respectivas perdas de 1,31%, 0,39% e 0,37%.

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